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Se a LDU ganhou na América do Sul, por que o Bate Barisov não pode conquistar a Europa??
Grupo A
Chelsea (ING)
Roma (ITA)
Bordeaux (FRA)
Cluj (ROM)
Grupo B
Inter de Milão (ITA)
Werder Bremen (ALE)
Panathinaikos (GRE)
Anorthosis (CHP)
Grupo C
Barcelona (ESP)
Sporting (POR)
Basel (SUI)
Shakhtar Donetsk (UCR)
Grupo D
Liverpool (ING)
PSV (HOL)
Olympique de Marselha (FRA)
Atlético de Madri (ESP)
Grupo E
Manchester United (ING)
Villarreal (ESP)
Celtic (ESC)
Aalborg (SUE)
Grupo F
Lyon (FRA)
Bayern de Munique (ALE)
Steua Bucareste (ROM)
Fiorentina (ITA)
Grupo G
Arsenal (ING)
Porto (POR)
Fenerbahçe (TUR)
Dínamo de Kiev (UCR)
Grupo H
Real Madrid (ESP)
Juventus (ITA)
Zenit (RUS)
BATE Borisov (BLR) (AE)
Escrito por Jubas às 15h17
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Matilde, Adele, Aldine, Hansen e Brondi; Maria Lúcia, Vera e Maitê; Nicole, Helena e Zezé.
Bolonistas na espreita da sessão proibida das noites de sexta feira...
Inevitável. A edição de aniversário da revista trazia na capa ela, sim, simplesmente ela. Xuxa Meneguel. A namorada do Pelé. E curvas absurdamente impróprias para menores. Era uma coqueluche, a menina. Brasileira toda. Cara, bunda, peito. Cheinha, rechonchuda. Na medida. Eram os dias mais felizes daqueles anos. Que começavam nos minutos antes de entrar na sala de aula, com um futebol descompromissado jogado com latinhas de refrigerante amassadas. Depois, ainda antes de entrar na classe, ainda que já dispostos nas carteiras escolares, um breve trocar de figurinhas do álbum da copa: “Troco o Pantelic pelo Rocheteau”.
As aulas eram boas. Eram sobre a crase, a revolução praieira, o cloreto de sódio, Pitágoras e talvez um pouco de solfejos, na aula de música. Flauta doce. E nesse ritual, o recreio. O lanche. As meninas. Sim, as meninas. E por causa delas era que alguns já não sabiam mais se era o Perivaldo ou o Edvaldo o lateral reserva do Leandro. Em outros tempos esta incerteza poderia carregar o incauto para a forca.
E das meninas, às mulheres. As peripécias para surrupiar a edição de luxo da revista da coelhinha. A sorte de ter a vizinha ingênua que deixava a janela aberta. O vestiário e aquela entrada secreta, que ninguém conhecia de fato, mas todos reconheciam os detalhes. Os mais sórdidos, para aquelas mentes de “prestobarba”. Para as mãos, evidentemente.
No fim, porém, o assunto corriqueiro voltava, triunfante. Eram Artur Nunes, Paulo Roberto, Antônio Oliveira, Roberto, Sérgio Bernardino, José Sérgio Presti, Sócrates Brasileiro. Era Telê. Era o falso ponta. O volante cabeção e o volante bom de jogo. Era a goleada no Morumbi, a sova na Vila, a desfeita no Mário Filho. O Grenal. A seleção da Itália e o esquema tático da Holanda. Era a seleção brasileira de futebol, orgulho, sonho, samba e razão de tudo. Ou quase tudo.
Sem contar um ou outro, que numa pausa ao monotema e às meninas, ainda achava um tempo para falar da Campanha das Diretas, da cor amarela na janela, na moratória da dívida externa pornográfica. Lembro de um defendendo uma tal auditoria nas contas, para ver onde de fato foi parar a dinheirama toda. Outro falava de greves. De votar para presidente. E todos, ao fim, gargalhavam solenemente: “Eu votaria na Xuxa”.
