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O campeonato nacional anda chato?
O seu time está de pernas para o ar?
A vida se torna sem sentido?
Ah.....

Ainda bem que nem tudo é tão perfeito...
Fonte da Foto: UOL - Agência Reuters.
Escrito por Amaral às 17h04
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Segunda longa...
Bolonistas em inferno astral...
O pior da fase ruim é que ela não ata, nem desata.
O que é aquilo no Morumbi? Jogo de bocha?
Porque não há dois volantes no meio campo do São Paulo?
Eu sou um cego. Não entendo nada. Mas não entendo!!!
E o que é o Internacional no Maracanã?
Ressaca?
O Gallo, treinador de algum futuro, errou quando saiu do Sport.
Errou feio.
Este pecado de não saber quando o próximo passo é um tombo inexorável.
Assim como o Zetti. O Paraná é líder.
O Zetti se consagraria levando o time para a Libertadores de 08.
No Galo, infelizmente, vai demorar para aprumar.
E a Ana Paula de Oliveira?
A moça é a coisa mais bonita do ludopédio tupiniquim.
E revendo o teipe do jogo com o Figueira, catzo...
Será que ela errou tão feio?
Ou será que ela é assunto e os abutres gostam de notícias desse naipe?
E cravo, sem pestanejar: Grêmio e Cucuta. Que os deuses dos meus cotovelos me ouçam. E viva o Zé Roberto!
28.05.07
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 16h27
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Azar do Cuca...
Em tempo.
Que tempo?
O segundo?
E meu torcer moribundo viu o Santos virar
Meu torcer vagabundo viu o Grêmio incendiar
E meu cotovelo dói. É de arrepiar.
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 11h52
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Charada do Deco
Quem é o cabra? Não é nacional e jogará logo mais em Atenas...
Na zaga: volante.
Na contenção: meia.
No meio: avante.
O "fulano" está à frente de seu campo.
Escrito por Amaral às 12h46
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Ao vascaíno Paulinho da Viola
Bolonistas: Sinal Fechado.
Olá, como vai?
E aí?
Tudo certo?
Tá certo.
Saiu o gol. O mil !!!
E qual foi o mais bonito?
Aquele, na Holanda.
É fato. Coisa de cinema.
E aí, o Timão, vai?
Não sei. O Carpegiani é um pouco Professor Pardal demais.
Verdade. Mas, no fundo, gosto dele.
É... mas ele inventa demais.
E tem o Dualib...
É... com esses aí é difícil o Timão ir.
E o Palestra?
Opa, pode surpreender. Mas não tem banco.
Fato. Mas acho que vence o Tricolor.
Muricy é muito teimoso.
É. Podia escalar dois volantes. Volante volante.
Irrita um pouco Souzas, Hugos, Hernandes, Richarlissons...
Irrita.
E o Doni?
Podia ter levado o Bruno. O cara é largo. E bom.
Ô. E o Santos?
Empate com gols.
Você acha?
Acho.
Xi....
E a Copa do Brasil?
Vou ser sincero...
Diga...
O Vesgo merece ganhar um caneco como treinador.
Pode ser.
Então... é isso?
Sim.
Ah... uma última...
Fala...
Pelé ou Maradona?
Leônidas.
Assim?
Sim.
Então, tá.
O sinal abriu. Ou o semáforo, para quem não é de SP...
22.05.07
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 17h57
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O melhor torneio até aqui...
Paulista, Carioca, Libertadores, Brasileiro...
Nenhum torneio supera a atual Copa Europa de Futebol de Botão.
