Pássaros atacam e assustam Diego Tardelli durante treino do Flamengo
Eduardo PeixotoDo GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
O treino na Gávea chegava ao fim quando a revolta dos quero-queros ameaçou os jogadores do Flamengo. Irritados com os "intrusos" perto do ninho, no gramado, os pássaros deram uma série de rasantes sobre a cabeça dos jogadores.
Diego Tardelli foi um dos que mais se assustaram. Ele chegou a correr e se esconder atrás do capitão Fábio Luciano. Toró também ficou ressabiado com a fúria dos quero-queros. Porém, todos saíram ilesos.
(juro que tirei daqui: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL584010-9865,00-REVOLTA+DOS+QUEROQUEROS+NA+GAVEA.html)
TV Globo Galvão Bueno – Flamengo Cléber Machado – Santos Luis Roberto – São Paulo Mauro Naves – Corinthians Sérgio Noronha – Vasco José Ronberto Wrigth – Fluminense
Paulo Roberto Falcão - Internacional
SporTV Luis Carlos Junior – Fluminense Milton Leite – Corinthians Paulo César Vasconcelos – Botafogo Alex Escobar – América-RJ Renato Maurício Prado – Flamengo Marcelo Barreto – Flamengo Alberto Helena Jr. – São Paulo Ruy Carlos Ostermann – Grêmio
Tv Bandeirantes Nivaldo Prieto – Palmeiras Luciano do Vale – Ponte Preta Mauro Beting – Palmeiras Milton Neves – Santos
ESPN Brasil José Trajano – América-RJ Paulo Vinicius Coelho – Palmeiras Mauro César Pereira – Flamengo Paulo Calçade – Corinthians Antero Grecco – Palmeiras Silvio Lancellotti – Corinthians Soninha – Palmeiras André Plihal – São Paulo João Palomino- São Paulo Paulo Soares – São Paulo Fernando Calazans – Flamengo Juca Kfouri – Corinthians
Outros José Silvério (Band-SP) – Cruzeiro Wanderley Nogueira (Jovem Pan-SP) – São Paulo Flávio Prado (Jovem Pan-SP) – São Paulo José Carlos Araujo (Rádio Globo-RJ) - Fluminense Mauro Leão (O Globo) – Botafogo Fernando Vanucci (Rede TV) – Botafogo David Coimbra (Zero Hora) – Grêmio Paulo Brito (RBS) - Internacional
Esqueçam os erros de português. Percebam a coragem. Um capitão precisa de descanso. Um time precisa de novas lideranças. Ou não?
"Quero agradecer a todos que deixaram mensagens aqui no meu blog. Sou muito grato, e podem ter certeza que a cada recado que recebo de apoio e vontade de vencer, me trás muitas alegrias. Desejo em dobro todo esse carinho a vocês são paulinos.
Peço desculpas a todos pela eliminação da copa libertadores, nós jogadores estamos muito tristes ainda sem entender. Mas a partir de hoje, vou empenhar muita raça em campo pra dar mais um título brasileiro a vocês, e se caso isso não acontecer, pelo menos colocar o São Paulo no lugar onde nunca deve sair, na libertadores novamente.
Queria dizer também que aqui dentro do São Paulo nós jogadores e comissão técnica, estamos fechados e sabemos da nossa situação, que não e boa. Mais foram 2 anos assim e conseguimos o titulo, dessa vez não será diferente. Somos homens e vamos sair dessa! Aqui nesse elenco só tem jogadores vitoriosos acostumado com esse tipo de situação e é nessas horas que vemos os verdadeiros guerreiros.
Aos que sabem honrar o manto tricolor, e eu sou um deles, darei a minha vida para sairmos dessa situação, e isso começa nesse momento!
Agradeço a todos espero que continuem me dando apoio e força pra juntos conseguirmos esse titulo!
Entre tantas incertezas profundas, algumas terríveis, pouca coisa parece ser mais indigesta do que a lembrança daqueles últimos minutos. Inacreditável. Ainda os olhos se fecham, tentado acordar. Um sonho tétrico. Um pesadelo daqueles que demoram dias para passar. E não passam, nunca.