Ta aí. A nossa Deusa virou pó. Esquálida, sem sal, sem traços, sem abundâncias. Uma tez tão límpida quanto intocável. A seleção nacional virou seleção de nada ou de empresa de material esportivo. Já não queremos mais auditorias, moratórias e nem roupas amarelas vestimos mais. Nem vermelhas. Somos todos uns chatos e pragmáticos. Talvez, até, mesquinhos.
Assim, ainda nos restam as meninas. Todas elas. As que ainda queremos enamorar, paquerar, desfrutar, admirar. E todas elas que nossas namoradas, amantes, confidentes, amigas, todas bonitas na essência. As meninas. E este diário se recusa a delas esquecer. Porque é perder mais um pouco da gente, mais um pedaço. Talvez o mais caro, depois, é óbvio, da memória daquele gol do Pita na União Soviética, num amistoso no Morumbi.
21.08.2008
Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 16h50
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Troféu Matilde Mastrangi
Medalha de ouro - categoria Sala Especial ao Amaral, o nosso melhor escritor e representante da saudade dos anos 80.

Escrito por Ogro às 14h32
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Como fez Jade, Diego e outros, disfarça e chora
Meu caro amigo Pedrão, bolonista de estirpe, Líbio ocasional, piadista irrecuperável, me enviou por email essa pérola futebolistíca: o meliante, após captura por delito desconhecido por nós, mas certamente merecedor da peia, é flagrado pelos oficiais da lei escondendo tatuagem reveladora. Perguntas: era o moço apenas um vira-casaca que, sem dinheiro, teve que manter a antiga marca da paixão em seus braços, ou achou que salvar-se-ia da perseguição policial aparentando ser de um time, digamos, mais abastado, em seu modo de ver, é claro!

Escrito por Renato às 13h03
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Breves de Pequim IV
Com a devida vênia, eu acho Olimpíadas o máximo.
Lamento, somente, o despreparo da crônica.
Enquanto os holofotes miram o genial Phelps e o nosso herói Cielo..
Os olhares deixaram de notar uma das atletas mais excepcionais de todos os tempos...
Nadadora. Recordista. Uma das maiores medalhistas de toda a história...
Natalie Coughlin. Ouro nos cem metros costas. E outras várias na estante.

E um sorriso simplesmente encantador...
http://sports.popcrunch.com/the-50-hottest-female-athletes-of-all-time-natalie-coughlin/
Bolonistas... o esporte é uma beleza!
Escrito por Amaral às 20h27
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Toda a sorte aos belgicanos!!
O pessoal do site que defende os bronzes que me desculpe, mas vou torcer para perdermos para os belgas e, quem sabe, assim, o Dunga vai embora.
Não assisti a nenhum jogo dessa seleção simplesmente porque a ordem do time é evitar o jogo. Então, se o objetivo é matar o jogo por que devemos assisti-lo? Não acordei às 6h para ver jogo nenhum. E hoje não vi o primeiro tempo. É propaganda enganosa dizer que vai ter jogo do Brasil. Com Dunga, não vai! Vai ter é anti-jogo.
A frase do Maradona é reveladora. Mostra como a seleção jogou de maneira medíocre. Mas ainda pior foi uma frase do Rafinha após o primeiro jogo contra os belgas. Ele falou que foi difícil jogar porque não podia passar do meio-campo. Isso mesmo: o próprio jogador do Brasil falou que estava proibido de passar do meio-campo. Daí, a dificuldade de chegar ao gol adversário. Faz toda a lógica: se não podemos passar para o campo adversário, imagine a área, o gol.
O gol virou um acidente com esse time do Brasil. Só acontece por acaso. O gol não é desejado, nem planejado. É um quem sabe, um talvez. Um lançamento de um volante, de seu campo, para a corrida de um eventual atacante.
