Os Bolonistas


Notícias do lado de lá do Prata

 É interessante que um país bicampeão mundial, com um campeonato local disputado, com estádios sempre cheios de apaixonados, que cantam durante todas as partidas, com diversas equipes com tradição em Libertadores, possa ter três quartos de sua população torcendo apenas por Boca e River.

Boca Juniors continua com maior torcida da Argentina, diz pesquisa
da France Presse

O Boca Juniors ainda é o time de futebol de maior torcida na Argentina, seguido de perto por seu arqui-inimigo River Plate. As duas equipes concentram 75% dos torcedores argentinos, segundo revelou uma pesquisa divulgada na segunda-feira.

De acordo com o Sistema Nacional de Consumos Culturais da Secretaria dos Meios de Comunicação, 41,5% dos argentinos torcem pelo Boca, e 31,8%, pelo River Plate, com o Independiente ficando em terceiro lugar, com apenas 4,8%, à frente de San Lorenzo (3,3%), Racing (3,2%) e Vélez Sarsfield (1,2%).

Os demais times somam 7,2%. 6,8% dos argentinos não torcem para time nenhum. A pesquisa ouviu 3.051 pessoas em todo o país.



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 00h41
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Três, Dois, Um... Ela joga mais que o Cannavaro

 

Parabéns, Dona Marta!

Lembraram que o jogo se joga com os pés. Não escolheram ninguém da seleção campeã. No masculino, quase um sorteio entre aqueles que não tem craques. Não tiraram o título do amarelão das finais. Aqui no Brasil, mais que uma dúzia passam pelo Ceará, o melhor jogador do mundo, não. O bom boleiro carequinha deu cabeçada e perdeu a homenagem. Enfim, a premiação mais insossa dos últimos anos, se não fosse pelo exemplo de vida e o belo jogo da moça das Alagoas.



Escrito por Renato às 08h23
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Retrato do melhor jogador do Mundo

 
Alessandro della Valle/AP
 
 
Na Copa, ele deu 0 dribles. Isso mesmo: 0. Zero. Rosca.
Por outro lado, foi o único da Azzurra a jogar os 90 minutos de todos os jogos
(e os 120 da prorrogação com a Alemanha).
Fez mais de 17 desarmes por jogo e, se ele estivesse na nossa defesa dificilmente Henry, o Tierry, entraria tão livre na nossa área.
Afinal, Cannavaro ajeita a sua meia na canela dos adversários.
Seu lance marcante na Copa: menos de um minuto de jogo contra a França dá uma sova no Henry que quase desmaia. 
É final de Copa, porra!!
Seu último jogo antes do prêmio Fifa: o Real joga contra a eterna promessa, o Espanyol. Aos 4 minutos, um atacante adversário corre contra o gol. Cannavaro dá uma voadora, acerta o atacante, a bola e uns tufos do gramado. Ele se levanta como se não tivesse acontecido nada. A turma do Espanyol pede vermelho, dada a violência da entrada. Mas, é começo de jogo e o juiz resolve amarelar. Já aos 8 minutos Cannavaro se atira na bola para evitar um cruzamento. Põe o corpo todo, cabeça, tronco, braços na frente do atacante. O Juiz dá bola na mão e expulsa o italiano. Inconformado, ele gesticula que foi bola na cabeça. Mas, não tem jeito: expulso em oito minutos!! O curioso: a TV mostra que foi com a cabeça. Cannavaro tinha razão. Pecatto!!
 
 


Escrito por Jubas às 18h27
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Bonito, muito bonito...

PARABÉNS MASSA COLORADA!!!!

 Guilherme, pra você!

 



Escrito por Pedrão às 13h17
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O abacate e as contas do Lula

Cheguei ao TSE e havia uma imensa lista com letras garrafais. Dizia o nome das empresas ao lado de cifras de tantos mil ou milhões de reais. No alto, o nome da Vale do Rio Doce. Depois, da empresa Deicmar (aquela da polêmica doação de 10 mil que causou a reprovação das contas do PT). Em seguida, a Construtora OAS, o Instituto Brasileiro de Siderurgia... E a lista ia do alto de uma imensa parede até o chão, com uma fila desorganizada de jornalistas à sua frente, anotando tudo, repassando as cifras e os nomes das empresas pelo celular. Foi então que vi, logo depois do nome da OAS: Abacate. “Abacate do Lucas”, dizia a lista. E, ao lado direito, a fotinho do abacate, verde, com uns pontinhos pretos.