Vejam os resultados da 1a Fase:
Grupo 1
Alemanha 3x2 Austrália (jogou como convidada da Ueba - United European of Botão Association)
França 3x2 Austrália
Alemanha 6x3 França (virada incrível após um 1o tempo em 2x0 p/ a França)
Grupo 2
Sérvia 3x1 Polônia
Áustria 2x1 Polônia
Sérvia 1x2 Àustria
Grupo 3
Portugal 4x6 Eslovênia (Felipao caiu após esse jogo)
POrtugal 1x1 Inglaterra
Inglaterra 3x1 Eslovênia
Grupo 4
Suíça 3x3 Ucrânia
Ucrânia 3x1 Tcheca
Tcheca 3x3 Suíça
Grupo 5
Rússia 4x1 Israel
Bélgica 4x1 Israel
Rússia 3x1 Bélgica
Grupo 6
Dinamarca 5x2 Noruega
Holanda 1x1 Noruega
Holanda 2x1 Dinamarca
Grupo 7
Irlanda 3x1 Irlanda do Norte (clássico local)
Itália 3x2 Irlanda do Norte
Itália 10x0 Irlanda (primeira vez que uma seleção quebra o placar. Luca Toni fez 7 gols neste jogo)
Grupo 8
Croácia 3x3 Hungria
Croácia 3x1 Suécia
Suécia 3x1 Hungria
Grupo 9
Grécia 3x1 Turquia
Espanha 2x4 Turquia
Espanha 3x4 Grécia (Espanha eliminada)
Grupo 10
Escócia 2x6 Bulgária
Escócia 4x2 Romênia
Romênia 3x0 Bulgária
A segunda fase ficou assim...
Quatro grupos e os primeiros de cada um seguem à semifinal
Itália, Inglaterra e Romênia (classificada na repescagem)
Rússia, Dinamarca e Croácia
Alemanha, Ucrânia e Bulgária
Grécia, Áustria e Holanda
Estes 12 times foram confirmados no próximo Mundial da Fiba - a Federation International of Botão Association
Escrito por Jubas às 23h11
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1000 Gols...

-Aí parceiro, milão!
Pois é, o Baixinho fez o gol mil!
Parabéns pro craque. Certamente, como ele mesmo sabe, um dos maiores jogadores que o mundo viu jogar. Sou fã do cara e ponto.
Escrito por Renato às 15h01
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Charada do Amaral
"Gente boa. Provocador, às vezes exagera. Foi um ótimo volante e um lateral razoável. Hoje é um humorista".
Escrito por Demas às 14h52
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Reza braba
Bolonistas pimenteiras...
Estou a secar furiosamente o Santos Futebol Clube. O clube está prestes a se classificar para as semifinais da Copa que interessa.
Há, evidentemente, uma dor de cotovelo. Também furiosa. E há uma antipatia pelo Luxa que extrapola os limites do bom senso. Há o fato do Peixe poder igualar o feito heróico do São Paulo Futebol Clube, ganhar três vezes a Copa que interessa.
Mas bolonistas do mundo, há algo de especial neste time do Santos. E este algo pode fazer querer que o Santos ganhe. Não pelo Santos, que merece ser secado por todos os torcedores que não nasceram santistas de coração. O melhor sinal se admiração e respeito por um time de futebol é secá-lo. A piedade clubística é antes de tudo um sinal de desprezo.
E o que é este algo especial que o Santos ostenta? Trata-se do camisa dez do Santos Futebol Clube. Zé Roberto. Nos últimos jogos do Peixe tem sido raro não se emocionar com pelo menos uma grande jogada. Não há nada como o craque. Nada como a plástica. Nada como a doce inveja, pelo craque que não temos.
Portanto, queria muito que o Santos fosse eliminado da Taça Libertadores. Mas o fato é que queria muito que o Zé Roberto fosse o craque do campeonato, do ano e que ficasse com a taça. E que continuasse a jogar por aqui, no Morumbi, na Vila, no Canindé ou no Maracanã. Se for para mandar algum craque para a Alemanha, que os deuses da bola mandem o Luxa. Que é um craque, mas que não emociona.
Por falar em craque, pergunto aos convivas: Sai o milésimo?
E aposto fichas contra o Boca.
17/05/07
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 13h39
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Foi mal, tava na uol...


Ahhh... Eu me divirto!
Escrito por Renato às 01h17
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Não resisti.

Escrito por Demas às 17h34
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E os fatos???
O fato é que o campeonato nacional começou.
O fato é que poucos perceberam. Porque tudo é tão confuso na cabeça dos cartolas.
O fato é que o Flamengo tropeçou. E feio. E há receios que a massa não quer contar.
O fato é que o Timão venceu. E convenceu? Não. Foi um dos jogos mais toscos que o Morumbi já presenciou.
O fato é que o Tricolor venceu, em estádio vazio. Mas não quer dizer nada. Pois trata-se de um time com evidente ressaca.