O Dunga elegeu a Copa de 1994 como o seu modelo, o seu lema, o seu destino. Acontece que em 94 jogamos mal. Jogamos de lado e para trás. Na estréia, batemos uma combalida Rússia. Eles ainda se ressentiam de não ser União Soviética e vieram com um time pobrinho. Perderam da Suécia. Não tinham nenhum jogador brilhante. Depois, batemos Camarões, o time mais envelhecido daquela Copa. O centroavante tinha 42 anos. Suamos para empatar com a Suécia e para ganhar de 1x0 dos EUA. Se não fosse o Romário pegar a bola e resolver sozinho, não teríamos passado nesses jogos. Contra a Holanda ganhamos graças ao baixinho (com aquele gol espetacular) e ao sobrenatural de Almeida (naquele gol do Branco). Depois, novo suor contra a Suécia. E, na final, sofremos para vencer a Itália com Baggio e Baresi contundidos, aos frangalhos. Aquela Copa foi ridícula. E é o modelo do Dunga.
Hoje, torci para a Argentina fazer uns 5 ou 6 gols. Achei que, assim, quem sabe, o Dunga cairia. Não caiu.
O Dunga está me atrapalhando muito. Na Copa de Botão, o seu esquema tem se mostrado totalmente incapaz e há o risco claro de o Brasil perder para a Tunísia.
Agora, vamos de Bélgica para ver se nos livramos do sujeito ao menos nas Eliminatórias. Como diria Sílvio Luiz, que venham os belgicanos!!
Escrito por Jubas às 20h14
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Pequenos, muito pequenos.
“Faz tempo que não vejo um Brasil tão pequeno e tão defensivo”.
A verdade sempre dói mais quando salta da voz do inimigo.
Não do inimigo qualquer, mas daquele que desperta o mais profundo dos ódios: aquele que nos faz desejar que o inimigo estivesse do nosso lado.
“Faz tempo que não vejo um Brasil tão pequeno e tão defensivo”.
Diego, em Pequim, resume tudo. E não o faz como deboche. Não, há uma amargura na declaração que lembra a solidariedade.
O Pibe não comemora a pequenez de nosso escrete, antes a lamenta. Afinal, a medida de nosso tamanho sempre é dada pela magnitude de nossos inimigos. Um inimigo pequeno nos torna menores.
“Faz tempo que não vejo um Brasil tão pequeno e tão defensivo”.
Não é a derrota que dói. Telê não é menor por 82. Cruiff, Eusébio, Toninho. O que dói é a pequenez.
“Faz tempo que não vejo um Brasil tão pequeno e tão defensivo”.
Diego Armando Maradona, 19.08.2008.
Escrito por Demas às 16h58
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E NO FINAL...
Senhoras e senhores
São 11 horas da noite do dia 18 de agosto de 2008 e cá estou, arrepiado, tenso, com o pensamento focado em um objeto.
Há umas duas semanas, o Amaral deu as boas vindas aos Jogos de Pequim. Desde então o nosso blog se transformou em um festival de fotos de beldades em trajes sumários, estilo a saudosa revista Ele&Ela (só quem viveu os anos 80 pode entender). Foi amplamente comemorada por alguns a alforria, que nos mostraria um mundo espetacular de novos esportes que nos fariam esquecer as decepções com o futebol, velho de guerra. Além disso, os jogos de botão do Jubas e a promessa eterna de chopp Brahma no Bella (é mais fácil nevar em Salvador).
Assisti a dezenas de esportes, aprendi o nome de golpes do judô parecidos com cardápio de restaurante japonês, me emocionei patrioticamente com o Cielo, me diverti, como sempre, com o "dream team", vi momentos comoventes, torci pra caralho no vôlei (o único esporte que eu adoro, mas só posso torcer pela seleção, nunca por um clube) e me emocionei pra cacete com a saga das moças humildes que entortaram o mundo e provaram que FUTEBOL TAMBÉM É COISA DE MULHER, SIM SENHOR (só mais uma vez acho estranho ter que torcer só para uma seleção e não poder vestir a camisa de um clube).
Bom, milhares de atletas, chineses maquiando eletronicamente a festa de abertura e o Dalai Lama não retiraram o meu foco daquilo que mais importa: o Futebol. E não apenas futebol, mas Brasil x Argentina, o maior épico de todos (digo épico pois outros são clássicos e esse é o único que tem o direito de ser chamado épico).