O pior é que devemos nos recuperar prontamente da ressaca. A demora no luto nos enfraquece e será fatal escorregar por mais algumas rodadas no campeonato brasileiro. Diferente do ano passado, a derrota para o Fluminense nos deixou um amargo terrível. Ao contrário da derrota para o Grêmio, em 2007, tivemos um domínio real no último jogo, tivemos a vaga nas mãos e deixamos escapar. Deixamos, da forma mais dolorida. No último minuto.
Aprendemos na derrota? Deveríamos. Porque perdemos para o Fluminense quando ganhamos o campeonato brasileiro do ano passado. Uma sucessão de equívocos, uma arrogância doentia e uma pretensa superioridade astral nos deixaram distantes da realidade. O Fluminense mereceu a vaga, não quero e nem vou desmerecer a vitória do time do Chico Buarque. Mas, é fundamental que o São Paulo reaprenda como planejar, contratar e, sobretudo, lidar com os adversários.
Todos sabem que somos arrogantes e superiores. A opção por um time de futebol, se feita com tempero e à luz da razão, nos levará sempre ao vermelho, ao preto e ao branco. Inevitável, trata-se de conclusão lógica. Mas todos reconhecemos que a brincadeira é das partes mais gostosas do futebol...
A direção do São Paulo foi extremamente arrogante após a conquista do caneco brasileiro. Confundiu a brincadeira com o palavrão. Transformamos-nos, em razão da conquista - uma das mais tranqüilas da história, é verdade –, num time de primeiro mundo, o mais preparado e qualificado, o mais apto, o mais eficiente. Balela. Pagamos o preço de nossa arrogância. Um veneno mortal.
O São Paulo continua inexplicavelmente um time que joga a maioria das partidas sem a presença de sua enorme, entusiasmada e jovem torcida. Tentam explicar a ausência de torcida nos jogos do Paulista, nos jogos do Brasileiro e até nos jogos da Libertadores em razão de uma “característica” da torcida tricolor. Balela. Iríamos lotar todos os jogos se fosse fácil comprar ingressos para partidas em nosso estádio. Comprar ingressos com antecedência, estacionar carros, ter segurança. E isto não acontece. Inexplicavelmente. O sistema de bilheteria do Cícero Pompeu é das coisas mais irritantemente desprezíveis. Não há desculpas possíveis. Para ser um time de “Primeiro Mundo” devemos resolver este problema básico. Só com estádio cheio é que teremos capacidade de investimento e recuperação nas agruras inevitáveis de um esporte que convive com o revés.
Outra demonstração de nossa arrogância autofágica foram as contratações feitas para o ano de 2008. O tal centro de recuperação de atletas é primoroso, coisa e tal. Mas não há desculpas para Carlos Alberto. Não há escusas para contratações de jogadores por seis meses, que não conseguem ter identificação com o clube. Adriano é um caso extraordinário. Por ser diferente, ele justificou o investimento. Mas a exceção confirma a regra. Não temos um armador sequer no elenco, alguém que segure a bola, que faça a menina girar enquanto se “ganha” tempo. Viramos um time inglês dos velhos tempos, com chutões da defesa para o ataque, deixando os jogadores do meio com dores de cabeça e torcicolo. Cansamos do chuveirinho dos pés mágicos de Jorge Wagner. E Adriano, enquanto pode, resolveu. Mas... E quando precisamos rodar a bola para esperar o término, o apito, o desfecho?
As rinhas com os nossos adversários são salutares. Alimentam o noticiário, animam as torcidas. Mas há limites óbvios para tanto. As demonstrações de hostilidade com o clube de verde na reta final do Paulista foram ridículas. E tiveram o ápice numa infantil e perigosa brincadeira. Infelizmente.
Outro engano imperdoável foi dinamitar o time no campeonato paulista. Evidentemente que todo torcedor quer ganhar todos os jogos que disputa. O regional tem o grande sabor de poder saborear a vitória e azucrinar os vizinhos mais próximos. Mas é evidente, óbvia tal qual a luz do sol, nítida, absurdamente lógica e inquestionavelmente mais saborosa a nossa ligação passional com o torneio continental, a Libertadores. No primeiro tempo do primeiro jogo e em boa parte do segundo tempo do segundo jogo, contra o Fluminense, exercemos uma pressão na marcação, no campo do adversário, quase impedindo os cariocas de jogarem. O abafa que dificulta qualquer ação ou reação. Mas este tipo de jogo exige uma preparação física especial, exige um time inteiro, exige uma dedicação ímpar. Que não tínhamos. Desperdiçamos energias no campeonato regional. Deixamos de testar jogadores novos no Paulista. Nosso imortal goleiro precisa de descanso e poderíamos no regional ter treinado outras possibilidades, ainda que Rogério não goste de descansos. Deixamos o abatimento natural de uma eliminação para um de nossos grandes oponentes ter conseqüências nefastas para todo o elenco.