Nesses dias corridos de final de ano, acordamos com as tarefas penduradas pela mente. Você tem que trabalhar: ir ao tribunal e pegar a lista das empresas que fizeram doações “contestadas” para a campanha do presidente Lula. E você tem que tocar a vida em casa: a Viviane tinha me falado que, aos cinco meses, o pequeno Lucas ainda não come abacates. Pior do que isso: ela tinha me falado que “abacate é pura gordura”. Nada de abacate para o pequeno, mas o tal do abacate apareceu numa manhã na minha mente no meio da lista de empresas com doações contestadas pelo TSE.

Devo ser louco, ou um pai dedicado. Não sei ao certo. Sei que, todas as semanas, tenho que comprar uma série de legumes para o pequeno. Inhame, batata doce, abobrinha, beterraba, laranja lima. Atenção! Não é laranja pêra, mas lima. Tenho dificuldade em me lembrar disso porque acho que a lima é mais ácida do que a pêra e, vira e mexe, compro a laranja errada. Depois de comprar a laranja errada algumas vezes, quis acertar nas outras frutas e, fatalidade, cheguei com um abacate. Erro, erro, erro. É preciso refazer as contas. É preciso refazer as compras.

Lula chorou, ontem, no TSE. Jornalistas sempre duvidam. São céticos por profissão. MAs, me pareceu um choro sincero. Depois, outras falas, que me pareceram igualmente sinceras. De que o milagre brasileiro e os anos JK criaram crescimento, mas também criaram inflação. Mesmo um pouco confusas, são falas que me parecem sinceras. No meio do bololô de jornalistas – aquela muvuca incompreensível que se move como se fosse uma grande bolha gravitando em torno do presidente, com seus tentáculos de gravadores e câmaras planando no ar – me pediram para ver a foto do Lucas. Peguei o celular e um toque irritante me desviou do pequeno. “O que ele falou?” "Quanto vamos escrever?" Falou o presidente as curiosas retóricas de sempre. Falaram alguns ministros, sempre no meio do incompreensível bololô. Incompreensívesi frases, cortadas, editadas e, imediatamente, publicadas. E sumiu a jornalista que me pediu para ver a foto do pequeno Lucas. Logo, vi também que deveria sumir. Jornalistas sumindo, está na hora de escrever. O TSE esvaziou. As contas serão “objeto de recurso”. As compras serão eu, em pleno horário de almoço de sexta-feira, no sacolão da Asa Norte. Será que o pequeno come pêra? Não a laranja pera, a pêra mesmo?! Passo batido pelos abacates, dou a volta com meu carrinho da feira e volto para o tribunal.

 



Categoria: Cacos de Existência
Escrito por Jubas às 18h01
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A notícia do dia

Bolonistas cinéfilos,

 

Acordei. Pronto, página de esporte. O resto do jornal não tem novidades, nunca. Parece vinil riscado, só que lido. Sexta feira e a página de esportes é mais demorada. Entre uma nota e outra do Barcelona, crise já habitual nos Parques, e nada sobre o Tricolor, escapo os olhos para uns desses cadernos “culturais” com as opções de lazer na Paulicéia. A manchetona: “Estréia o novo 007”. Pronto. Ganhei a sexta. A semana. O mês.

 

Filme do James Bond faz parte da lista tríplice da vida de qualquer ser humano do sexo masculino que se preze. Pizza, também. A outra coisa, todos sabem, não vou ficar repisando o tema. Mas o fato que a estréia do novo Bond traz ator novo, o sexto a encarnar o melhor dos heróis.

 

Poucas personagens do cinema nos estendem tão bem. O agente secreto britânico é tudo aquilo que queríamos ser. Tá certo, o Bond nunca foi jogador de futebol. Mas o resto....

 

Qual seria o time de futebol do James Bond? Que ele gosta de futebol, inevitável concluir. Afinal, inglês que não gosta de futebol não existe. Ou melhor, se existe, não é confiável. Como nunca desconfiei de 007, o cara gosta do futebol. Deve torcer por um desses times de bairro, o Fullham, por exemplo. Fanático.

