Os Bolonistas


Parmera, campeão do munco?!

 Pessoal, o Palmeiras está querendo oficializar essa Copa como título mundial. E aí?! Merece?! Vejam os resultados do Porcão...

Primeira Copa Rio - 1951

O Esporte Ilustrado

       Em pé: Salvador. Dema. Tulio. Juvenal. Fabio eLuiz Villa.
Agachados: Liminha. Ponce de Leon. Richard. Jair e Rodrigues.

Palmeiras campeão mundial

Foi a primeira competição com cara de mundial interclubes da história. Promovida pela Confederação Brasileira de Desportos, serviu para levantar o astral do torcedor brasileiro depois da derrota da nossa seleção da Copa de 1950. Com jogos no pacaembú e no maracanã, a Copa Rio foi disputada pela primeira vez em 1951 com a participação de oito equipes campeãs em seus países: Áustria Viena (Áustria). Estrela Vermelha (Iugoslávia). Juventus (Itália). Nacional (Uruguai). Olympique Nice (França). Sporting (Portugal). Palmeiras (campeão paulista) e Vasco da Gama (campeão carioca) que foram divididos em dois grupos de quatro.

A disputa começou no dia 30 de junho com dois jogos. No Rio de Janeiro pelo grupo “A” , Áustria 4 x Nacional 0 e em São Paulo pelo grupo “B”, Palmeiras 3 x Olimpique 0 com gols de Aquiles. Ponce de Leon e Ricard. No dia primeiro de julho, no maracanã, Vasco 5 x Sporting 1, gols de Ipojucan dois. Friaça. Tesourinha e Djair para os brasileiros e Palatino para os portuguesas. No outro jogo em São Paulo, Juventus 3 x Estrela Vermelha 2.

A segunda rodada foi iniciada no dia 3 de julho com dois jogos. No Rio, Nacional 3 x Sporting 2. Em São Paulo Juventus 3 x Olimpique 2. No dia seguinte, no maracanã, Vasco 5 x Austria 1 com gols de Friaça quatro e Tesourinha para os vascainos e Huber para os austríacos. No pacaembú, Palmeiras 2 x Estrela Vermelha 1, gols de Aquiles e Liminha para os paulistas. Mitic para os iugoslavos.

A definição para se conhecer os quatro finalistas começou no dia 7 de julho com duas partidas. Olimpique 2 x Estrela Vermelha 1 e Áustria 2 x Sporting 1. No dia seguinte mais dois jogos. Vasco 2 x Nacional 0, gols de Djair e Ipojucan. Juventus 4 x Palmeiras 0 com gols de Boniperti dois. Praest e Karl Hansen. Se classificaram Vasco e Áustria no grupo do Rio de Janeiro e Juventus e Palmeiras em São Paulo.

Nas semi finais o Vasco enfrentou o Palmeiras e a Juventus o Áustria. No dia 11, o Palmeiras venceu o Vasco por 2x1, gols de Richard e Liminha para os paulistas e Maneca para os cariocas. No outro jogo, a Juventus empatou com o Áustria em 3x3. No dia 14, a Juventus venceu o Áustria por 3x1 e se classificou para as finais. No dia seguinte, Palmeiras e Vasco empataram em 0x0, resultado que classificou o clube paulista.

O primeiro jogo da decisão aconteceu no dia 18 no pacaembú. O Palmeiras venceu a Juventus da Itália por 1x0, gol de Rodrigues. O segundo jogo foi disputado no maracanã. Daquele dia muita coisa foi relembrada pelos torcedores. Mas, a data era diferente. Ao invés de 16 de julho de 1950, 22 de julho de 1951. O local era o mesmo. A torcida experimentando duas emoções diferentes. Do amargo revés a alegria de um titulo consagrador. Um empate que deu ao Brasil o titulo de campeão do mundo inter clubes. O Palmeiras buscou, lutou e conseguiu, de forma brilhante, o titulo. Se a vitória consagradora não saiu, foi graças ao goleiro Viola da Juventus, o melhor jogador da decisão. Foi um jogo difícil e no resultado 2x2, Richard e Liminha marcaram para os brasileiros e Boniperte e Praest para os italianos. O time do Palmeiras jogou com Fábio. Salvador e Juvenal. Túlio. Luiz Vila e Dema. Lima. Ponce de Leon (Richad). Liminha. Jair da Rosa Pinto e Rodrigues.



Escrito por Jubas às 18h10
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Happy Xmas (War is Over)

É certo como o álbum do Rei: o ano só começa a pedir a conta quando o assunto obrigatório passa a ser as seleções do campeonato. Cronistas, tanto os profissionais quanto os que escrevem para jornal, desfilam seu escrete perante a opinião alheia.

Faço o mesmo, profissional que sou.

No gol, ainda que Diego seja a melhor surpresa sob as traves no ano, fico com Rogério. Nada desta historinha de jogador-símbolo, capitão, dono do time, goleiro-artilheiro, jaboticaba, catraca e aspartame. Rogério é o melhor goleiro do Brasil ali mesmo, na pequena área, defendendo chutes e cabeçadas. É dele a 1. E no meu time não bate falta.