O fato é que ainda não há tantos assuntos.
Mas o blog anda tão jururu que é preciso inventar. Isso é fato.
E o Galo? Bem, não há muito o que falar... pergunte ao Simon.
Por fim, meu palpite na Copa do Brasil é o Figueira. Sou ruim de aposta, também é fato.
São os fatos.
Escrito por Amaral às 13h33
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Agora uma em paz... Pois aqui se abrça o inimigo como se fosse irmão!
Habitada por gente simples e tão pobre Que só tem o sol que a todos cobre Como podes, mangueira, cantar?
Pois então saiba que não desejamos mais nada A noite, a lua prateada Silenciosa, ouve as nossas canções
Tem lá no alto um cruzeiro Onde fazemos nossas orações E temos orgulho de ser os primeiros campeões
Eu digo e afirmo que a felicidade aqui mora E as outras escolas até choram Invejando a tua posição
Minha mangueira essa sala de recepção Aqui se abraça inimigo Como se fosse irmão
Escrito por Pedrão às 06h44
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E pra não esquecer das músicas, Aqui vai mais uma.
Miles from nowhere I guess I'll take my time Oh yeah, to reach there
Look up at the mountain I have to climb Oh yeah, to reach there.
Lord my body has been a good friend But I won't need it when I reach the end
Miles from nowhere Guess I'll take my time Oh yeah, to reach there
I creep through the valleys And I grope through the woods 'cause I know when I find it my honey It's gonna make me feel good
I love everything So don't it make you feel sad 'cause I'll drink to you, my baby I'll think to that, I'll think to that.
Miles from nowhere Not a soul in sight Oh yeah, but it's alright
I have my freedom I can make my own rules Oh yeah, the ones that I choose
Lord my body has been a good friend But I won't need it when I reach the end
Miles from nowhere Guess I'll take my time Oh yeah, to reach there.
Ele voltou! agora se chama Yussuf! Podem procurar...
Escrito por Pedrão às 06h14
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Isso aqui foi prum irmão botafoguense. Tenho que postar.
Tentei entrar no site do fogão! me cadastrei, fiz tudo. Não deixaram expressar minha mágoa! Nessa temporada, nossos presidentes se uniram contra a FERJ. Eliminamos juízes que nos fudiam. Infelizmente a federação escolheu dois que a gente tinha vetado. Nós tb vetamos!!!!!!!! O erro aconteceu no impedimento. Se não fosse final, teria passado. Ele errou. Reconheço. Não na expulsão! Dodo ouviu! O impedimento qualquer um poderia. Por que perderam justificam a derrota no juiz! BALELA!!!!!!!! Entendo vcs ficarem putos. Culparem o juiz. Eu faria o mesmo. Mas, meu velho, rolou. Os penaltis, a gente levou. E ponto!!!! Nossas torcidas nunca tiveram problemas. No metrô fui num vagão de botafoguenses. Brincamos. O tempo todo!!!! Nossa diretorias buscavam o mesmo ideal.
Agora vêm Montenegro dizer que achou ótimo o Flamengo ser prejudicado pois " ladrão que rouba ladrão tem perdão" ?!?!?!?!?! Que palhaçada é essa meu velho!!!! Mengão não roubou e nem rouba ninguém!!!!!! Nosso moto, nossa vida é na bola!!!!! Perdemos sim! Nossa vaga! Você viu a torcida! Não vou dizer quantos! Como a Raça diz:"Que torcida é essa!!!!!" Aí vocês passam na copa do brasil com erro do arbitro! Tranquilo. É coisa de jogo. Mas a postura de seus jogadores e, principalmente, da sua diretoria...... Me poupe!!!!!! Torço pra final da copa do brasil ser bota e flu. Mais um ano no Rio!!!!! Agora, comemorar minha derrota só por que perdeu o carioca..... Não era pra ser assim. Eramos amigos lembra? Pois é!
ACABOU O AMOR!!!!!! ISSO AQUI VAI VIRAR UM INFERNO!!!!!!!!!!!! Foda-se a fúria!!!! Pequenininha!!!!!!! Vai chorar muito!!!!!!!!!! Pode vir a cachorrada!!!!!!!!! Aqui é Raça!!!!!!!!!!!!