Comecei as olimpíadas vendo um 1x0 safado, golaço tricolor de Hernanes. Depois os Bambalas e Arimatéias de sempre. Chegou Camarões, frio na espinha. Nenhum timaço, mas péssimas recordações e jogadores imensos. Jogo feio, salvo no oportunismo brasileiro. Toque matreiro de Sóbis, seguido de toque com alguma parte da coxa por Marcelo. Brasil 2x0. Agora a Argentina.
Ronaldinho-Messi, o mundo inteiro aguardou ansiosamente por muito tempo para ver este choque. Dois gênios, o brazuca mais experiente, com mais visão de jogo, o argentino com mais rapidez, caindo pelos dois lados do campo. Ambos capazes decidir um jogo sozinhos; Aguero, uma espécie de Robinho portenho - muito carnaval (tango), habilidade, mas em geral só firulas; Pato ou Sóbis, a camisa canarinho ainda pesa nos dois - eu daria chance ao colorado do Bétis; Román, um armador fabuloso, dono de um passe milimétrico, cobranças de falta certeiras e momentos de apatia em que qualquer um lhe rouba a bola; Diego, irritante, habilidoso, fominha, dono de uma estrela que o ilumina em momentos ímpares (o passe para o Adriano no final daquela Copa América); Thiago Neves, eu apostaria nele - tem cheiro de gol; Di Maria, dizem maravilhas dele, espero que estejam errados. Gago e Mascherano, raça (sorry corintianos) e experiência, podem ser o fator a desequilibrar o jogo; Hernanes e Lucas, um guerreiro gaúcho e um volante moderno, craques verdes, que ainda têm que comer muito feijão; Anderson, opção de um volante imbecil, mas que era raçudo (Dunga), trata-se apenas de um volante imbecil; Não conheço os laterais argentinos e dizem que são ruins, assim como os beques. Como diria Amaral, "oremos"; Marcelo, meia-boca;Rafinha, outra meia-boca; São Paulino que sou, rezo e acredito que a parte da muralha do Brasileirão de 2007 presente (Breno e Pirulito) jogue aquilo que sabe (e se for o Thiago Silva, ele também estará à altura); Os goleiros, ambos bons.
Enfim, é um clássico, o sobrenatural de Almeida já embarcou num vôo da Air China e de acordo com o filósofo Tévez, a Argentina amarela para o Brasil, mas no atual momento do Gaúcho contra Messi e Riquelme e os "velhos" Mascherano e Gago, eu acho que o Bronze nos cai bem (viva o Bronze!!). Estes são os fatos. Do contrário, fodam-se os fatos e nos embebedemos.
PS: Ainda no futebol, eu aceito a idéia de ser eliminado pela Argentina com um punhal no coração, mas este mesmo coração não vai aguentar ver as meninas não triturarem aquelas gringas boçais. (Que Pelé, Garrincha, Zico e Reinaldo iluminem Marta, Cristiane, Daniela Alves e cia.)
Escrito por Ogro às 00h06
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Brasil bronzeado
Pessoal, vejam que sensacional esse site que torce pelo bronze.
O texto sobre o lutador sueco que jogou o bronze fora é impagável!

Escrito por Jubas às 17h53
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Scolari faz carinho em Robinho
15/08/2008 - 08h48
Jornal divulga que Robinho se negou a viajar com o Real
da Folha Online
O jornal espanhol "Marca" divulgou nesta sexta-feira que o atacante Robinho se negou a viajar com o Real Madrid para disputar a partida de domingo em Valência, pela Supercopa da Espanha.
De acordo com a publicação, Robinho, insatisfeito no clube espanhol, está realmente decidido a se transferir para o inglês Chelsea, time dirigido pelo técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari.
Para negociar os direitos federativos do atleta, o Real Madrid desejaria 40 milhões de euros --o clube inglês teria oferecido 32 milhões de euros.
O Chelsea já tinha divulgado em seu site o interesse em contratar o jogador brasileiro, e Wagner Ribeiro, empresário de Robinho, deixou clara a insatisfação com o Real Madrid.
"[Robinho] não recebe o carinho que necessita [no Real Madrid]. Esse carinho quem está dando é Scolari, que o conhece bem e liga para ele todos os dias", falou Wagner Ribeiro ao jornal espanhol.