Na lateral direita tenho critérios rígidos. Todos sabemos que lateral direito que marca bem é grosso. Camisa 2 que presta é aquele que se desembesta para o ataque e não volta nem por medida provisória. Uma vez falaram para o Nelinho: "Porra, Nelinho, você não marca ninguém?". Resposta: "Eu vou lá correr atrás de homem, rapaz. Neguinho é que corre atrás de mim". É a melhor resposta possível, se ignorarmos o double entendre. Dito isso, cravo seco: Ilsinho. Ele não marca nem cone, mas é de um abuso fenomenal. Dribla, cruza e dispara a gol como um ponta. Ilsinho me lembra o Renato, com a vantagem de não conhecer o Rio.

A zaga. Ah, a zaga. Meu critério é mais simples: um grosso, um bom de bola. Simples assim, como Oscar e Dario. Para o bom de bola, penso em Fabiano Eller, Luiz Alberto e Miranda. Para o grosso, Antônio Carlos, Índio e Fabão. Para decidir é mole: o melhor de bola e o mais grosso. Então, vamos lá: Miranda e Fabão.

Lateral esquerda. Diferentemente da direita, terra de maluco, a lateral esquerda é palco dos jogadores habilidosos. Houve três nesse campeonato: um moleque, um velho e um caduco. Marcelo, Jadílson e Júnior. O carioca pode ir longe, mas confesso que morro de medo de carioca imberbe. Não sei o porquê, mas há uma inexorável atração que une os jovens craques da praia e o chinelo. Temo por Marcelo, que divide a taça de revelação do campeonato com Lucas. Mas até ele declarar, por escrito e com firma reconhecida, que não calça chinelos, não leva o meu voto. Jadílson está no seu melhor: ele é isso que vimos, nem mais nem menos. O resumo: é muito bom e ponto. Júnior já foi ótimo, hoje é muito bom. É bichado, caduco e um pouco ranzinza. E é justamente essa tríade sua maior virtude. Sabedor de que não lembra nem de longe seus melhores dias, Júnior virou meia. Não contou para o técnico, que fingiu que não viu. Mas virou meia, e dos bons. Acertou seu jogo pelo meio e agora busca os chutes de longa distância. Sua grande vantagem, e o que garante meu voto, é que os adversários ainda o vêem como lateral e são enganados, sutilmente. Júnior foi o melhor lateral esquerdo desse torneio por não sê-lo.

Volantes são dois. Sempre. Não se deve falar nunca em um volante. Eles são Sith. Por isso, não me alongo: Josué e Mineiro, a melhor dupla de volantes do futebol brasileiro (não, senhores, não falei "futebol brasileiro atual", ou "nos dias de hoje". Falei futebol brasileiro e ponto. Ever).

Na meia, o deserto de craques. A ausência de craques nesse setor é a dor que cala mais fundo no peito ludopédico. Pet, Wagner, Zé Roberto, Carlos Alberto, Roger, Juninho Paulista, Lenilson, Dagoberto. Junte tudo, bata no liquidificador e não dá um Zenon. Este é o meu voto mais esquisito: vou na singularidade. Sim, o que cerca o meu voto é o fato de um meia ser absolutamente singular. Sob esse critério, não há dúvidas: um dos meias é Danilo, o Morto-Muito-Louco. Danilo é lento como Neto, pernalta como Cerezo, chuta de esquerda como Rivaldo e é low profile como Juninho Pernambucano. Parece grosso e é excelente, é xingado pela torcida e não dá bola, não dá bola para a torcida e é aplaudido. O camisa 10 do campeonato é Danilo. É também meu capitão.

O outro é Souza, que nesse campeonato jogou de lateral, volante, meia e atacante. Surpreendentemente, jogou mal em todas. Mas fala. Como fala. Foi o único jogador tricolor com bagos para decretar, antes da matemática: "o campeonato acabou". Essa coragem é rara, senhores, raríssima. O patrocinador chia, o técnico resmunga, os companheiros apupam, os adversários rosnam, a imprensa critica e a torcida adora. E futebol, sabemos, é o que resta na memória do torcedor. O resto é tricô.

No ataque, mais critérios firmes. Não voto em artilheiro que não tenha mais de vinte gols. Entonces, bolonistas, Souza, Schwenck, Cícero, Soares e Tuta estão fora. Centroavante grosso ou faz trinta gols ou é um bosta. Meus escolhidos não fazem gols. Como? Não, não fazem. Não sei se não sabem ou não querem, mas o fato é que ambos têm, juntos, em toda a carreira, quatorze gols. Contando dente-de-leite, juvenil e juniores.

Um é imenso, forte, atabalhoado e grosso. E é a alma do ataque. É a referência, a biruta que orienta o avanço do time com o melhor ataque do campeonato. Só não faz gol. Aloísio Chulapa é o 9. Se não gostaram da escolha, reclamem com ele.

O outro é a garra, a doação, a dedicação, o esforço levado às últimas conseqüências. Lança-se ao ataque com gana, com volúpia. Volta e marca com raiva, com ódio mesmo. Um soldado, um operário, um missionário. Só não faz gol. Leandro é o 11. Se não gostaram da escolha, sonhem com ele.