 

Como trabalhar, depois de saber de tão auspiciosa notícia? James Bond nas telas. Na tela grande. E nas sessões da tarde, as salas devem estar repletas de vazios estratégicos. Desconfio que o Internacional de Porto Alegre será campeão do mundo. Desconfio que o Ronaldo Gaúcho será eleito pela terceira vez consecutiva o melhor do mundo. Desconfio que o Gaúcho não jogue na seleção porque existem muitos abutres a aporrinhá-lo. Desconfio que o Mineiro não renova. Desconfio da crise nos aeroportos. Desconfio. Mas, convenhamos, tem estréia do novo 007. “Cassino Royale” é muito mais fundamental do que qualquer ata do COPOM. Licença para matar, qualquer assunto.

 

Enfim, seria importantíssimo que alguém convencesse o Mineiro a ficar. Fundamental. Essencial. Do contrário, vou pensar seriamente em rever os clássicos “Satânico Dr. No” e o “Espião que me Amava”. Boa sorte! Bom filme.

 

15.12.06



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 17h05
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Saudades de mais um craque

Seu Sivuca, um grande abraço,

Vais tocar em outro paço

A sanfona em seu compasso.

O nordeste chora e cala,

Quieto o fole não dispara,

sobra silêncio, música rala.

Forró e jazz no acordeão

Fizestes do som profissão

Belo labor em cada mão

Mostrando ao mundo o baião.

Saudações a Seu Lula,

Seu Jackson e Seu João,

Vocês tocando na lua,

E eu chorando no chão.

 



Escrito por Renato às 11h54
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E o famoso Boca medrou. E feio...

Escrito por Amaral às 16h47
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Glória do Desporto Nacional

Bolonistas Japoneses....

 

Depois de colher as primeiras impressões de Barcelona e América do México, não consegui resistir à tentação do palpite: O Internacional será campeão do mundo.

 

O time do Internacional fará o jogo da vida no Domingo. E o Barcelona, somente mais uma partida de exibição de seus talentos individuais.

 

No Inter, os goles serão de Falcão, Fernandão, Gamarra e Mauro Galvão. O Rei de Roma será coroado o Rei de Tóquio. Será uma festa pagã das mais bonitas nas terras gaúchas.

 

É verdade que os gremistas estarão fulos. Mas todos reconhecem que depois da inapelável goleada perpetrada contra os mexicanos, o time catalão já fez o que devia fazer em terras asiáticas: dar show. A única chance do Grêmio era uma exibição pífia do Barcelona. Vai dar Internacional, caixa.

 

Não há como negar que Abelão merece como poucos este título. Abel Braga é um técnico precioso, desses que não cantilenam milongas e bajulações de si mesmo. Abelão coloca os times dele para jogar para frente e já foi premiado por isso. E também apupado. Abel Braga é o técnico campeão do mundo.

 

Ok. Nem o mais renomado dos otimistas colorados concordará com estas previsões. Torcedor, e chato como todos, dirá que o título virá de um jogo suado, de uma batalha heróica, de uma guerra. Eu, “nostradamus” que sou, apenas digo que o título já é do Internacional. O colorado ganhou o caneco na bela exibição do Barcelona, hoje. Podem dizer que fiquei louco, que estou insano e recomendar internação. Mas futebol é ciência. E a ciência diz, categoricamente: O Internacional de Porto Alegre é o novo campeão do mundo de Futebol. E, digo mais, o carro do jogo ficará com o Clemer, o mais decisivo dos goleiros franqueiros de todo o universo. Fato. E contra fatos, não há argumentos.

 

Parabéns aos colorados. Agora, no Brasil, o clube dos campeões do mundo terá mais um time. E o Rio Grande do Sul terá um glorioso empate de tradições.

 

Do contrário? Nélson concordaria comigo, novamente: Pior para os fatos.

 

14.12.06   



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 12h20
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Há 14 anos, num outro dia 13...

Raí marca de falta o 2º gol do São Paulo F.C. na vitória de 2 x 1 sobre o F.C. Barcelona na final do Mundial Interclubes 1992 em Tóquio no Japão.



Escrito por Jubas às 19h18
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Deu pra ti?

