Os Bolonistas


Nós iremos.

Escrito por Demas às 16h55
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Continuando o papo

O Zé Cão disse tudo. Futebol é diversão.

Meu time já foi campeão nos dois moldes e asseguro que é mais emocionante e divertido ser campeão no mata-mata. Campeonato de ponto corrido é bom pra inglês ver.

 

Se tem time que não tem torcida de verdade e amarela nas finais, que vá "jogar" balé.

 

E esse papo de profissionalismo vamos deixar pros norte americanos com seu golfe, beisebol e etc...

 

No futebol o que importa são os Romários, os Robinhos e os Ronaldinhos com suas jogadas geniais. A torcida tá andando pro que rola nos bastidores e eu sou mais um.

 

P.s. Grêmio 0 x 5 Todo Poderoso

 



Escrito por Fernando às 18h44
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e os campeões do gelo??

Prezados Fernando e Zecão

  Considerando que vocês são pessoas finas e elegantes, a despeito de escolhas clubísticas, realmente seria uma atitude madura e generosa, se na próxima vez que forem ao Bella, vocês saborearem, cada um, quatro cremosos choppes Kaiser, sempre brindando e agradecendo ao Galo forte e vingador, ao Taffarel, ao Reinaldo e ao campeonato do gelo.

 E vivas para Danilinho e Marinho, a dupla Reinaldo-Éder do século XXI 



Escrito por Ogro às 14h14
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Boa dica.

Senhores, uma dica:

O link http://placar.abril.com.br/capas/ leva ao arquivo de todas as capas da Placar. É sensacional: há nostalgia, há fotos improváveis e há troços de que não me lembrava. Um exemplo de cada.

 



Escrito por Demas às 13h12
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Pergunta: O Goiás é o Cruzeiro do rebolo?



Escrito por Amaral às 12h39
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Carioquemos?

Lapa, terça-feira. Não a Lapa: Semente, Ernesto e Asa Branca. O Lapa: 305, chopp esquisito e a gravata ainda pensa no pescoço cansado.

Éramos quatro: Álvaro, Fernando, Daniel e eu. O assunto: o mesmo.

"Viste o texto do Massoneto?"

"Pra mim, crise é crise mesmo"

"O Náutico ainda tem chance de cair?"

"Quem segurou o Timão foi o Betão, naquele gol contra o São Paulo"

"50 milhões? Mas o cara ainda nem fez gol?"

"E a Fonte Nova?"

"Saudades do Luís Fabiano"

"O Felipe era o vendido do Vitória"

"Campeonato de pontos corridos é uma bosta!"

"Bosta?"

Pronto. Formou.

O impasse senta, pede um torresmo e um fernet.

Sabemos todos que éramos quatro: tricolor, gambá, gambá e tricolor. O assunto agora era a guerra.

"Não tem graça"

"Final, final, final!"

"Quem não tem competência que não se estabeleça"

"O melhor ganha"

"Final, final, final!"

"Não há público"

"E o Flamengo?"

"Final, final, final

O fato é que não há análise desapaixonada sobre modelos de torneios: é impossível desassociar o desempenho de nossos clubes do sucesso das regras de uma competição.

É simples assim: tricolores são loucos por pontos corridos porque temos faturado em banca grande. Corintianos são contrários porque têm dançado a polca miudinho.

Mas, não sei se pelo efeito agregador do chopp esquisito, houve consenso (ao menos um armistício) na mesa.

"Uma proposta: campeonato carioca. Turno e returno. Ganhou os dois, leva a taça. Campeões diferentes nos turnos: final".

"Boa"

"Campeonato argentino com final"

"Boa"

"Não faria diferença: o campeão do 1º turno sempre ganhou o 2º, no modelo atual"

"Neste não: o Flamengo ganhou o 2º"

"Não ganhou: deu São Paulo"

"Dez pilas"

"Fechado"

Bem, São Google mostra: São Paulo e Flamengo estão rigorosamente empatados no 2º turno. O Tricolor tinha 40 pontos na 19ª rodada e tem 77. O Mengo tinha 24 na 19ª, agora tem 61. Ou seja: 37 pontos no 2º turno.

No modelo carioca, além de acompanharmos a peleja do rebaixamento e do acesso ao Torneio Que Interessa, estaríamos acompanhando a luta pelo campeonato na última rodada.

Eu topava. Grandão.

No mínimo, no mínimo, acompanharei com interesse, preocupado com meus dez realitos.



Escrito por Demas às 11h57
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Até a pé.

Escrito por Demas às 11h34
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Tentando um texto

No domingo, sete torcedores morreram na Fonte Nova. O que seria uma festa da torcida tricolor virou um evento trágico. Tragédia anunciada?  Não – oportunidade para construção do mais moderno estádio do Nordeste, preparando o Brasil para o mundial de 2014.