O técnico é a escolha mais óbvia. Pelo desempenho, pela postura, pela competência.

Caio Júnior, do Paraná.



Escrito por Demas às 09h58
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Não enfrentou argentino

O Inter foi um dos poucos times - talvez o único - que venceu a Libertadores sem enfrentar time argentino. Não quero aqui desmerecer a conquista colorada. Eles mereceram, mesmo com a estúpida expulsão de Josué no primeiro jogo da final e a bisonha falha de Rogério Ceni no segundo.

Mas, vencer a Libertadores sem pegar argentino é algo como ir a Paris e não ver o Louvre, ou ir a Roma e não ver o Coliseu, ou passear pelo Rio e não subir ao Corcovado. Ver Paris é ótimo e coisa e tal, mas fica o estigma se vc não ver o Louvre. O mesmo vale para o Coliseu e o Corcovado.

Agora, o risco é real: o Inter pode ser campeão mundial sem pegar time europeu. O Barça está desfalcadíssimo. Sem Messi, Saviola e Eto´o. O Gaúcho fez questão de mostrar que dá pra ganhar de qualquer um com o belo gol de bicicleta ontem. Mas, imagine só: ser campeão do mundo de futebol sem ganhar dos europeus... Acho que nem os colorados querem isso.

 

 

 

 



Escrito por Jubas às 15h31
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Sangue, suor e lágrimas

A Portuguesa de Desportos é mesmo um time diferente. Com a torcida minúscula mais chata do planeta, que se multiplica na hora de cobrar os jogadores, ostenta um brio desproporcional ao seu tamanho. Seus Leões da Fabulosa se transformam numa horda de 50 pessoas temida pelas organizadas dos times grandes.

   Sem jamais ter conseguido fugir do estigma de time de colônia, seu emblema enfeita diversas padarias da cidade e a memória de dias mais gloriosos, com Djalma Santos, Edu Marangon, Denner e outros permanece viva no clube do Canindé.

   No final do nefasto ano de 2006, em que já tinha caído para a segundona do paulistão, no apagar das luzes, aos 44 do segundo tempo, a virada sobre o Sport Recife, em plena Ilha do Retiro, de maneira dramática manteve o time Luso na série A-2 do brasileirão. O futebol paulista sorri, feliz!!



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 10h20
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Viva los hermanos!

Ok, não é sobre futebol. Mas, convenhamos, futebol anda um tanto chato:


Argentina confirma roubo a filha de Bush em Buenos AiresAcrescentar este artigo na página personalizada

Argentina confirma roubo a filha de Bush em Buenos Aires

BUENOS AIRES (Reuters) - Uma das filhas do presidente norte-americano, George W. Bush, teve a bolsa roubada enquanto visitava Buenos Aires acompanhada por agentes do Serviço Secreto dos EUA, confirmou o ministro do Interior argentino na quarta-feira.

"A filha estava visitando um local turístico, deixou a bolsa no chão e foi roubada", disse o ministro Aníbal Fernández a repórteres.

"Não quero mais falar sobre esse assunto", afirmou ele, sem especificar qual das filhas gêmeas de Bush foi envolvida no incidente.

A ABC News, citando autoridades policiais, informou em seu site, na terça-feira, que Barbara Bush teve a bolsa e seu celular roubados quando jantava em um restaurante de Buenos Aires.

A embaixada norte-americana em Buenos Aires, a Casa Branca e o Serviço Secreto negaram-se a fazer comentários sobre o ocorrido.

O roubo causou furor na imprensa argentina, e o site da agência de notícias Télam tinha como manchete: "Seguranças de Bush são vencidos por batedor de carteira de San Telmo", referindo-se ao bairro em que o crime supostamente aconteceu.

Outra notícia veiculada pela mídia argentina dava conta de que a bolsa foi roubada enquanto agentes secretos acompanhavam a jovem.

Jornalistas de rádio e televisão correram para a principal praça de San Telmo -- bairro famoso por seus restaurantes ao ar livre e pelos shows de tango -- tentando em vão encontrar o restaurante em que a bolsa desapareceu.

Barbara, 24, visitava a irmã gêmea, Jenna, que esteve no Paraguai recentemente em uma atividade relacionada ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), de acordo com informações divulgadas pela imprensa da Argentina.

Fernández disse que as filhas de Bush continuam no país, e que a Polícia Federal participa "ativamente" de sua segurança após o incidente.

Reuters (IDS)


Escrito por Zecão às 15h40
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Quanto ao Galo, parabéns pelo título, quanto ao simpático Timbu (Náutico), parabéns pela subida para a primeira divisão, quanto ao Vitória, parabéns pela volta para a segundona, quanto ao São Paulo, apenas é tetra...

Escrito por Ogro às 08h32
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Morumbi, 24 minutos do primeiro tempo...

Qual jogador fez gols nas duas últimas finalíssimas de Libertadores?!

Ele, Fabão!!