Não tenho nada contra gaúcho. Nenhum me deve dinheiro, não devo favor a nenhum.

Tenho até um vizinho que conhece um gaúcho. Jura que é ótima pessoa quando não bebe. Pra mim basta para saber que os gaúchos são gente honesta e séria.

O reforço é só para deixar claro que a única razão deste post é a simples curiosidade jornalística.

Deixo duas pérolas.

A primeira: o lindo uniforme do campeão gaúcho de futsal, o Horizontina, que derrotou a valente equipe de Carlos Barbosa no último sábado.

A segunda saiu do forno há instantes. A comemoração dos jogadores do Internacional após a vitória sobre o Al Ahly, pelo Mundial. Uma comemoração eufórica.

http://www.youtube.com/watch?v=Av5xEWiyQ3Y


Escrito por Demas às 12h17
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Notas Sobre Um Texto Que Não Sai

Bolonistas,

Nem me lembro mais. Já faz tanto tempo que cá escrevi que a memória dista. Até o assunto, não me lembro. As vezes, nesses dias que nada parece fazer sentido, tento escrever algo por aqui. A letra não sai, a frase não dá as caras e, o pior, o verbo não dá a menor pelota para minhas conjecturas. Já faz tempo, eu sei. Mas não há palavras conexas nas minhas idéias. Não há.

Resolvi ler e reler nosso diário. Os assuntos, os tópicos, as saudades. As agruras. As certezas e as incertezas. Os comentários, por vezes, e muitas, melhores que o próprio texto. Texto que não sai. Travado. O ano de 2006, para minhas memórias, é absolutamente esquecível. Infeliz. Triste. Indubitavelmente em dúvida. As idéias insistem em não descer para o teclado. Enfim, desisto.

Desistir, como? Não há lugar melhor no mundo para se escrever do que o nosso diário. Me pergunto onde estarão os bolonistas nesta noite de terça feira. Onde? Estão todos aqui, comigo. Concluo. Cada pedaço de letra que escapa do teclado é o Deco. Por onde anda o Massoneto?

Lembrei que não disse do título. Bolonistas do Mundo Todo: O São Paulo Futebol Clube é quatro vezes campeão nacional de futebol. O único time do país a ganhar ao menos um título nacional por década. Não é pouco. O Tricolor vira mito, dia a dia. Nas crônicas de história, o São Paulo é a página mais vitoriosa. Rogério Ceni é imortal. E Josué e Mineiro são tal qual queijo e goiabada, Burt Lancaster e Kirk Douglas, papel e caneta. O problema de 2007 é não ter Mineiro, o que, infelizmente, se desenha probabilidade real.

Lembrei que no dia do título, naquela festa contra o Furacão, a Dani pregou uma das maiores peças do universo futebolístico. Lá pelas tantas, boteco com umas quinze pessoas, Leandro comemorando o caneco nas traves do Cícero Pompeu, a moçoila grita, comemorando: "A próxima rodada é por nossa conta!!!!". Confesso que os garçons ficaram estupefactos e os convivas do boteco em euforia. A rodada, pagamos. A alegria do título, confesso, foi saborosa.

Lembrei do Jubas. Nasceu o pequeno. O primeiro título dele. Delícia de ano. O Ogro, então, nem me fale. Deve ter sido o menino de sempre ao rir pela Capital Federal, solenemente demonstrando a soberba tricolor. Que saudade do Renato, que aliás anda desaparecido...

O ano teve o Galo. Importante não esquecer do time mineiro. Na verdade, é bem verdade, que o Galo pouco me importa. Mas o meu celular testemunhou o Franklin e sua imensa festa pela conquista. Poxa, há poucas coisas que se comparem a felicidade do futebol transmitida na voz ébria de um puta amigo. O Pedrão, então, nem vale: O cara estava no Maraca no título da Copa do Brasil, vencendo o maior rival. Quer coisa melhor? Eu, modestamente, acho a Copa do Brasil um Torneio de Verão. Despeito? Sei lá. O fato é que o Pedrão estava lá. "Obina é melhor do que o Eto." Não tenho a menor dúvida.