QUE TORCIDA É ESSA!!!!!!!!!!!!!!!
Escrito por Pedrão às 05h58
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Eu estava torcendo para o Botafogo. O Simon também! Sacanagem com o Galo.
Escrito por Fernando às 22h48
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Libertadores
Pai...Pai...Paiê!
Fala, filho.
Que foi?
Perdemos, filho.
Mas foi gol...
Foi, filho.
Então?
Eles ganharam fora.
Hã?
Foi. Eles fizeram três a zero na casa deles, entendeu? Três gols lá. A gente tinha que fazer três... Traz, traz mais uma...
Mas, mas, foi gol...
Dois, meu filho, dois. Do Renato. Bonito... Tô explicando pro menino, foi bonito.
Eu vi. Um chutão de longe, pai. Bituca falou, nem o Bruno pegava.
O primeiro jogo, cara, lembra? Papai ficou meio bravo. Sua mãe fazendo umas coisas, me trouxe sua camisa, seu tio tricolor indo para a cozinha...
Ei! Tô falando contigo! Não lembra?
A gente perdeu?
Foi. De três. Tinha que entrar e ganhar. O Santos ganhou. Tinha que jogar. Hoje jogou. Que nem homem. Seu tio vai falar que o time é ruim. Mas jogou. Tu não viu a torcida? Que bonito. Tu vai ver. Vou te levar...
A gente vai ganhar, né?!
Escrito por Renato às 00h48
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Tarô, búzios...
Bolonistas da América...
Coloquei o despertador ao lado do sofá. Ia pegar no sono, era inevitável. Afinal, meu time jogaria contra o Grêmio, em Porto Alegre, no Olímpico, num dia frio daqueles, estádio lotado e com um meio campo um pouco confuso. Portanto, meu organismo não agüentaria. Como uma espécie de depressão prévia, dormiria. No sofá. Mas o despertador estava pronto.
E nos sonhos não consegui deixar de imaginar as razões que fazem o Muricy não escalar um segundo volante de ofício naquele meio campo confuso. Souza, Leandro, Hugo, Jorge Wagner podem jogar em qualquer posição. Ok. Mas como volantes são temerosos. E Josué não agüenta mais aquele ir e vir. Tenho medo que um dia o valente Josué resolva pedir que lhe paguem ordenado dobrado. Porque ele merece.
Não concluí nada sobre as razões de não escalar um volante de ofício. E também não me contentei com a explicação dada pelos meus diabretes, que um time com três zagueiros pode jogar com um volante só. Acho até que pode. Mas no Olímpico, contra o Grêmio, numa friaca de invejar Papai Noel?
Não sei se adormeci. O que sei é que o televisor denunciava o início da peleja. E era aquilo mesmo que eu temia. Um buraco no meio campo do São Paulo. E o Grêmio na pressão. Uma panela de pressão. Ainda bem que o Aloísio, na única jogada lúcida do jogo, cavou uma falta perto da área. E Rogério Ceni ao invés de bater a falta tocou de lado e um tirambaço de Souza desviou no Sandro Goiano, sobrando para o Leandro na entrada da área. Leandro errou o chute, é verdade, mas a pelota caiu macia no gol gremista.
Com um a zero, pensei, agora vamos voltar com um volante. Que nada. Tomamos o empate e a virada. 2x1. Xinguei tanto, esmurrei tanto, dei tanta trela para o rancor que vocês podem imaginar o ânimo. E Dagoberto fez uma jogada de cinema, aos trinta e sete, que nos deu o empate e a vaga. E dali até o final do jogo foi um sururu seguido de sururu.
Percebi que era sonho, entretanto. O Mineiro estava em campo.
O relógio ainda marca 17:45. Falta muito para o jogo... Muricy: põe o Fredson. Prometo não falar mais deste assunto.
E, aposto: Dá Flamengo.
09.05.07
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 16h57
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Aí, eese cara no canto esquerdo da foto é o Valdir Bigode?

Escrito por Pedrão às 17h12
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Agora já editado, na ordem correta e com correções!