 

No domingo, o Goiás pode ser rebaixado para a segunda divisão do nacional. O glorioso centro-oeste, que nos deu vários bolonistas, o lobo guará e a castanha de Baru, pode ficar sem representante na elite do brasileiro. Tragédia? Não – um papo meio estranho que segunda divisão recupera a auto estima do clube, o amor da torcida por sua agremiação, ajuda a revelar novos talentos.

 

No domingo, um inquieto partido de esquerda da América do Sul vai escolher seus dirigentes. Eleição direta, festa da democracia, ônibus, bandeirinhas e sanduíches. Tragédia? Sei lá.

 

Há um velho chavão otimista no Brasil: em chinês desenhado, crise é igual a oportunidade.  Desta forma, do viaduto da Gameleira até o presidente defenestrado, da crise ética partidária ao desempenho sofrível do todo poderoso, as tragédias nacionais parecem nos condenar a uma esperança cada vez mais sem graça. Mesmo porque, pra que a esperança, se o Felipe vai para um time B do espanhol no ano que vem?



Escrito por Luís às 16h55
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De arrepiar a espinha.

Por falar em homenagens, outra: para o Pedrão, o americano mais baiano de Trípoli.



Escrito por Demas às 12h07
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De rachar mamona.

Em homenagem ao Renatão, o DJ mais famoso de Pavussu, um flagrante do mavioso estádio do Barras, em Teresina, Piaúi, Omã.



Escrito por Demas às 12h00
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Esse gênio...

Por Dunga, o mais tapado dos sete anões

“O Luís Fabiano soube aproveitar a oportunidade que recebeu, é um artilheiro. Todos estão falando que ele já marcou oito gols no Campeonato Espanhol, mas o Afonso marcou sete em um só jogo. Os dois jogadores têm qualidade, tudo depende do momento, isto acontece aos poucos”, acrescentou Dunga, referindo-se ao número de gols marcados por Afonso no duelo entre Heerenveen e Herakles Almelo, pelo Holandês.

 Será que o rapaz das camisas elegantes sabe que o centroavante Tonhão Taquaral marcou nove no clássico entre o Clipper e o Libermorro pelo Amazonense de 2007 (sem desmerecer o colossal Herakles Almelo)??

Bons tempos em que o comandante era o Zangado, agora dirigindo Portugal.


 



Escrito por Ogro às 11h24
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PROTESTO!!

Aproveito estas linhas para protestar contra o excesso de piadas prontas proporcionadas pelos times brasileiros, em especial o meu tricolor.

Do site globoesporte.globo.com

Richarlyson jogará com 'Ricky' na camisa

Meia usará o apelido, contra o Botafogo, em homenagem a Muricy, que só o chama assim


Escrito por Ogro às 12h18
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ÀS ARMAS, ÀS ARMAS!!

HOJE É DIA DE SÃO DJALMA, PADROEIRO DO CANINDÉ!! VIVA A LUSA!!!!!



Escrito por Ogro às 12h07
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Eulália em Brasília

Bolonistas e o Fado...

 

 

Eulália, sempre ela. Linda. Aquele sorriso de quarteirão todo. Todas as janelas abertas para ela. Como o sol. E como a chuva. Vestia a camisa da Lusa, a nossa Portuguesa de Desportos. No verso, a dez. A dez de Enéas. O genial. A dez de Dener, o imponderável. Ela cantarolava o gol de Dener contra a Inter de Limeira. Canindé em extremos. Um golaço. De placa.

 

Ao fundo, o Zecão não teve dúvidas. Na pequena radiola eletrônica colocou um bom som, Cesária Évora. Coisas de Cabo Verde. Lembranças de nossa alma lusa. Tintim por tintim. O Renato, entusiasmo puro, arrumava o telão e prometia áudio de espetáculo. O Franklin arrumava mesas, cadeiras, garrafas na geladeira. Hoje é dia Internacional de Torcer pela Portuguesa de Desportos. Data inesquecível para todos os bolonistas do globo.

 

Deco, impossível, declamava Camões. Decorados, verso a verso. Intercalava com poetas africanos, que só ele conhecia. E fechou, com lágrimas: “Não há alma sem aqueles para repartir”. Ogro, visivelmente eufórico, vestia a camisa um da Lusa: Tiago. O Rogério Ceni do Canindé. Estátua. Divindade. A primeira bagaceira acabou. Em pouco tempo. O dia prometia.

 

Juliano, faceiro, lépido, separou recortes de jornal. Contavam as agruras da Lusa. E as glórias. Todos recordavam do time de Candinho, com Zé Maria, Zé Roberto, César, Émerson, Fabri. Mas hoje, hoje era outro dia. A Lusa voltaria para a primeira divisão do Nacional. Era dia de festa.

 

Verdade que Curitiba queria atrapalhar as comemorações. Para o Coxa, a vitória valia o título da Segundona. Mas os anjos, os deuses dos Estádios, a bola e a alma já tinham escolhido lado: Hoje somos rubro-verdes. O sorriso na cara do Massoneto era revelador: A segunda garrafa de bagaceira. O Pança puxou o vira. O bar todo no bate o pé. “Lusa!!!”.