O Caubas, o Zecons e o Fernando. Poucas vezes deixei de rir com a desgraça do Timão. Sempre achei aprazível a derrocada monumental do time do Parque São Jorge. Mas, o inexorável, não há como rir da conexão MSI-Timão. Tenho cá comigo que nenhum corintiano merece esta triste página, por mais chato que seja. E, convenhamos, corintiano costuma ser chato. O Corinthians, o Sport Club Corinthians Paulista, o clube da Fiel, não merece esta meleca. Confesso, senti dó. E dó no futebol é o pior dos sentimentos!

Pena, mas pena mesmo, que a minha pena esteja em silêncio. As idéias não saem. A letra não se escreve. O texto não se faz. Queria muito um abraço, de todos. Imagino que bela página o nosso Bella não descreveria com um brinde monumental: "Aos Bolonistas!".

Vou dormir. Talvez amanhã acabe o jejum e volte a escrever. Sobre o futebol de todos nós.

12.11.06



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 23h20
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Viva Chile y a la mierda Pinochet!!

AFP

QUE O DIABO ESTEJA EM SEUS DIAS MAIS INSPIRADOS!!!

A PROPÓSITO, JÁ QUE ESTE É UM BLOG DE FUTEBOL, RELEMBREMOS QUE ESTE CARNICEIRO SE AUTO PROCLAMOU PRESIDENTE DO CLUBE DE MAIOR TORCIDA DO PAÍS, O COLO-COLO E TRANSFORMOU O MAIOR ESTÁDIO DO PAÍS EM UM CAMPO DE DETENÇÃO E TORTURA DE PRESOS POLÍTICOS.

Estadio Nacional de Chile Stadium in Santiago de Chile



Escrito por Ogro às 15h24
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Só pra não dizer que não falei de bola

A rima é pobre

Parece um pesar

Tomara que o Mengão

Contrate o Nilmar



Escrito por Pedrão às 11h38
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Nine out of ten marabás make me cry

I´m alive



Escrito por Pedrão às 10h58
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Ogrão pra você

 

E pra vocês também



Escrito por Pedrão às 10h55
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Hey não que esteja receoso

foi algo que veio

escrevi

na parte de errar

isso foi charme

adoro cês todos

dia 20 tô aí

quero comemoração



Escrito por Pedrão às 10h54
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We always have to wait ‘till tomorrow

 

We’re not that strong

 

Começo essa estória

Chegando à uma conclusão

Não importa minhas doideradas

Sou careta

 

Pra não fazer essa rima

Precisei vencer

Minha caretice

Minha vergonha

 

Achei que tudo

Tinha que rimar

Valer, sofrer

Daí vi o mar

 

Minha pane me faz

Valente escrever

Depois da ladainha

Tenho que valer

 

Talvez o que não entenda

É que com vocês

Não preciso tentar

Vou errar

 

Ta na cara

Nossa saudade

Esconde várias vergonhas

As minhas

 

Depois de escrever

Bobagens de saúde

Volto embaraçado

Me jogando de altitude

 

Volto pro mar

Esse sempre carrega

Além da ressaca

O poder de perdoar



Escrito por Pedrão às 10h52
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"Não pulo nem boto o pé"

Diz aí: o 24 não é o típico veadinho?



Escrito por Demas às 14h05
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Parabéns Pri, parabéns corinthianada!

IGUAL A ESSA NÃO EXISTE!

Há 30 anos, Fiel invadia o Maracanã
Timão Web - Lielson Tiozzo

“Todos times têm uma torcida. O Corinthians é uma torcida que tem um time”. Nunca essa frase foi tão comprovada como há exatamente 30 anos atrás, quando a Fiel Torcida invadiu o Estádio Mário Filho, o Maracanã, no Rio de Janeiro, na semi-final do Brasileirão de 1976. No jogo entre Fluminense e Corinthians, mais de 70 mil corintianos saíram do Estado de São Paulo para o ver o Timão. Os que foram, voltaram felizes da vida e hoje estão cientes de que participaram do maior deslocamento humano em tempos de paz, de acordo com o Guinness Book .

Vamos aos fatos. Em 1976 faziam 21 anos que o Corinthians não comemorava um título. Dois anos antes, a equipe do Parque São Jorge perdeu para o Palmeiras na decisão do Campeonato Paulista. A derrota corintiana fez com que um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, Rivellino, fosse considerado culpado e posteriormente transferido do Timão para o Fluminense.