Cheguei aqui, às 6:30, e ouço das caixas: "em terra de urubus diplomados não se ouve o canto dos sabias". Enterrei um urubu em são januário! Me perdoem amigos. O Paulista é uma merda! Desgraça sem fim!!!! Mengão vinha, não lindo, mas fazendo o que tinha que ser feito. Não é um time lindo como os São Paulos, os Santos. Não tem a organização que vocês conseguem. O Rio é uma merda. Ainda assim é peculiar, lindo, próprio. Tive no Rio semana passada. Assim como Amaral e Cauboy não foram ver o gol mil, foi uma grata coincidência estar lá no primeiro jogo da final. Falei pra todos, uns de vocês conhecem o Pedrão, o Ian, quem teve aqui sabe, o Marquinhos. Esse jogo é a chave pra todo planejamento do ano ter sucesso! Se ganharmos, a quarta feira é conseqüência. Marquinhos nunca tinha ido ao Rio. O voô demorou, achava que tinha ido direto pra Sampa. Quando olhamos pra cima, lá estava ele. Foi obediente. Lembrou que tinha que descer na Teixeira de Melo. Estávamos no Belmonte. Passou. Vibramos. Era um amigo que chegava. Amigo que me mostrou Bahia. Mostrou BaÊÊÊÊÊÊÊAAAAAA!!!!! Jurei que o Rio é lindo e o maraca é Phoodda!!! Agradece-me até agora. Realizamos, eu, Perla, Teresa (mãe dela), o Zé (marido dela), outros, um sonho que durava anos. Sei que vocês entendem. Concordou comigo em dizer que aquele é o país mais lindo do mundo. Desculpem puxar a brasa. Adoro aquele lugar. Levei pro Cristo. Chorou. Mostrei o Maraca e falei que em instantes estaríamos lá! Chegamos. Nem falo do metrô! Juro que ele torceu pro mengo. Boto com letra minúscula, pois até então não tinha aparecido. 2 x 0 Fogo. Mengão com uma postura maldita. 2 x 2 ele vibrou. Entendi. Metrô. Descemos na Siqueira Campos. Tinha o ônibus integrado. Falei: vamos a pé! Andamos. Foi fantástico. Sempre é! Tenho certeza que vai me agradecer sempre como agradeço por tudo que me mostrou aqui! Por isso falo, venham, hoje tenho o que mostrar. Venha Ogrão!!!!!! Estou te esperando. Tenho pra te mostrar muito mais que o França.
Voltando à minha raiva com o Paulista. Ele tem nome!!! E é Juninho. Antes do jogo com o bota, intima o técnico. tudo bem que é Franco. Exige seu lugar. Cria discórdia. Quarta, consegue sua vaga. Não faz merda nenhuma. Intervalo: sabe que vai ser substituído. Reação: chama Ney pro pau no vestiário. Não justifico a postura do meu time com isso. Flamengo, vejam que não escrevi Mengão, não entrou em campo. Mas esse Paulista pau no cu se achou muito mais. Penta campeão, etc , etc... Ok ontem foi demitido por justa causa. O estrago já estava feito! Desculpem-me. Mas tinha que ser Paulista.... Grande abraço!!!!!
Escrito por Pedrão às 17h02
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É uma puta mesmo.... "Estava nervoso porque não fui bem no primeiro tempo, e o time também não. Quando ele falou que eu ia sair, fiquei nervoso. Esperei ele conversar com o time no intervalo e dar as últimas instruções antes de voltar para o jogo. Fiquei pensando em ir ou não ir falar com ele, mas o coração mandou que eu falasse. Tivemos uma discussão calorosa, mas não houve xingamentos. Foi uma discussão acima do normal, admito que não era o momento adequado. Depois do jogo, o grupo sempre faz uma oração e eu participei dela. Do mesmo jeito que falei que discuti na frente de todos, pedi desculpa na frente do grupo também, e ele aceitou."
Escrito por Pedrão às 07h13
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Quero um tópico de músicas do Pedrão. Tem a coluna do Amaral Sobre natural de Almeida Cacos... Sei que não é bola pra mim é! As músicas não vão parar Abram o espaço pras letras...