Escrito por Jubas às 15h32
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O ano em que meus pais saíram de férias

Imperdível o filme do Cao Hamburger. Tem futebol, jogo de botão, Copa de 70. Tem criança jogando bola na rua, judeus, italianos e o Bom Retiro - local de nascimento do glorioso. Fala de nostalgia, fala de São Paulo e da matéria prima de que somos feitos. Nó na garganta.  

 



Escrito por Luís às 18h14
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Silêncio em Budapeste. Em Madrid.



Escrito por Demas às 08h46
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Bola de Cristal

Bolonistas, notas sobre o primeiro trimestre

 

 

Fevereiro, encontrei com o Zecão em um boteco, lá em Penápolis. Ele vestia a gloriosa camisa do CAP, Clube Atlético Penapolense. Entre uma cerveja, eu, e uma tubaína, ele, conversávamos sobre a probabilidade real do Galo, o Clube Atlético Mineiros, subir para a primeira divisão. Todos sabem que o Zecão é um pouco cego para o ludopédio. Mas ele acertou. Disse, em alto e bom som, que o Galo subiria, apesar de jurar aporrinhar o Franklin dizendo o contrário. Nossa maior surpresa, entretanto, foi concordar com outro tema pertinente a Série B o Campeonato Nacional. O Náutico, o alvirrubro mais famoso do país, figuraria entre os quatro primeiros colocados até a penúltima rodada. Na derradeira, dependendo única e exclusivamente de um empate, cairia para algum outro time com mais sorte. Concordamos, pois ainda era fresca a memória daquele inesquecível Grêmio e Náutico, na última rodada da Série B do ano passado.

 

Bom, passados alguns meses de nosso colóquio eventual, a tabela da Série B é inapelável: Galo, sobe. Náutico, com cinco pontos de vantagem, depende de um empate, em dois jogos. Será que a cantilena se repete?

 

Entre um queijo coalho e outro, lá na feira de Caruaru, o Renatão jurava que este Flamengo de 2006 traria mais alegrias que o timeco de 2005. Confesso, março que era, que concordei, mais por amizade do que por constatação. Todos sabem como o Renato é emotivo... Eu, na minha obtusa cegueira, esqueci de Obina. E, novembro findando, Obina só faz golaços, o Mengão foi campeão da Copa do Brasil, disputará a Libertadores em 2008 e deixou a zona de rebaixamento lá pelos idos de julho, para nunca mais voltar. Me pergunto se foi mesmo Obina a razão do “sucesso” do Mengo. Pode ser que sim. A direção do time se esforça para deixar o time no limbo. Então, a resposta só pode ser o sobrenatural. Pode não ser Obina. Pode ser a Magnética. Sei lá. Naquela tarde em Caruaru o Pedrão jurou que o time de 2006 entraria para a história. Duvidei. E o poeta emendou: “O manto garante a rima. O Mengão trilha a boa sina.” Rimos, os três, tal qual patetas. O fato, porém, é que o Flamengo fez um ano tão “bom” que ainda deu o gostinho de perder de 3 só para ferrar o Fluminense.

 

Eita Flu que não se emenda...

 

Por fim, ainda lembro, como hoje, daquela leitoa a pururuca do Dona Licéia, o melhor restaurante do mundo, lá de Bananal, Serra da Bocaina, São Paulo. Empanturrados e literalmente caindo pelas tabelas, o Ogro e o Massoneto discutiam se o Timão e a MSI acabariam o ano juntas. O Ogro dizia que a parceria acabava. O Masson também. Mas, como bêbado gosta mesmo é de polêmica, ambos continuaram discutindo. Até o Lula apareceu como tema no debate. Eu e o Deco, de soslaio, ficamos longe da pendenga. A MSI e o Timão fazem parte da página mais triste do time mais popular do país. E nesta constatação, o Pança, vestido com a camisa sete do Ataliba, aquele que fintou o Oscar e o Dario, derramou uma lágrima. De ódio, desconfio. Mas o delicioso naquele dia, além da divina leitoa, era a constatação de que o caneco do Brasileiro seria do Tricolor, nem que para isso o time de Rogério Ceni tivesse que perder a Libertadores. Hoje, confesso, aliviado, que lá por setembro temi pelo pior.

 

Bonitas notas essas. Previsões de começo de ano. Precisava botar no diário, porque ninguém iria acreditar que acertaríamos todas. Todas? Falta uma. Lá no Tio Patinhas, em BH, o Caubas jurou que quem caía para a Segundona era o Flu. Jurou, de pé junto. E o Juliano ainda aporrinhou: “Cai e não volta, assim como o Bahia.”  

 

16.11.06



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h12
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Tenho uma dúvida!

Porque o vice presidente do Brasil foi se tratar nos EUA?



Escrito por Pedrão às 19h52
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O verdadeiro Mundial Interclubes

O calendário mundial do futebol de botão continua, agora, na expectativa de um emocionante Mundial Interclubes.

Segue a tabela e a promessa de uma garrafa de Guaraná Jesus (aquele do sabor maçã) para quem acertar o campeão.