Enfim, as linhas aqui escritas são de um torcedor. Um simples torcedor. De quem de fato se abateu. Temos tempo, experiência, treinador, atletas e até dirigentes capazes de entender nossos erros. E com toda a licença poética que todo torcedor pode ter, grito: “Vai lá, vai lá, vai lá.... vai lá de coração.... vamô São Paulo, vamô São Paulo, vamô ser campeão!!!!”.
Bolonistas, sei que todos odeiam a Azzurra. Coisas de 1982! Bastante compreensíveis, aliás. Também chorei aquela Copa. Mas, vejam que impressionante demostração de carinho à seleção italiana: invasão nos treinos para a Euro das torcedoras Marianne e Lisa...
Não sei, não! Achei pavorosa essa notícia da Agência Estado. Vejam só quem acertou e quem errou os pênaltis:
"Ciente de que uma derrota por 1 a 0 para o Fluminense leva a decisão da vaga às semifinais para os pênaltis, Muricy Ramalho conduziu um leve treinamento de cobrança de pênaltis. O destaque foi Richarlyson, que acertou todas as tentativas. Já Adriano acertou uma de três, sendo a última um chute sem direção, para longe do gol.
Apesar do treinamento, o treinador tricolor deixou claro que não se importa com isso. "Eu já vi jogador acertar todos no treinamento e depois errar no jogo. No treino é fácil, porque atrás do gol não tem ninguém atrapalhando, não tem torcida. No jogo a coisa é bem diferente. Pra mim, então, o que conta para escolher os batedores é a personalidade do atleta."
Mamão com açúcar. Diz-se por aí que as coisas fáceis, as coisas tranqüilas, as tarefas comezinhas são o tal mamão adoçado. Eu não gosto de colocar açúcar em nenhuma fruta. De doce, basta viver. Mas brigar com ditados populares é tarefa inglória. “Tô fora.”
Enfim, relembrando a gloriosa campanha do imortal Tricolor Mais Querido das Galáxias Universais, durante o certame nacional de futebol do ano que findou em dezembro, o mamão foi com açúcar. O time jogou um futebol eficiente, com garra, deixava poucos espaços para os adversários e era um time irritante nos jogos mais adversos. Vencemos o Botafogo, o Grêmio e o Internacional fora de casa. O time tomou míseros goles. E Miranda esteve impecável. E Breno era a última fronteira do impossível. Vencer pela quinta vez o campeonato nacional foi mamão com açúcar, uma teta.
O problema dos doces é que estes atropelam o paladar. Depois de comer açucaradas guloseimas é improvável um deleite instantâneo com outros tipos de pratos e sabores. Experimentem encarar um baião de dois depois de comer chocolate belga e terão a exata dimensão desta confusão de sabores. E todos sabem que o baião de dois é a melhor invenção do mundo, depois da roda e do revisor de texto do “word”.
A dificuldade no deleite instantâneo cria embaraços para os organismos mais complexos e os de boa e elevada estima. Afinal, aquela sensação de azia ao saborear um pastel de bacalhau com pimenta é inexplicável para a razão mais simplória. A pergunta inevitável: “Será que meu estômago se “androgenou”?”. Luis Airão é um filósofo de respeito.
Esses pensamentos culinários me atormentam nos últimos dias. Afinal, estamos no restaurante que mais gostamos, esperando as possibilidades de degustações dos mais deliciosos pratos e da sobremesa japonesa que todos querem, mas pouquíssimos, muito poucos, terão a oportunidade de sorver. E o prato servido é um fumegante jiló com aipim. Amargo, mas que se soubermos apreciar, o paladar agradecerá enternecido. A época dos doces acabou. De doce, basta o caneco.