Aí vai mais uma acho que vale pra todos Mundo Livre
Azarar sem violência, mesmo que seja só por maldade Paquerar com liberdade mas na maior inocência Namorar sem malandragem, estraga o filme dá prejuízo Copular sem sacanagem é um atalho pro paraíso Na inocência Sem sacanagem Só por maldade Mas pode ir dando adeus, a galinhagem, a malandragem e as cantadas baratas Você não é mais dono do seu nariz O aprendiz de Dom Ruam foi aposentado
Frequentar a casa dela, sinal de alerta, perigo a vista Conhecer toda a família, oléo na pista, olha o barranco Expandir o patrimônio, não digo nada é um aviso Contrair o patrimônio, é um atalho, não digo nada Sem sacanagem É um atalho Pro manicômio
É hora de se despedir dos amigos, das baladas homéricas e das farras intermináveis Você não é mais dono do seu tempo Diga adeus ao mundo dos livres, seus dias de rei da noite definitivamente ficaram no passado
Mais o legal é quando mesmo depois de alguns anos de clausura, você acorda ao lado da sua amada e se descobre um felizardo O legal man, é saber que todos os acidentes de percurso valem a pena quando lhe aproximam ainda mais da pessoa certa O legal é ir dormir sabendo que ao acordar você poderá mais uma vez contar todas as pintinhas e sinais da pele da sua escolhida, só pra ter certeza Só pra ter certeza que não esqueceu nada, que nada saiu da sua ordem, o universo e os elementos continuam conspirando a seu favor E você continua reinando, reinando enquanto dorme!
Escrito por Pedrão às 05h23
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Operação Têmis
Bolonistas do realismo fantástico...
Quem diria que uma virada seria possível? Já no final do primeiro tempo o grotesco marcador impiedoso marcava: 3x0. Três. E o time jogava por uma vitória por dois goles para passar para a outra fase. Ou seja, o mais otimista dos otimistas torceria pelo empate, para diminuir o vexame. O vexame em casa, diga-se.
No final do primeiro tempo, um impedimento não marcado e fizemos um golzinho, de honra ou de lambuja, segundo a perspectiva de um dos torcedores ao redor. 3x1. Fim do primeiro tempo. Um vareio. Xingamos o técnico, o armador, o cozinheiro e o presidente da república. As vaias seguiram o time. O estádio estava lotado, mas alguns torcedores mais céticos começavam a debandar.
No intervalo observamos o óbvio. O treinador não mexeria na equipe. Provavelmente estava satisfeito com o desempenho do escrete, acreditando que a surra se devia apenas ao azar. Bom, mas também é verdade que olhando a banca de suplentes nada inspirava nada. E, convenhamos, precisaríamos de muita inspiração. Muita.
Início de segundo tempo. E foi. E foi que um novo erro do bandeirinha nos levou ao segundo gol. Em flagrante impedimento. O time adversário se irritou visivelmente contrariado. Houve cartão amarelo para o capitão e para o zagueiro. O goleiro xingou o auxiliar e tomou outro cartão amarelo. Nossa torcida começou a cantar o hino, feliz da vida com o 3x2. O vexame menor traria menos dissabores na segunda feira.
E o time foi para o empate. Num ritmo frenético e inusual perdemos três chances absurdas de gol em apenas dez minutos. Era de tirar o fôlego nossa pressão sobre o time deles. Pressão partindo da meia cancha. Tínhamos nove jogadores no campo deles. Só o volante e o goleiro guardavam nosso espaço. E o volante ficando de sentinela no círculo central. Inacreditável.
O time deles se exalta. O zagueiro do amarelo covardemente ataca nosso avante. E vermelho nele. Na cobrança de falta, o empate. Eram quinze minutos e ainda meia hora de jogo. Os incrédulos sem fôlego começaram a acreditar na vaga. O empate heróico, ao menos, salvava a segunda feira. Não deu nem tempo de esfriar, o goleiro que atacou o auxiliar também é expulso, por reclamação. Foi uma festa.
O time deles com nove. Para colocar o goleiro suplente, os adversários tiveram que sacar o armador, que era simplesmente o artilheiro do torneio, o recordista em assistências e o craque do campeonato eleito por revista especializada. A vaga começou a ser possível, plenamente possível.