Grupo 1- Peñarol (atual campeão), Benfica, Real Madri

Grupo 2- Bayern Munique, River Plate, Fiorentina

Grupo 3- Inter de Milão (xô, Inter de Porto Alegre!), Sampdoria, Juventus

Grupo 4- São Paulo, Manchester Utd, Roma

Grupo 5-Milan, Boca Juniors, Torino

Grupo 6- Liverpool, Palmeiras, Napoli

Classificam-se os campeões de cada grupo. Nas semifinais, os campeões dos grupos 1, 4 e 6 jogam entre si para definir um finalista. O mesmo farão os campeões dos grupos 2, 3 e 5.

 

 



Escrito por Jubas às 18h01
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Para entender o Ogro

 

Bolonistas chatos,

 

Aos poucos vamos percebendo nossa imensa capacidade de sermos chatos. Chatos federais. Eu, por exemplo, sou um torcedor deveras chato. Lembro, como poucos, os apupos que fiz ao Souza durante o ano passado e durante este ano. Lembro que Autuori o colocou no time para jogar no lugar do Cicinho, na peleja contra o River Plate. Quase tive uma síncope. Souza foi um jogador importante naquele jogo e no título. Dos seus pés saíram alguns bons cruzamentos.

 

Começa 2006. Cicinho vai embora. Souza vira titular. Não acreditei. Era demais para minha pobre chatice. Novos apupos. E o ala foi se dando bem. Cruza bem. Marca “male male”, mais ainda assim acima da média. Passa bem. Mas faz muita firula. Irritantes firulas. E fala demais. Tagarela demais. Cantarola demais. Acha-se craque demais. Apupos.

 

A má fase de Danilo e leio num periódico que Muricy vai colocar o Souza no meio campo. Juro que meu colesterol subiu. Souza? No meio campo? Este será o ano do vice eterno, conjurei. Na minha imensa chatice não percebi que lá pelo meio o 21 foi fazendo das suas. Verdade que as firulas ainda me irritam. Mas cada bola com açúcar o meia distribuiu. Vontade. Raça. Provocador, no melhor sentido, naquele que tira onda do adversário, sem menosprezar, mas irritando. Souza no meio campo. E titular.

 

Confesso a minha chatice. Sou chato. O Souza vai parar na seleção, indubitável. Em que posição ele vai jogar, não sei. Mas Dunga o convocará. Isso é batata. Souza, na seleção. Inacreditável. E dos pés de Souza foram saindo passes e uns golesinhos, aqui e alhures. Não entendo nada de futebol, nada e nada. Souza, vai lá e traga a taça. Sou um chato de galochas, confesso. Um chato três vezes campeão do Mundo de futebol. Do globo. Do planeta. Três vezes campeão da Libertadores. Da América. Do continente todo. Quatro vezes campeão brasileiro de futebol. Do Brasil. Do país do futebol. Sei lá quantas vezes campeão paulista. Chato, mas imensamente chato tudo isso... Será que alguém discorda?

 

13.11.06

 

Aos curiosos: http://www.youtube.com/watch?v=s96zntmhrMc



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 15h46
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PARA ENTENDER O FRANKLIN

 

Atlético Mineiro - Campeão no gelo

Esporte Ilustrado

       A foto nos mostra o trio final dos atléticanos antes de uma partida com campos de gelo – Juca. Mão de Onça e Osvaldo.

       Em determinada parte do hino do Clube Atlético Mineiro diz – “Nós somos campeões do gelo “. A composição aconteceu depois da temporada do clube por gramados gelados da europa.

O Clube Atlético Mineiro realizou uma temporada pela Europa jogando em campos cobertos de gêlo. Foram dez jogos com seis vitórias, dois empates e duas derrotas. Foram 35 dias que começou em 02 de novembro na Alemanha. Além do gêlo, dos adversários, das viagens, sempre de trem, os brasileiros também jogaram com intervalos até de vinte e quatro horas.

Os jogos realizados foram os seguintes:

Em Munich – Atlético 3 x Munchem 1860 2.
- Gols de Lucas. Lauro e Vaguinho.
Em Hamburgo – Atlético 4 x Hamburguer Sport 0.
- Gols de Nivio 2. Alvinho e Lucas.
Em Bremer – Atlético 1 x Werder Bremem 3.
- Gol de Lucas.
Em Gelsen Kirchen – Atlético 3 x Schalke 1.
- Gols de Vaguinho 2 e Lucas.
Em Viena – Atlético 0 x Rapid 3
Em Viena – Atlético 2 x Sarrebruck 0.
- Gols de Nivio dois.
Em Bruxelas – Atlético 2 x Anderletch 1.
- Gols de Vaguinho 2
Em Brunswick – Atlético 3 x Brunswick 3.
- Gols de Vaguinho. Alvinho e Murilinho.
Em Luxemburgo – Atlético 3 x Seleção local 3.
Gols de Vaguinho. Nivio e Lauro.
Em Paris – Atlético 2 x Red Star 1.
- Gols de Lucas e Nivio.

O Atlético Mineiro marcou 23 gols e sofre 17. Seu artilheiro foi Vaguinho com sete gols. Marcaram ainda: Nivio 6. Lucas 5. Lauro e Alvinho 2. Murilinho 1 gol.