Em 1975, o Corinthians não foi bem nas competições em que participou. Mas, no ano seguinte, a equipe comandada pelo treinador Duque deu um show de raça e chegou à fase decisiva do Brasileirão. A Fiel ficou entusiasmada com a possibilidade de quebrar o jejum de títulos com uma conquista de nível nacional. Porém, as decisões finais eram em uma partida única, e pelas circunstâncias de classificação, o Corinthians iria disputar todas longe de São Paulo.

O adversário do Timão nas oitavas-de-final foi o Santa Cruz, no estádio do Arruda, completamente lotado. Com um gol de Ruço e outro de Vaguinho, o Corinthians venceu por 2 a 1 e avançou na competição. Na semi-final, o adversário era o forte Fluminense, que contava com um verdadeiro esquadrão. O ex-reizinho do Parque, Rivellino, era uma das estrelas da chamada Máquina Tricolor.

Para vencer o Fluminense e manter o sonho de ser Campeão vivo, o Corinthians precisava de algo a mais do que apenas jogar muita bola. A força do povo corintiano era mais do que necessária para levar o Timão ao triunfo. Sem se preocupar com a distância de São Paulo ao Rio de Janeiro, mais de 70 mil fiéis foram ao Maracanã, naquele domingo 5 de dezembro de 1976.

Os jogadores do Corinthians ao subirem no gramado ficaram impressionados. Todos espantados diziam: “nooossa”, segundo o ex-jogador e ídolo corintiano Basílio. Nem mesmo o gol de Carlos Alberto Pintinho para o Fluminense, aos 18 minutos do primeiro tempo diminuiu a empolgação da Fiel. Tanto que dez minutos depois, Ruço empatou o jogo com uma meia bicicleta.

A partida estava sendo muito disputada. O Fluminense era mais técnico, mas foi prejudicado pela chuva que castigou a Cidade Maravilhosa. Já o Corinthians se esforçou ao máximo para segurar o Tricolor Carioca no tempo normal e na prorrogação. A decisão foi para os pênaltis e o coração corintiano de cada torcedor bateu muito mais forte.

No gol, o Corinthians contava com Tobias. Ele nem era tão amado pela Fiel como passou a ser depois daquele jogo. De uma maneira extraordinária, o lendário camisa 1 do Timão defendeu as cobranças de Rodrigues Neto e Carlos Alberto Torres (Campeão com o Brasil na Copa de 1970, no México). Pelo Corinthians, Neca, Ruço, Moisés e Zé Maria converteram. Final: Timão 4 x 1 Flu. Apoteose nas arquibancadas do Maracanã, que estava mais para um Pacaembu ampliado, transferido para o Rio de Janeiro.

Os jogadores do Corinthians foram recebidos no dia seguinte no Aeroporto de Congonhas por mais de 10 mil torcedores. As avenidas nos arredores de Congonhas ficaram entupidas. Era uma festa digna de um time Campeão. O torcedor nem se incomoda de lembrar que o Timão perdeu a final para o Internacional, no Beira Rio, por 2 a 0. Vale mesmo lembrar que em 1976, a Fiel entrou para a história junto com o time.

A equipe do site Timão Web parabeniza todos os jogadores daquele heróico Corinthians de 1976. Os torcedores que participaram da Invasão Corintiana, tanto os que foram ao Maracanã, como os que ficaram em casa, também merecem os parabéns. Afinal, “tem coisas que só a Fiel é capaz”.

Ficha técnica:
5 de dezembro de 1976
Fluminense 1 x 1 Corinthians – nos pênaltis Flu 1 x 4 Timão
Local: Maracanã
Público pagante: 146.043

CORINTHIANS
Tobias, Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Ruço, Givanildo (Basílio) e Vaguinho; Romeu, Neca e Geraldão (Lance). Técnico Duque.


Fiel torcida faz a festa no Maracanã



Escrito por Fernando às 13h56
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PARA O JULIANO BASILE

 

Apodo: Sabaleros, Raza, el Negro
Fecha de Fundación:
5 de Mayo de 1905
Sede: Juan José Paso 3535 - Santa Fé
Estadio: Brigadier General Estanislao López "El Cementerio de los Elefantes" (con capacidad para 35.000 personas) Boulevard Zavalla y Pietranera (3000) - Provincia de Santa Fe.-



Escrito por Ogro às 08h42
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Just shoot me.