Nosso ritmo alucinou de vez. Nunca tinha visto tamanha coragem num time de futebol. Mas, sempre há um mas, aos vinte e dois nosso lateral não agüentou o tranco e perdeu na corrida para o único atacante deles. E de cobertura, na estrada da área, um leve toque encobriu nosso arqueiro e foi parar mansamente na nossa cidadela. Arrepio, de desesperança. 4x3.
Mas aos vinte e cinco minutos uma jogada estranha resultaria no gol do novo empate: o árbitro simplesmente ignorou uma falta bovinamente óbvia feita por nosso número sete. A bola sobra para o atacante e pimba. Gol. Golaço. A euforia na torcida era épica.
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h02
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Operação Têmis
Continuação...
E mais um deles foi expulso. O técnico ameaçou retirar a equipe de campo. Houve invasão. Com oito jogadores eles iriam tomar dois goles em vinte minutos, mais os acréscimos. Era evidente. Era de tirar o fôlego.
Mas o time cansou. Como que destruídos pela reação impossível era visível o rosto de dor, as cãibras, os músculos. E isso resultou numa série de três chances para o time deles. Todas interceptadas por nosso arqueiro. Nosso volante era o mais digno em campo. Soberbo. Mas o time deles começou a tocar a bola de lado, tentando ganhar tempo e enervar nosso time. E nosso mago, o treinador, resolve fazer as substituições. Gente nova poderia ajudar a retomar a pressão do segundo tempo? A torcida esperançosa retomou os cânticos.
Aos trinta e sete, finalmente, sai o nosso gol da virada. 5x4. Verdade que nosso camisa dez empurrou o goleiro deles. Mas ninguém viu, exceto o teipe. A festa consumia a arquibancada, as cadeiras, o banco de suplentes e os patrocinadores. Delírio. A virada mais sensacional de todos os tempos.
Aos quarenta e três, nosso time tomou conta do campo adversário. Alugou o meio campo e infestou a área. Chuveirinhos, tabelinhas e muita correria. O time deles se arrastava. Então aconteceu o impossível, o inacreditável, o sobrenatural, o absurdo.
Nosso volante escorregou e o Cinco deles tomou-lhe a bola. O juiz deu falta deles, que eu confesso não vi. Nem deu tempo de completar a confissão, pois batemos a falta rapidamente, enquanto o time deles se estapeava com o juiz. E entre os impropérios, o gandula, sim, o gandula, sorrateiramente, joga outra bola em direção à meta dos adversários. O bandeira não tem dúvidas e corre para o meio campo: Gol. A vaga. 6x4!!!!
Um sururu de arrebentar dentro do campo. A polícia adentrou o gramado para segurar os adversários. Era evidente que eles não sabiam perder e tentavam macular nossa vitória inconteste. Lágrimas. Foi a melhor partida de um time de futebol em todos os tempos.
Depois de muito tempo, lá pelos cinqüenta e oito minutos, o jogo recomeçou. E... o número seis deles desfere um tiro raivoso, na saída de bola, direto para o gol. Nosso goleiro nem viu a menina sacudir as redes. O silêncio no estádio era palpável. O juiz, desconfio, teve um enfarte. Desmaiou.
04.05.07
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h00
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O FUTEBOL TEM AS SUAS PIADAS PRONTAS. REALMENTE É HILÁRIO UM JOGO EM QUE O FLAMENGO FOI IMPIEDOSAMENTE ATACADO PELO DEFENSOR.
Escrito por Ogro às 16h45
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A final do campeonato carioca
Nos nossos encontros, nunca me lembrava que ela era Botafogo. Era algo totalmente sem importância, mesmo com aquela polêmica semifinal entre os nossos times: o 2 a 0 Botafogo que virou 3 a 2 para o São Paulo e até hoje guarda suspeitas e mágoas alvinegras no Morumbi. Ela poderia ter dito que era Vasco, Flu, ou mesmo Bonsucesso. Se bem que me recordo até hoje que ela era Botafogo.
O importante é que ela era carioca. Tinha aquele sotaque charmosamente desleixado das praias de águas geladas e mascava chiclete mexendo a boca espertamente.