Comentário: Fora o Anderlecht, o Schalke 04 e o Werder Bremen eu não conheço nenhum dos outros times;

Comentário 2: o torneio era uma esécie de sub-Conmebol da época;

comentário 3 : viva o lendário mão de onça.



Escrito por Ogro às 14h15
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Jim Malone e a maldita ansiedade

 Ao Demas, que falou da ansiedade neste fim de campeonato

 

Vendo o São Paulo empatar com a Ponte Preta, na outra quarta-feira, senti muita falta de Jim Malone. Foi ele quem me ensinou como controlar a ansiedade. Lembro-me como se fosse ontem. Estava com insônia por causa de um maldito vestibular. Andava pela casa às 2h da manhã, voltava à cama. Acordava de novo, ligava a TV, abria um livro. Nada. Até que, por um tiro do destino, a insônia da ansiedade trouxe a solução. TV ligada e o som dublado de “Os intocáveis”. Um Elliot Ness nervosíssimo andava de um lado para o outro na espera da primeira batida contra um carregamento ilegal de bebida da gangue de Al Capone. Malone viu que aquele nervosismo do Elliot Ness ia dar merda. Catou o “chefe” pelo colarinho, mirou o fundo de seus olhos e disparou: “Não espere que aconteça, nem torça para que aconteça. Apenas preste atenção quando acontecer”.

Eu já tinha visto o filme uma vez, e não havia compreendido o sentido real daquela frase. Mas, naquela noite, ao ouvir Malone dublado num Corujão foi como se aprendesse uma grande lição. De nada adiantava ter decorado o maldito caminho do sangue dentro do coração, a tabela periódica e todas aquelas revoltas brasileiras de outros séculos (as farroupilhas, sabinadas e balaiadas)... Se na hora da decisão a ansiedade me tirasse do sério. A ansiedade joga a gente entre as incertezas de um possível sucesso ou de uma inexorável derrota. A ansiedade fica golpeando a nossa sorte. Joga a gente de um lado para o outro, como se, no fundo, tudo pudesse dar errado.

Agora, foda-se a história do vestibular e vamos ao que realmente interessa.

Malone nunca foi ao Morumbi, mas quando fui à final da Libertadores, me lembrei o tempo todo daquela frase. Ela me dizia que não adiantava esperar que a vitória chegasse, apesar de eu pensar desesperadamente na vitória naquela noite. Malone dizia que eu deveria apenas prestar a atenção no que estava acontecendo. E isso com os argentinos mandando bolas na trave no segundo tempo, e o placar apontando um apavorante zero a zero. “Apenas preste atenção”, pensava eu, no alto do terceiro anel do Morumbi.

Respeitava muito o Malone porque não é qualquer um que, depois de levar 87 tiros em sua casa ainda se arrasta pelo chão, escreve pistas num papel e, no momento em que deveria pedir uma ambulância, ou um último gole de uísque, virou-se para o Eliott Ness e disse, com a garganta arrastada: “E, agora, o que você vai fazer?” (“And now, what are you prepared to do?”)

A verdade é que Malone teve uma das cenas de morte mais impressionantes da história do cinema. Não é à toa que deram um Oscar para o Sean Connery e tudo o mais. Mas, naquela noite, no Morumbi, chegamos aos pênaltis e “Foda-se, Malone!”, pensava eu, enquanto o Ronaldão se preparava para bater o seu. Ganhávamos de 2 a 1 e, mesmo assim, o Leo, ao meu lado, abaixou o rosto pra não ver. Ronaldão mandou no centro do gol e o goleiro Scoponi pegou. Batida ridícula. Desilusão total na torcida para, logo em seguida, gritar o nome do goleiro novamente. “Não espere que aconteça”, insistia eu, mirando o Zethi, três anéis abaixo. E o Zethi pegou o pênalti do Gamboa, um dos zagueiros mais técnicos e, ao mesmo tempo, mais cafajestes daquela Libertadores.

Ganhamos, é verdade. Foi por que controlamos a ansiedade? Não sei ao certo. Na saída do estádio, pensei se não foi sorte. Tem aquela história de pênalti ser loteria. Também não compreendo até hoje como caiu no vestibular o exato caminho do sangue pelo coração. Baita sorte.

Mas, no dia seguinte à final, li que o preparador de goleiros, o lendário Valdir de Moraes, ficou atrás do gol do Zethi com um pedaço de papel. Na fase anterior, ele havia viajado para a Colômbia para acompanhar cada cobrança dos argentinos. Viagem feita, o Valdir cantou para o Zethi onde cada argentino iria bater. Foi tudo planejado, pensei. O fato é que o Jim Malone daria um belo preparador de goleiros. Deveríamos colocá-lo no banco ou na quarta-zaga. Muricy: No domingo, em Goiânia, leve o Malone no banco. Xô, ansiedade!!



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Jubas às 16h51
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Oswald de Souza

Já pode gritar "É Camp...!!!"?