Gripe e velhice, quando se abraçam, me impõem graves momentos reflexivos. Não sei se é a sopa, o chá, o dormir cedo ou o cobertor de lã, mas é certo que penso melhor assoando o nariz no kleenex, sob 38 graus.
Descobri, nesses dias, por que não torço mais daquele jeito: bandeiras, promessas e vitupérios.
Há pouco a ver com gripe e muito com velhice.
Vi que há um momento de virada, lá pelos altos vinte, que se consolida depois dos 30 e determina uma mudança radical em nosso olhar sobre o jogo.
A mudança: agora somos mais velhos que os jogadores.
Isso muda tudo.
Antes, quando muito novos, os jogadores somos nós mesmos projetados no futuro. Seremos o Pita, o Zico, o Platini. Não há dúvidas disso. Torcemos por nossos craques acompanhando seus passos e repetindo seus gestos porque, em verdade, aqueles caras somos nós, daqui a um tempinho.
Ainda novos, mas já com espinhas e desejos, passamos a acompanhar os craques com um deslumbramento que ultrapassa o futebol. Eles são os caras. Alguns já sabemos então que o futuro não estará na cancha, mas resta a fantasia. A fantasia que colore um futuro que não haverá. A delícia de pensar que, com algum talento ou perseverança ou sorte ou disciplina, até que aquele futuro não seria tão distante.
Nessa época, antes de dormir, sempre imaginamos uma incerta projeção de nós mesmos marcando um gol decisivo numa final de brasileiro. É um devaneio que nos ajuda a dormir.
Um pouco mais tarde, nos baixos vinte, somos os donos das certezas. Ah, que maravilha ter todas as respostas. Saber que aquele tal é ruim e não virará nada, o outro qual é uma maravilha, falta enxergarem o que enxergo. É a época das grandes análises, dos perfis. Aqueles caras têm a nossa idade, menos estudo e mais futebol. Estão à mercê de nossos amores e ódios, qual uma vizinha bonita e esnobe.
Mas hoje, senhores, hoje não.
Acompanhamos os jogadores com uma nostalgia oblíqua, enviesada.
Vemos correr pelos campos estes meninos nascidos em 1985, 1988, 1991, e pensamos: não se nasce em 1991!!!
Somos pais, tios. Aqueles caras não são mais projeções, mas fantasmas de um futuro que não houve. São meninos. Acompanharemos seu crescimento. Testemunharemos suas carreiras enquanto ganhamos mais cabelos brancos. Pensaremos neles e teremos preocupação, cuidado. Eles nos decepcionarão. Nos trarão orgulho. Serão bons meninos ou causas perdidas.
Os caras não são mais nosso futuro. São um futuro do passado.
E nesta época, antes de dormir, sempre imaginamos uma incerta projeção de nós mesmos marcando um gol decisivo numa final de brasileiro. É um devaneio que nos atrapalha o sono.
Estava tudo pronto em Milão. O Giuseppe Meazza cheio. Todos de camisa azul e preta. Centenário do time. Festa do título.
Cinco minutos de jogo e já estava 1 a 0. Gol do super-volante francês Vieira. A Inter seria campeã. Bastava uma vitória para sepultar as chances da Roma, três pontos atrás (perde no critério de desempate – o confronto direto entre as equipes).
Então, o pequeno Siena – algo como um São Caetano dos arredores de Firenze –, achou um gol. A bola rasteira do desconhecido Maccarone passou por baixo dos braços de Julio César. Empate. A Inter pressionou e achou outro gol no fim do primeiro tempo. Balotelli, de cabeça. 2 a 1. Faltavam 45 minutos para a festa.
Veio o segundo tempo e o coadjuvante Siena aprontou mais uma. Um chute novamente rasteiro, mas desta vez de fora da área. Bola rente à trave, Julio César cai com a mão esticada no chão. 2 a 2. Para o Siena o jogo não valia nada. O time já se livrou do rebaixamento. Para a Inter, valia o tricampeonato. Materazzi resolveu jogar de centro-avante. Na cobrança de um escanteio tirou um marcador do Siena para dançar. Primeiro, Materazzi fez a falta. Depois, sofreu. Os dois acabaram abraçados no chão, perto da pequena área. O juizão conferiu o lance e marcou pênalti. Polêmica. Aflição entre os jogadores do Siena, os “estraga-festa”. Materazzi já havia feito dois gols no Siena, no primeiro turno, um deles de pênalti. No início deste jogo, já tinha metido bola na trave. Agora, para o jogador mais odiado do último Mundial seria a consagração. O gol do título! Ele olhou firme para o goleiro adversário, o austríaco Manninger, fechou o pulso esquerdo, onde carrega diversos amuletos e tascou um chute forte, à meia altura, no canto esquerdo. Manninger, ex-reserva do Arsenal e da Fiorentina, já estava no chão, quando levantou o braço e a perna direita para alcançar a bola de maneira inacreditável. Defesaça! Materazzi ficou com cara de “pecatto!”, desolado.