Eu subia a Praça do Pôr-do-Sol direto para o seu apartamento. Sabia que era errado matar aulas de inglês para passar as tardes no apartamento da Carioca. Mas, naquela altura dos fatos, sabia também que era o certo a fazer. Afinal, a Carioca me recebia com “roupas pornôs” – mini-saias roxas ou verde-limão que eram a moda na época. E trocávamos balas Soft.
Naquela época, havia duas formas de assistir Sessão da Tarde: 1- Sozinho, em casa, comendo bolachas recheadas (Você separa as extremidades da bolacha e, primeiro, come o recheio); 2- Trocando balas Soft com a namorada. Evoluir da primeira para a segunda era o grande barato, por mais que as bolachas fossem uma delícia (principalmente, o sabor coco). E tínhamos que ser muito espertos com a história das balas porque sempre havia uma mãe ou tia para pedir à gente para deixar a porta aberta. Vimos assim a Semana Jerry Lewis: um olho na porta, outro nas balas, e o filme dane-se! Era um mero pretexto.
Quando o filme acabava, ouvíamos o disco “ao vivo” com a caveira na capa. Gostávamos da faixa que dizia: “I´m wandering round and round/Nowhere to go...” Não entendia toda a letra porque cabulava as aulas de inglês. Também não entendia a letra de outro disco que a Carioca me mostrou, com a foto-chapada do velhinho na praia: “Standing on a beach with a gun in my hand…”
Adorava praias. No começo daquele ano, tinha namorado outra carioca, a Katita. A Katita era flamenguista e morava num condomínio bancário em Itanhaém. Eu ficava inventando desculpas para ir da casa da minha avó, na Praia Grande, a Itanhaém só para ver a Katita: olhos claros, ligeiramente dentucinha, pernas de quem sobe degraus na areia e cabelos claros com aquelas ondinhas de quem vive no mar. Ela era Flamengo, mas isso não me importava.
É claro que foi mesmo muito maluco namorar as duas cariocas no mesmo ano. Mais doido foi ficar com a Katita no dia 11, atrás do banheiro, e com a Aninha no dia 13, em plena fogueira à noite. A Aninha tinha casa na Vila Caiçara e me fazia andar uns 3 kms de bicicleta todos os dias só para ver se rolaria mais um beijo. Era uma tarefa difícil. A Aninha tinha 5 irmãos. Acho que comecei a pensar que ela era minha alma gêmea porque éramos vizinhos em duas cidades. Em São Paulo, via da janela do meu quarto a janela do quarto da Aninha. E, na Praia Grande, a diferença era de um bairro. 3 kms que eu percorria na maior velocidade com a minha Calói, passando por morrinhos de areia, canais de esgoto e 5 irmãos. Tudo por um beijo. Mas, a Aninha me deu um fora bem na frente da sorveteria da Vila Caiçara. Perdi até a vontade de gastar o troco que ganhei da avó com o meu sabor predileto: cereja com cobertura de chocolate. Dei o troco para um menino de rua e voltei 3 kms ouvindo aquele roqueiro escocês que, antes, era coveiro, no walkman: “I don´t waaanna/Talk about it/ How you brooke my heart...” e não entendi nada. Nada de balas Soft. Gotinhas de esgoto respingavam nas minhas canelas.
Não me lembro se a Aninha era Corinthians ou São Paulo. Acho que um dos seus 5 irmãos era são-paulino, mas, como tomei um fora, sempre me recordo dela como corintiana.
Talvez, tenha merecido este fora, algo como um 4 a 1 dentro de casa. Afinal, estava ficando com a Aninha e a Katita ao mesmo tempo. Estava unindo Corinthians e Flamengo, se bem que isso não tinha a menor importância. E, depois, ainda naquele ano, fiquei me dividindo entre a Carioca e a Garotinha Loira. É um ímpeto meio a Vinícius de Moraes. Achamos que ficar com as belas garotas é um modo de homenageá-las. Também achamos – o Vinícius acha, aquele safado! – que escolher só uma pode depreciar a outra, o que seria uma tremenda injustiça com a sua beleza. A Carioca ficou fula da vida com isso e tinha toda a razão. A Garotinha Loira me deu um fora ali mesmo, na porta da escola. Fiquei arrasado, destruído, desolado. Afinal, a Garotinha Loira era tricolor.
Categoria: Cacos de Existência
Escrito por Jubas às 16h41
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