 

Um dia disseram que a Portuguesa deveria mudar de nome. Há tolos no mundo. Mudar o mais belo nome de time de futebol? Um time que se pronuncia no feminino, pronto para ser idolatrado, apaixonado, amado. A Portuguesa. De Desportos. Caubói lembrou o avô, torcedor emérito da Lusa. Impossível conter as poucas chances de sobriedade do local. Agora era a hora.

 

Apito. Bola em jogo. Toca o celular, da Líbia. “Galera, e aí? Quanto está o jogo?”. “Pedrão, é o Amaral. O jogo começou agora. Mas já ganhamos.”. Fato incontroverso. Mais uma vez.

 

13.11.2007

 

 



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 15h53
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Pensamento do dia da internet

E eu, que estava quase morrendo, pensando que era por causa da cachaça... e era o leite!


Escrito por Renato às 08h09
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Aos Diletos de Todo o Mundo.

 

 

Bolonistas que sabem reconhecer o óbvio...

 

Em especial: Deco, Ogro. Juliano.

 

Marco Antônio, Leonel e Daniella.

 

E os leitores diletos: Tati Arima, Kika, Rubens e o Conrado.

 

 

Conheço alguns que odeiam. Outros que todos os dias visitam nosso diário, com um único objetivo: “Quando é que o Amaral vai escrever sobre o Quinto Caneco?”. Não é imodéstia. Mas todos reconhecem o chato. O chato que até nas derrotas é chato. O insuportável. As frases arrogantes. Aquele jeito obsessivo de gamar as três cores da mais bonita camisa do universo. Pois bem, uma semana se passou. A ressaca ainda não passou. Mas, chegou a hora. Agüentem.

 

Estava em Itacaré, na Bahia. Linda a praia. Os bolonistas Daniel, vulgo José Carlos, e o Renato, vulgo Renato mesmo, estavam na lida também. No telão, adivinhem: Flamengo e Corinthians. Ok, entendo que este é o tipo de jogo que deve ser televisionado mesmo. As maiores torcidas do país e aquele discurso moralista de sempre. Mas uma pequena traição na escala dos narradores já denunciava onde seria a festa. Enquanto o “jogo da noite” era narrado pelo Bolacha, o Luciano do Valle e seus incansáveis erros ao nomear os jogadores, o jogo da festa, da euforia, da multidão do maior público do Campeonato Nacional, das três cores mais bonitas do globo e do melhor goleiro do universo era narrado pelo mítico Silvio Luís. Sim, “olho no lance”.

 

E foi assim. Enquanto a penúria do jogo oficial transcorria, com um dos times disputando o troféu de vice campeão e o outro com o rabo entre as pernas, nuances da festa. O Cícero Pompeu lotado. As bandeiras das três cores mais vibrantes da galáxia. E o gosto, o doce gosto do absoluto: “Cinco Vezes.” Mais ninguém.

 

Daniel e Renato se esfolavam. Com ironias típicas dos jogos ordinários. Deliciosas ironias. O futebol é mais futebol nesses jogos ordinários. Confesso que constatei que o futebol é sim muito mais que a camisa que se veste. É aquele trem. Aquela coisa. Aquela devoção pagã. E o Timão vai nas sombras. O Mengão na gostosa euforia da recuperação. Enquanto isso, Hernanes, o nosso volante, coloca pingos nos is: “É do São Paaaaaaaaaaaaaaulo!!!”. Golaço. De fora da área. Arrepio. Depois de sei lá quantas rodadas finalmente o grito oficial: “É campeão!”. É desgastante comemorar durante dez rodadas o título sem ter o carimbo derradeiro. Desgastantemente saboroso.

 

E Miranda fez o segundo. O telão já denunciava tudo. “Depois do jogo no Maracanã vamos direto para o Morumbi”. Era no Jardim Leonor que se daria a maior festa. Enfim o quinto caneco para o Dileto. E ainda teve Dagoberto.

 

Todos sabem que o Flamengo é cinco vezes campeão tupiniquim. Até as paredes da CBF. Mas o que isso importa? Podem gritar, obliterar, enfurecer. Mas, o magistral, o colosso, o instransponível atende em outro local: Cinco vezes Campeão Nacional. Três vezes Campeão Continental. Três vezes Campeão do Mundo. Esses números tão notáveis só cabem em uma bandeira, de três cores: Vermelha, Preta e Branca.

 

Vou voltar para a ressaca. Que ainda faltam quatro jogos...

 

07.11.2007



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 17h41
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dia 01/11/2007

Hoje

5-3-3

  Em pouco tempo, certamente números maiores...é chato ficar com camisetas datadas todos os anos. Deste jeito vou torcer pra Ponte Preta.



Escrito por Ogro às 17h32
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