No outro jogo, em Roma, o time local bate a Atalante por 2 a 1, com gol de folha-seca de De Rossi. Para quem não se lembra, o tal do De Rossi foi suspenso por quatro jogos por entrada violenta na Copa. Agora, faz gols de falta, com a bola cumprimentando de raspão as redes adversárias. Com este gol, a diferença da Inter para a Roma caiu para um único ponto. Já foi de 11 pontos. Agora, apenas um.
Título adiado. Ou perdido? Na última rodada, o destino levou as duas equipes que disputam o título a pegar as duas equipes que lutam contra o rebaixamento.
A Inter pegará o Parma, que após duas décadas na primeira divisão está hoje entre os três rebaixados. O Parma, que já foi a matriz de tantos brasileiros que iam para as Oropa (Taffarel, Roberto Carlos, Adriano, etc), está a dois pontos do Catânia – este fora do rebaixamento.
Neste domingo, a Roma enfrentará o próprio Catânia. Curiosidade: o treinador do Catânia é o ex-goleiro Walter Zenga, torcedor fanático da Inter, onde foi campeão nos anos 80.
Já achei o Paulistão o campeonato mais emocionante com Guará e Palmeiras chegando empatados na fase de classificação, São Paulo e Corinthians na perseguição. Mas, vieram os mata-matas e o Paulistão terminou com um 5 a 0. Sem graça!
O Inglês foi definitivamente o melhor torneio. Na última rodada, Manchester e Chelsea estavam empatados em pontos. Mas, o Man United pegou o fraco Wigan que não tinha mais nada a fazer no torneio. Meteu 2 a 0 e levou fácil o caneco, enquanto o Chelsea empatava com o ameaçado Bolton em 1 a 1.
Agora, temos dois times lutando pelo título contra dois times desesperados para não cair. É ou não é o campeonato mais emocionante?! Escrito por Jubas às 19h53
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Butch and Sundance
Bolonistas que combinam ...
Pastel com garapa.
O Riquelme disse que o Tricolor é favorito.
Será?
Só sei que...
Feijão, arroz.
Oscar, Dario.
Ginger, Fred.
João, Aldir.
O Muricy disse que o Fluminense é quem tem mais chances.
Ocorreu, nessa semana, em Oslo, Noruega, o primeiro campeonato mundial de corrida de submarinos.
Na foto você acompanha a imagem da chegada de Gunnar Friedrikson, sueco, o primeiro campeão mundial da categoria que ganhou por uma pequena vantagem do segundo colocado.
>document.getElementById("MsgContainer").innerHTML='\x3cbr\x3e\x0d\x0a\x3cdiv class\x3d\x22EC_gmail_quote\x22\x3e\x3cbr\x3e\x3cbr\x3e\x0d\x0a\x3cdiv lang\x3dPT-BR\x3e\x0d\x0a\x3cdiv\x3e\x3cfont face\x3dArial size\x3d2\x3e\x3c\x2ffont\x3e\x3cbr\x3e\x3c\x2fdiv\x3e\x0d\x0a\x3cdiv\x3e\x0d\x0a\x3cp\x3e\x3cb\x3e\x3cfont face\x3dArial size\x3d3\x3e\x3cspan style\x3d\x22font-weight\x3abold\x3bfont-size\x3a12pt\x3bfont-family\x3aArial\x22\x3eOcorreu, nessa semana, em Oslo, Noruega, o primeiro campeonato mundial de corrida de submarinos.\x3c\x2fspan\x3e\x3c\x2ffont\x3e\x3c\x2fb\x3e \x3c\x2fp\x3e\x0d\x0a\x0d\x0a\x3cp\x3e\x3cb\x3e\x3cfont face\x3dArial size\x3d3\x3e\x3cspan style\x3d\x22font-weight\x3abold\x3bfont-size\x3a12pt\x3bfont-family\x3aArial\x22\x3eNa foto voc\u00ea acompanha a imagem da chegada de Gunnar Friedrikson, sueco, o primeiro campe\u00e3o mundial da categoria que ganhou por uma pequena vantagem do segundo colocado.\x3c\x2fspan\x3e\x3c\x2ffont\x3e\x3c\x2fb\x3e\x3cfont face\x3dArial color\x3dnavy size\x3d2\x3e\x3cspan style\x3d\x22font-size\x3a10pt\x3bcolor\x3anavy\x3bfont-family\x3aArial\x22\x3e\x3c\x2fspan\x3e\x3c\x2ffont\x3e\x3c\x2fp\x3e\x0d\x0a\x3c\x2fdiv\x3e\x3c\x2fdiv\x3e\x3c\x2fdiv\x3e\x3cbr\x3e\x0d\x0a';
Expresso aqui o meu repúdio à tática adotada recentemente pelo Botafogo, apelidada de "chororô".