Escrito por Zecão às 16h22
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Oitavas de Final
A Fiba (Federation International of Botão Association) acaba de divulgar a lista dos jogos das oitavas de final da Copa do Mundo.
Netherlands X Uruguay
Germany X Japan
Tunisia X Brazil
Ukraine X Iran
England X Senegal
Denmark X Greece
Cameroon X Nigeria
Russia X Italy
Escrito por Jubas às 18h53
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Breves de Pequim III
Impressiona a gama de desportes sobre os quais sabemos patavinas.
Entretanto, todos reconhecem a vocação bolivariana deste sítio esportivo.
A unidade da Latino América é fundamental para qualquer projeto de desenvolvimento soberano...
Há um esporte muito querido pelos "hermanas e hermanos" que não pode passar incólume.
Trata-se de hoquéi sobre a grama. Um esporte interessante.
A Seleção Argentina é um colosso nesta modalidade. A alcunha: "Las Leonas"

crédito da foto: http://www.90mas10.com.ar/empresas/2006/09/adidas-present-el-nuevo-logo-de-las_29.html
Os destaques das "Leonas" são a meio campista Luciana Aymar, uma espécie de Riquelme de saias, e a defensora Magdalena Aicega.
A veterena Maggie Aicega, 33 anos, é a capitã do time. Personalidade admirada na Terra de Maradona.

A capitã, Maggie: http://www.diariodecuyo.com.ar/home/new_noticia.php?noticia_id=135129
E em outro momento, notem a tatuagem...
http://flickr.com/photos/14593573@N08/2036899170
Pela unidade:
Argentina! Argentina! Argentina!
Escrito por Amaral às 18h28
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Francileudo vem aí
O time não passa do meio-campo. É proibido! Nada de avanços ao ataque. Então, o gol se torna um acidente. Quem sabe, um lançamento torto de um volante para o talento individual de um atacante. O gol se tornou um "quem sabe". E o "quem sabe" não aconteceu. O Brasil empatou com a Ucrânia, no segundo 0x0 da Copa. E só se classificou porque Ricardo Teixeira enviou uma malas suspeitas para o Canadá bater a Bulgária. O Gaúcho está fora de forma. Mineiro irreconhecível. A defesa é um convite a presepadas. Os laterais são um fiasco.
Agora, vamos pegar a Tunísia! Surpreendentemente, os tunisianos, liderados por Francileudo, fizeram a melhor campanha da primeira fase. O que era para ser uma barbada será um jogo duro. É a Era Dunga avacalhando o futebol brasileiro até nos campos de madeira.
Seguem os resultados da 3ª rodada do Mundial.
(As seleções classificadas estão em negrito.)
Grupo 1
Romênia 1x2 Holanda
Áustria 1x2 Japão
Romênia 0x2 Áustria
Holanda 4x2 Japão
Romênia 1x2 Japão
Holanda 3x2 Áustria
Grupo 2
Alemanha 3x2 Uruguai
Peru 2x2 China
Alemanha 2x3 Peru
Uruguai 2x2 China
Alemanha 6x3 China
Uruguai 4x0 Peru
Grupo 3
Equador 1x1 Colômbia
Irã 4x7 Tunísia
Equador 2x3 Tunísia
Colômbia 0x1 Irã
Equador 3x3 Irã
Colômbia 1x2 Tunísia
Grupo 4
Brasil 2x1 Canadá
Bulgária 2x3 Ucrânia
Brasil 1x2 Bulgária
Canadá 1x2 Ucrânia
Brasil 0x0 Ucrânia (Definitivamente, fora Dunga!)