Craque da torcida?

Melhor meia-esquerda do campeonato?

Cê tá de brincadeira, né?



Escrito por Demas às 08h34
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Por uma cabeça de um jovem potrilho.

Bolonistas:

O nosso chapa Bóris, também conhecido pelo apelido Felipe Campbell, foi conferir Boca Jrs. versus Colón, no último dia 26. O Boca sapecou 4 a 1 e o Bóris registrou tudo. Vale a pena conferir as fotos em seu fotoblog (http://iphiscampbell.fotoblog.uol.com.br/index.html)

Não satisfeito em fotografar tudo, nosso chapa gravou uma cena insólita: a torcida do Boca cantando uma versão de "Aquarela do Brasil", e tascou lá no iutúbe.

Bem estranho:

http://www.youtube.com/watch?v=NO-rNG-5kh4

Pra mim é a mesma coisa de o Corinthians cantar uma versão de Por una Cabeza no Pacaembu.

Se bem que não é.



Escrito por Demas às 16h01
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Vejam que ranking esdrúxulo

Da Agência Estado...

 

São Paulo encerra o ano em 8.º no ranking mundial de clubes


Corinthians e Palmeiras caíram e terminaram em 54.º e 63.º, respectivamente

Eduardo Nicolau/AE
Ídolo, o goleiro Rogério Ceni renovou contrato com o São Paulo até o ano de 2010

PARIS - O São Paulo foi o único clube brasileiro a terminar entre os dez melhores times do ranking mundial da Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), divulgado nesta segunda-feira. Em comparação com a relação anterior, o clube do Morumbi subiu três posições e foi para o oitavo lugar, com 246 pontos.

A grande contribuição para a ascensão são-paulina foi a conquista do título do Campeonato Brasileiro. Já o Inter, que disputará a Copa do Mundo de Clubes da Fifa, a partir do próximo domingo, no Japão, terminou o ano em 14.º lugar. Dependendo do desempenho no Mundial, o clube gaúcho poderá voltar ao Top 10, uma vez que os resultados de dezembro só serão somados no ranking de janeiro.

Com as vitórias na Copa da Uefa e no Campeonato Espanhol, o Sevilha manteve a liderança e encerrou o ano como melhor do mundo, com 308 pontos. Em segundo lugar ficou o Milan, com 276. O Barcelona, do brasileiro Ronaldinho Gaúcho, que era o segundo colocado da IFFHS, despencou para o sétimo lugar - o time espanhol também disputará o Mundial da Fifa.

Dois dos grandes times do Estado de São Paulo encerraram o ano perdendo posições. Apesar da recuperação no Brasileirão, o Corinthians caiu seis postos e foi para o 54.º lugar, com 154 pontos. O Palmeiras, que escapou do rebaixamento com a ajuda da Ponte Preta, despencou nove posições e ficou em 63.º. Na contramão, o Santos subiu duas colocações e terminou em 92.º

Os dez melhores da IFFHS mais as posições dos clubes brasileiros:

1.º Sevilla/ESP - 308 pontos
2.º Milan/ITA - 276
3.º Roma/ITA - 269
4.º Inter de Milão/ITA - 268
5.º Liverpool/ING - 260
6.º Rapid Bucareste/ROM - 254
7.º Barcelona/ESP - 251
8.º São Paulo/BRA - 246
9.º Lyon/FRA - 246
10.º Arsenal/ING - 239
14.º Internacional/BRA - 220
50.º Goiás/BRA - 158
54.º Corinthians/BRA - 154
63.º Palmeiras/BRA - 138
80.º Atlético Paranaense/BRA - 130
89.º Vasco da Gama/BRA - 126
92.º Santos/BRA - 124
113.º Flamengo/BRA - 114
132.º Fluminense/BRA - 106
153.º Cruzeiro/BRA - 98
169.º Botafogo/BRA - 92
175.º Grêmio/BRA - 90
202.º Figueirense/BRA - 84
211.º Paraná/BRA - 82
293.º Juventude/BRA - 68
348.º Ponte Preta/BRA - 60




Escrito por Jubas às 10h45
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