Como fã do futebol carioca, só posso elogiar a fantática tática rubro-negra de "negação autista do óbvio", um comportamento hipomaníaco que mantém alto o astral da cidade maravilhosa, mesmo com o mundo pegando fogo por aí:
Do Gazetaesportiva.net:
Caio Júnior atribui reviravolta à qualidade do time rubro-negro
Técnico diz que o Flamengo teve atuação segura na estréia no Campeonato Brasileiro.
Pergunto: a estréia não foi contra o "expressinho" do Santos??
Bolonistas, o campeonato que motivou este site, a atenção de todos os nossos domingos, a nossa Copa do Mundo, enfim, vai começar.
O site da ESPN Brasil abriu hoje o seu bolão. Se todos se cadastrarem, podemos montar um grupo lá mesmo e o site faz as contas automaticamente (evitando as reclamações de cálculos errados de todas as segundas-feiras).
Além disso, eles dão prêmios semanais: iPods, mochilas, etc. (Nada que se compare ao guaraná Jesus, mas está valendo!)
Aos que viram o time cair para a segundona, a grande chance: estes e apenas estes poderão apostar sem o coração. (Por isto, para mim, o Zecão seria o favorito absoluto.)
Aos que estão com saudades dos palpites clássicos do Amaral, do espírito Nostradamus do Renato, do cientificismo do Demas, e do "Pedro, francamente", basta entrar no site e cadastrar...
Era uma vez uma fadinha, nem tão bela, chamada Joelinha...
Joelinha chegou a um bosque florido chamado Gávea, no simpático e idílico vilarejo do Rio de Janeiro...
Lá chegando, se deparou com um grupo de rapazes tristes, acabrunhados, sempre alvo de chacotas de muitos...
"Vou dar um jeito nesta sacanagem", pensou a simpática fada, com sua prancheta na mão..
E assim foi; os meninos viraram guerreiros - o goleiro era um herói, o eternamente rejeitado Léo Moura, lateral digno de seleção, Jaílton, Ibson, Toró, guerreiros do meio-campo, Souza um gênio e Obina, afinal, era melhor mesmo que o Eto´o.
O todo poderoso das nossas telinhas logo se animou; seu filho mais querido estava de volta. O manto rubro-negro deixou de ser uma lembrança gostosa dos anos 80, juntamente com Blitz, Cindy Lauper, gel com glitter e calças quadriculadas. Agora bastava um novo clima ufanista, que acordasse a adormecida nação, uma campanha transmitida integralmente com um apelo melodramático para que, com o Maracanã lotado (esse que não é um estádio, mas um ente divino, um estado de espírito), a Libertadores viesse e, depois disso, o mundo. Até legenda para cânticos das organizadas valia, tudo para aumentar o ufanismo.
Veio a primeira fase, incertezas, dúvidas, mas um final redentor com um heróico 3x0 na "batalha da altitude de Cuzco". Tóquio era o limite.
Oitavas de final, o primeiro jogo com o América, com o gigantesco Azteca lotado e uma vitória fácil por 4x2.