Canadá 3x2 Bulgária
Grupo 5
Inglaterra 0x2 Grécia
Arábia 5x5 Angola
Inglaterra 4x2 Arábia
Grécia 2x2 Angola
Inglaterra 6x0 Angola
Grécia 2x2 Arábia
Grupo 6 (o “grupo da morte”)
Gana 3x0 Argentina
Dinamarca 4x2 Senegal
Gana 1x4 Dinamarca
Argentina 2x2 Senegal
Gana 0x5 Senegal
Argentina 4x4 Dinamarca (o goleiro dinamarquês fez de cabeça o gol decisivo, após escanteio, nos descontos. O melhor jogo da Copa)
Grupo 7
Itália 0x1 Camarões
Coréia do Sul 3x1 Argélia
Itália 0x0 Coréia do Sul
Camarões 4x4 Argélia
Itália 5x1 Argélia (Luca Toni desencantou com dois golaços)
Camarões 3x2 Coréia do Sul
Grupo 8
Nigéria 3x4 Rússia
Croácia 1x0 Venezuela
Nigéria 3x2 Croácia
Rússia 1x1 Venezuela
Nigéria 2x2 Venezuela
Rússia 5x1 Croácia
Escrito por Jubas às 17h58
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A estréia
Disseram que seria muito cedo para ele. Que seria como tirá-lo de casa. Que ele ainda não tem condições de cumprir horários, regras, lições. Mas, a intuição me levou a colocá-lo no carro, mesmo com todas as dúvidas do mundo dançando pela minha cabeça, e levá-lo diretamente para a escola.
Ele ainda não vai ao banheiro e já vai estudar? Ele ainda usa mamadeira e vai comer no refeitório? Ele chama os iogurtes de “surpresas”, as letras e números de “esquadros”. Fala na terceira pessoa, que nem o Pelé: “Ele quer esse brinquedo.” “Ele quer mamar.” E, às vezes, me chama de “Seu pai”.
“Seu pai, você põe a música do arco-íris?”, pede o pequeno, ao entrar no carro. E continuamos os dois cheios de coisas não sabidas. Ele mal sabe que vai para a escola. E eu não faço idéia do que seja a música do arco-íris. Ligo o som e penso alto na lição de uma psicóloga que me contou que, entre os dois e os três anos, os pequenos estão numa fase em que não conseguem fazer descrições próprias dos acontecimentos. Essa fase se chama “especulare”. É mais ou menos como a grande imprensa brasileira: apenas repete o que os outros falam. Especulam. Daí, o uso da terceira pessoa pelos pequenos. Esse pensamento me leva à grave constatação de que o pequeno Lucas, uma vez na escola, não conseguirá contar o que aconteceu, a não ser pela versão da professora (e de outros colegas de dois e três anos). Fico nervoso por um breve instante, quando o som do carro, num lapso, me revela ao menos o que é a música do arco-íris: “Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel...”
Lucas ri irresponsavelmente da música, enquanto meus ombros pesam cada vez mais. Deixar um filho na escola é como soltá-lo no mundo. Você passa dois anos protegendo o pequeno e, de repente, larga ele como um passarinho. “Qualquer coisa, nós temos o seu telefone”, diz a professora, na chegada da escola, numa clara indireta para eu me mandar. Vou para o trabalho e nada de o celular tocar.
Um dia fui pego pelo braço pela minha mãe e parei ao lado de um grande mural. Havia vários desenhos rabiscados. Vi um dinossauro, um super-homem e a nave amarelada de Flash Gordon com riscos vermelhos ao fundo. Quando dei por mim, estava só ao lado da professora de óculos grandes e cabelos encaracolados. A mãe foi embora e pensei que fosse passar a semana inteira por lá. Só. Uma desolação tão grande que até perdi o interesse pela nave amarelada. De repente, estava sozinho num lugar estranho. Quanto tempo até voltar para casa?
Ainda acho que Lucas não sabia que estava indo para a escola. Conversamos brevemente no caminho. Eu tentando explicar o significado de ler, pintar, escrever. E ele: “Seu pai, você põe a música da cidade?” Falei que ele conheceria colegas, tias, letras, brinquedos. E ele olhando pela janela, as brumas subindo pelo lago. A música: “Deve ter alamedas verdes a cidade dos meus amores...”
Foi quando finalmente chegamos ao pequeno portão verde que abre para a casa transformada em escola. “Assim, eles não percebem tanto a diferença”, me explicou o professor Jason. Deve ser mesmo difícil sair de casa, onde tem rede e você pode dormir no chão, e ir para um lugar com salas de aula em seqüência. Sala de tarefas, sala de computador, sala de música, sala de livros.