Escrito por Demas às 09h05
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O FUTEBOL ARGENTINO E SUAS RIVALIDADES HEPÁTICAS

  Uma torcida organizada de um time (Gimnasia y Esgrima) ameaça de morte os jogadores de seu time (e as suas famílias) para que PERCAM uma partida e assim acabem com as chances do grande rival. Eu só me lembro, por aqui, de um certo mau-humor contra o Grafite, quando ele salvou um certo time de cair para a segundona do paulistão. O resultado do jogo foi 4x1 para o Boca, cuja torcida se recusou a comemorar eufóricamente os gols, diante da situação tétrica.



Escrito por Ogro às 13h27
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Boas novas.

Senhores:

Lembram-se do texto que escrevi há pouco tempo, sobre a ansiedade no fim do campeonato?

E sobre a angústia de pensar o meio de campo sendo substituído por jogadores medíocres, indicados por agentes gananciosos?

Foi isto o que disse: "O meio de campo só se acertou no final. É lento, mas pelo menos não abusa de firulas. Mas resta a ansiedade: é quase certo que os mais competentes na meia sairão no ano que vem para a vinda de novos contratados, indicados por agentes que só buscam o leite mais gordo. Um dó de fazer chorar."

Pois bem, bolonistas, alvíssaras! Hoje é um dia de comemorações. Um dos mais habilidosos meias acaba de renovar o contrato. O primeiro grande acerto da diretoria.

Que venham mais!

http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2006/nov/08/205.htm



Escrito por Demas às 15h15
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MERA CURIOSIDADE

 Aproveito a nota do Demas

 A rede Carrefour parece ter uma certa tara por estádios de futebol. Há algumas décadas, comprou o Viejo Gasômetro, então o estádio mais tradicional de Buenos Aires, do San Lorenzo, para a construção de uma unidade da rede. O San Lorenzo construiu o Nuevo Gasômetro, no distante e perigoso bairro de Bajo Flores.

 No livro "Futebol ao sol e à sombra", Eduardo Galeano narra uma emocionante visita do cracaço Sanfilippo, maior ídolo "cuervo" ao supermercado e as lembranças dele, em cada gôndola, imaginando os lugares do velho estádio e os gols que tinha feito, descrevendo através de movimentos cada um deles para uma platéia de clientes espantados e emocionados. Vale ler.

Obs: Diferentemente da pequena Briosa, o San Lorenzo coloca 20 mil pessoas numa cancha brincando.



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 11h51
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Pit Stop.

Folha de São Paulo, 08 de novembro.

"Nova casa. A Portuguesa Santista negocia com o Carrefour para a construção de um supermercado na sua sede. Em troca, a rede faria um estádio em cima de seu mercado para até 20 mil pessoas."

Trata-se, indiscutivelmente, da melhor piada de português do ano.

Dá gosto imaginar certas torcidas organizadas, frustradas após uma derrota, passando pelo meio de um supermercado.

Ou antes do jogo. Sabe como é, para dar uma abastecida.



Escrito por Demas às 10h11
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O Time, o craque.

Bolonistas Capitais...

 

Algumas anotações sobre o campeonato, absolutamente desnecessárias. O campeonato não tem artilheiro. É engraçado, mas o campeonato não tem um destaque individual. Os times que estão na ponta da tabela não se diferenciam dos demais por ter um ou outro craque deslumbrante. Os times da ponta são... Times. Sim, São Paulo, Internacional, Grêmio, Santos e Paraná são times, são agrupamentos ordeiros, aparentemente bem treinados e com bons elencos. Não há um Carlitos neste campeonato. Aliás, vai ser difícil apontar o craque do certame. O São Paulo é um time equilibrado, tem Mineiro e Josué e tem uma obstinação tática cativante. O Internacional tem Fernandão, é verdade. Mas o avante mais inteligente do país compõe o esquema do Abelão e joga para o time. O Grêmio é força, coração, paciência e Lucas. O Santos é Luxemburgo, para o bem e para o mal. O Paraná é conjunto. Não há Romário. Há um centroavante somo o Sousa, útil para o esquema, mas não um artilheiro nato dos sonhos pueris das torcidas. Assim como Aloísio, o grandalhão do Tricolor, que é referência importante e fundamental de área, mas irritantemente especialista na arte do cai – cai.

 

Os fiascos do Campeonato, Flu, Palestra e Timão, nesta ordem, eram times que precisavam de seus craques, pois não tinham time. Todos tinham em comum a dependência ao craque, que faltou ou se ausentou, se contundiu ou, simplesmente, cansou. Pet, Edmundo, Baier e Tevez ou Amoroso são exemplos do que não deu certo neste certame.

 

Vejam o Fortaleza, lá na rabeira. Lúcio é dos jogadores mais impressionantemente habilidosos por essas praias brasileiras. E só. O time do Fortaleza parece um catadão de aço. Vasco, Goiás, Atlético do Paraná tiveram relances. Todos, times. E os craques? O Cruzeiro tinha Alex. O Santos, Robinho. O Timão, Tevez. Este campeonato de 2006 não terá esse jogador. Mas terá um time. Isso é bom? Sei lá.

 

O que importa, muito, é que o Treze andou a escorregar na Terceirona...

07.11.06



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 11h58
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É impressão minha ou...

Já não está na hora de o Internacional ir para o Japão*?