07 de maio de 2008 - os agora sublimes jogadores rubro-negros, campeões estaduais, embalados pela madrinha televisiva criaram um clima Hollywoodiano para homenagear a fada, com imagens emocionantes exibidas num telão, placa e camisa especiais para a fadinha. Os deuses, então não perdoaram tamanha soberba e decidiram romper o feitiço.
O resultado, após 90 minutos foi a volta da situação ao normal, trazida por um monstro mexicano, com bafo de tequila barata, que profanou o sagrado Maracanã e aqueles pobres rapazes voltaram a ser apenas o Bruno, o Léo Moura, o Ronaldo Angelim, o Juan, o Jailton, o Cristian, o Toró, o Renato Augusto, o Souza e o Obina (omiti, por ter sido poupado do vexame o bom Fábio Luciano), agora apenas motivos de piadas mundo afora.
E a fadinha, que em 90 minutos foi da ovação aos xingamentos, bateu asas e atravessou o Atlântico. Pobres sul-africanos.
BOM, ACABOU MAIS ESTA FÁBULA INFANTIL E TUDO VOLTOU AO NORMAL.
27 estados em campo num país continental. Aguenta, coração!
A primeira fase será disputada por todos os 64 clubes, que jogam divididos em 16 grupos, com quatro times em cada. Os dois melhores colocados em cada grupo avançam para a segunda fase. O molde segue assim até a quarta fase, quando os oito classificados farão o octogonal final. Todas as fases são disputadas em turno e returno. Só faltam ser definidos cinco representantes: dois do Piauí, um do Pará, Roraima e Rondônia.
Confira os grupos da 1ª fase:
Grupo 1 - Fast Club-AM, Luverdense-MT, Rio Branco-AC e Rondônia 1
Grupo 2 - Cristal-AP, Holanda-AM, Remo-PA e Roraima 1
Grupo 3 - Águia de Marabá-PA, Bacabal-MA, Palmas-TO e Pará 2
Grupo 4 - Horizonte-CE, Piauí 1, Piauí 2 e Sampaio Corrêa-MA
Grupo 5 - Campinense-PB, Central-PE, Potiguar-RN e Santa Cruz-PE
Grupo 6 - Icasa-CE, Salgueiro-PE, Santa Cruz-RN e Treze-PB
Grupo 7 - Atlético-BA, ASA-AL, Confiança-SE e Ypiranga-PE
Grupo 8 - CSA-AL, Itabuna-BA, Sergipe-SE e Vitória Conquista-BA
Grupo 9 - Águia Negra-MS, Atlético-GO, Mixto-MT e Operário-MS.
Grupo 10 - Anápolis-GO, Ceilândia-DF, Dom Pedro-DF e Itumbiara-GO.
Grupo 11 - América-MG, Cabofriense-RJ, Paulista-SP e Serra-ES.
Grupo 12 - Boavista-RJ, Guaratinguetá-SP, Macaé-RJ e Rio Bananal-ES
Grupo 13 - Ituiutaba-MG, Mirassol-SP, Noroeste-SP e Tupi-MG.
Grupo 14 - Guarani-SP, Ituano-SP, Linense-SP e Madureira-RJ.
Grupo 15 - Inter de Santa Maria-RS, Marcílio Dias-SC, Engenheiro Beltrão-PR e Toledo-PR
Grupo 16 - Brasil-RS, Caxias-RS, J. Malucelli-PR e Metropolitano-SC
Agora, o meu Guaratinguetá, o tricolor do Vale, vai faturar um. É o favorito do grupo 12.
O sul do Brasil foi castigado de forma impiedosa por tempestades.
Os Republicanos devem governar o mundo por mais 4 anos.
A crise mundial, talvez a maior desde 29, anda a levar milhões de pessoas e empresas à bancarrota.
Diante disso tudo, nebuloso o futuro do meu tricolor, entristecido, DECLARO que eu quero que o Fluminense seja campeão mundial e mais; que não faltem mágicos, trapezistas, engolidores de espada, palhaços (pelo menos um, gaúcho eles já têm), bailarinas e pierrôs, além de muito pó-de arroz e que o jogo de entrega das faixas seja contra o Itumbiara, o Leão do Paranaíba, o único até agora a alegrar o meu sofrido coração em 2008.
PS: Se a "fênix são-paulina" ressussitar, revogam-se as disposições acima e foda-se o mundo.