Foi a professora Su, a dona da escola, que nos contou que, hoje, a maior preocupação dos pais é como proteger os pequenos deste mundo grande, complexo, perigoso e confuso. “No passado, a preocupação era como apresentá-lo à sociedade”, disse a Dona Su, com seus cabelos brancos e a expressão doce de uma vovó de cestas de pães-de-queijo. A minha preocupação é se ele irá aprender a diferença entre bemóis e sustenidos. Se ele entender o dilema das notas pretas do piano, o mundo ficará claro para ele e eu serei um pai satisfeito.
Subimos os degraus verdes e somos recebidos por um jacaré de areia na entrada. Lucas fica quieto por um momento e volta os olhos para os velocípedes coloridos no corredor. Pergunto se ele sabe onde está e nada de resposta. Talvez, saiba e não queira falar. Talvez, não faça a menor idéia e esteja apenas processando a mudança. Ponho o garoto no chão e todas as dúvidas se dissipam num único instante. Lucas corre para dentro da escola como se ela fosse feita de chocolate. Põe todas as forças na ponta dos pés. Passa pelos velocípedes e dobra à direita. Abre a pequena cancela e segue reto até a sala de brinquedos – chamada pomposamente de “Sala de Atividades”. Não hesitou em nenhum momento. Não olhou para trás. E eu, meio esbaforido, ainda fui tolo o bastante para me despedir – fato para o qual ele não deu a menor atenção (e nem deveria dar).
Um dia, a Dona Antônia perdeu a sua filha de dois anos dentro de casa. Procurou, procurou e nada. Então, vieram bater na porta dela para dizer que a pequena havia atravessado a rua sozinha. A menina foi até a frente da escola e disse que queria entrar. Hoje, é a mãe de Lucas.
O dia foi tranqüilo na escola, apesar da hesitação de alguns pais iniciantes como eu. Nada de telefonemas nas quatro horas até buscá-lo. Apenas uma reticente preocupação.
A manhã passou e, às 12h, volto a ver Lucas. Agora, ele está esparramado num mini-pufe verde assistindo ao dinossauro roxo que canta entre várias crianças. Calças sujas, bochechas manchadas. Barrigão para cima, como se tivesse dado pulos a manhã inteira. E, de fato, pulou.
Voltamos para a casa e eu pergunto como foi o dia na escola. Ele fala de carros, helicópteros e de uma menina chamada Valentina. “Muito linda”, arriscou o pequeno. Continuo com perguntas adultas e ele: “Seu pai, você põe a música do senhor?” Não faço a menor idéia do que ele está pedindo e deixo o CD rolar no caminho que, agora, ganha uma sensação de missão cumprida. “Senhor, senhora, senhorio...”
Categoria: Cacos de Existência
Escrito por Jubas às 20h39
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Boa quinta-feira, Bóris
Aproveito, na qualidade de freguês do tricolor carioca, para presentear a todos os colegas de Chico Buarque e Pedro Bial com uma pérola que me foi transmitida pela minha querida esposa Priscila, diretamente dos arquivos do Judiciário do Rio de Janeiro:
Processo No 2008.211.010323- 6
TJ/RJ - 06/08/2008 15:06:31 - Primeira instância - Distribuído em 11/07/2008
Regional da Pavuna
Cartório do 25º Juizado Especial Cível
AUTOS N.º 2008.211.010323- 6
RECLAMANTE: CARLOS ALMIR DA SILVA BAPTISTA
RECLAMADO: JORNAL MEIA HORA DE NOTÍCIAS
SENTENÇA
"Dispensado o relatório, nos termos do artigo 38 da Lei 9.099/95.
Primeiro registro que é absolutamente incrível que o Estado seja colocado a trabalhar e gastar dinheiro com uma demanda como a presente, mas... ossos do ofício! ...
O reclamante, cujo time foi derrotado na final da Libertadores, sentiu-se ofendido com matérias publicadas pelo jornal reclamado, que, segundo ele, ridicularizavam os torcedores, incitavam a violência e traziam propaganda enganosa.