(* pqp)



Escrito por Demas às 09h11
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Os campeões mundiais de Botão

Ano Campeão - Vice - Final - Craque* - Artilheiro

1992 - Alemanha - Holanda - 3 x 1 - Mathaus - Mathaus (12 gols)

1993 - Colômbia - Alemanha - 1 x 1 (3x2pênalties) - Higuita - Bebeto(9gols)

1994 - Colômbia - Canadá - 4 x 3 - Rincon - Kolyvanov e Scifo (8 gols)

1995 - Brasil - Holanda - 3 x 0 - Mazinho - Salenko e K.Anderson (7gols)

1997 - Rep. Tcheca - Iugoslávia - Poborsky - Poborsky (10 gols)

1999 - Brasil - Bulgária - 4 x 2 - Ronaldo - Okano, Polster e Karpin (7gols)

2001 - Brasil - Itália - Romário - Romário (11 gols)

2003 - Uruguai - Romênia - Recoba - Allback (8 gols)

2006 - Romênia - Uruguai - Chivu - Klose (11 gols)

*Eleição feita pelos especialistas da International Board of Botão´s Table

Fonte: Fiba (Federation International of Botão Association).



Escrito por Jubas às 16h42
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sem comentários

AMÉRICA - MG
América Mineiro
Fundação: 30/04/1912

Hino do Clube
(Vicente Motta )

Mantendo nosso espírito esportivo
Social e cultural
Vamos cantando o hino do América
Tão famoso e tradicional
E cantando nossa música querida
Vibrando com amor no coração
Enaltecemos assim a nossa equipe
O nosso América - Deca-campeão...
As tuas cores são alvi-verde
Tua torcida feminina é demais
A tua classe aristocrata
É quem fulmina os teus rivais
América... és o maior
Teu futebol é sensacional
Cantamos para o mundo inteiro
Tu és a glória do esporte nacional
América.


(Fernando Brant e Tavinho Moura)

Meu coração é verde e branco
E assim o jogo está em minhas mãos
Sou americano sim, desde menino
Eu grito é gol, é gol, é gol,
Para sempre vou viver cantando
É do América o meu coração
É do América o meu coração
Na grama verde a vida sonha
E a bola branca beija a rede da paixão
Quem americano é sabe o caminho
E grita é gol, é gol, é gol,
Para sempre vou viver cantando
Deus salve o América
Deca-campeão
Deus salve o América
Nosso campeão



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 16h09
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Notas estapafúrdias - 1

Gandula, esse injustiçado

A função de gandula surgiu depois da construção do Maracanã. Muitas bolas caíam no fosso e precisavam ser apanhadas por alguém. A origem do nome também é antiga e curiosa: o Vasco trouxe da Argentina um atacante chamado Gandula. Ele nunca se adaptou ao modo de jogar do time e permanecia a maior parte do tempo à margem do campo. Acabou virando apelido de quem não joga.



Escrito por Ogro às 16h06
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LUTO

PERSONAGENS INCRÍVEIS QUE A GENTE NÃO CONHECE

Alberto Spencer foi, disparado, o maior goleador da história das Libertadores, tendo anotado 48 tentos, entre 1960 e 1970 pelo Peñarol e mais 6, nos anos de 71 e 72 pelo Barcelona de Quayaquil, sua terra natal. Era um craque, um matador, num momento em que o futebol equatoriano jamais sonhava em ir a uma Copa do Mundo (e ele jamais renunciou a sua nacionalidade). Morreu de insuficiência cardíaca nesta sexta. 

                                                   

 

 



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 15h51
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Resultados inesperados nas semifinais do Mundial de Botão: a eficiente Suécia perde para a Romênia (2x1) e a favoritíssima Alemanha perde para Portugal (3x1). No detalhe, gol de Nuno Gomes.



Escrito por Jubas às 11h13
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Autoriza o árbitro e começa o espetáculo: a surpreendente Romênia e o raçudo Portugal na final.



Escrito por Jubas às 11h05
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Logo nos primeiros minutos Chivu recebe uma bola no meio campo, avança e, de longe, acerta o ângulo do goleiro português. Inacreditável: Romênia 1x0.



Escrito por Jubas às 10h57
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Ainda no primeiro tempo, Pauleta tabela com Cristiano Ronaldo e toca na saída do goleiro Lobont. Empate português.



Escrito por Jubas às 10h50
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Dá pra acreditar que, com a bola praticamente encostada em seus pés, Munteanu acertou o ângulo direito do goleiro Ricardo?! Romênia 2x1



Escrito por Jubas às 10h43
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Gol de rebote do seu campo de defesa: um lance dificílimo, Mas o zagueiro Ricardo Carvalho acertou no cantinho, para a felicidade de Felipão. 2x2



Escrito por Jubas às 10h35
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O gol do título: minuto final, após a cobrança de escanteio, Chivu recebe e bate no estilo folha seca. Festa nos Cárpatos: 3x2!!



Escrito por Jubas às 10h29
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Foto oficial do título: Lobont; Rat, Tamas e Petre; Petrescu, Contra, Chivu e Cocsis; Munteanu, Mazilu e Mutu.

 



Escrito por Jubas às 10h23
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