As matérias, no entanto, são apenas publicações das diversas gozações perpetradas pelas demais torcidas do Estado em razão da derrota do time do reclamante. Tais gozações são normais, esperadas e certas de vir sempre que um time perde qualquer partida, quanto mais um título importante que o técnico, jogadores e torcedores afirmavam certo e não veio. Mais. As gozações são inerentes à existência do futebol, de modo que sem elas este não existiria porque muito de sua graça estaria perdida se um torcedor não pudesse debochar livremente dos outros. ... É certo que o reclamante "zoou" os torcedores de outros times da cidade em razão de derrotas vergonhosas na mesma competição em que seu time foi derrotado, em razão de um dirigente fanfarrão ou em razão de uma choradeira com renúncia, e nem por isso pode o mesmo ser processado. Ressalto que se o reclamante viu tudo isso e ficou quietinho, sem mangar de ninguém e sem se acabar de rir, – não ficou, mas utilizo-me dessa (im)possibilidade para aumentar a argumentação – deve procurar outros esportes para torcer, porque futebol sem deboche não dá! (grifei) ...
A pretensão é tão absurda que para afastá-la a sentença precisaria apenas de uma frase: "Meu Deus, a que ponto nós chegamos??!! !", ou "Eu não acredito!!!" ou uma simples grunhido: "hum, hum", seguido do dispositivo de improcedência. ...
Isto posto, JULGO IMPROCEDENTE O PEDIDO.
Condeno o reclamante como litigante de má-fé ao pagamento das custas, nos termos do caput do artigo 55 da Lei 9.099/95."
Méritos: Priscila Paz Godoy, corintiana.
Escrito por Ogro às 16h38
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VIVA PEQUINZIS 2008
UMA SINGELA HOMENAGEM
do site http://globoesporte.globo.com.br - Blog do Daniel Perrone

Escrito por Ogro às 14h52
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Breves de Pequim - II
Petecas...
O sonho de muitos, quando infantes, é jogar bem a peteca.
E peteca é esporte olímpico!!!
Em Pequim, o Brasil não tem participantes no Badminton, que vem a ser a nomenclatura oficial...
Do Jogo de Peteca, numa quadra parecida com a quadra de tênis.
Trata-se, bolonistas, das raquetadas mais rápidas do desporte.
Este diário não sabe ao certo para quem torcer, mas desconfia...

crédito da foto: http://fotos.badmintondeutschland.de/
Olga Konon, do Belarus. A menina é a 44ª do ranking.
A moça tem um sorriso daqueles de arrasar quarteirão.
O sítio oficial da moça: http://www.olgakonon.com/apps/photos/photo.jsp?photoID=831012
Escrito por Amaral às 14h21
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Breves de Pequim - I
Inevitável. Serão dias de outros esportes. Outros focos.
Olimpíadas. A festa de todos os esportes.
Todos reconhecem que este diário preza a esportividade, o espírito dos jogos.
E a beleza.
Esta nova série de "reportagens", com abordagem sempre isenta, característica fundamental desta confraria, destacará fatos importantes do mundo dos desportes.
E tentará explicar aos incautos, ingênuos e distraídos um pouco deste vasto mundo de possibilidades.

crédito: www.photosport.com/profiles/jackson/index.html
Nada melhor que iniciar estes comentários com esportes tradicionais.
O Basquetebol...

crédito: Folha Imagem
Há chances de medalha. Mas as favoritas são as australianas.
A foto destaca a pivô Lauren Jackson, destaque do último mundial da modalidade.
Aqui, um "link" para conhecer um pouco mais desta importante atleta.
http://laurenjacksontallbeauty.blogspot.com/
Na modesta opinião deste diário, trata-se de uma séria candidata para a galeria dos imortais do esporte.
Que comecem os Jogos!!!!
Escrito por Amaral às 09h26
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Pergunta: Será que algum deles na cabeça??
Escrito por Ogro às 19h22
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A charge do domingão
Há charges que dizem tudo, sem precisar de palavras. É o caso dessa aí do Amarildo, tirada do blog do Noblat...

Escrito por Jubas às 15h15
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