Os Bolonistas


 
 

Só resta agora uma coisa: O Hepta

Bolonistas, agosto está terminando...

 

 

Se pudesse ter escolhido um resultado, escolheria o zero a zero.

 

 

É verdade que o empate nos deixa quatro pontos daquele que não deve ser nomeado. É verdade que na corrida pelo título esta diferença é considerável. Mas também é verdade que nos poupar de ver o velho e bom Murici comemorando um eventual gol do adversário foi bom. Fez bem para a alma.

 

 

A saída de Murici do São Paulo era inevitável. Havia um desgaste no trabalho do nosso treinador tricampeão. Creio que a diretoria errou ao colocar um ponto nesta história sem assumir os erros da própria diretoria. Deveriam ter poupado o nosso treinador da desgastante “responsabilidade” pelo fracasso da Libertadores e por nossa inapetência no primeiro semestre. E tenho tido um prazer diferente ao assistir aos jogos do SPFC com Ricardo Gomes. O time de fato parece mais leve, alegre e menos carrancudo.

 

 

Com Murici nos desacostumamos a perder. Exceto nas pelejas da Libertadores, que foram derrotas doloridas pela cobiça que nós torcedores temos pelo caneco continental, e por isso tão marcantes, o São Paulo era um time de uma irritante obviedade e de previsível resultado, a vitória. Com o Ricardo reaprendemos a perder e a sofrer. Vai ser um caneco diferente este que conquistaremos em 2009. Desconfio que as comemorações serão até mais calorosas.

 

 

Mas ontem, sinceramente, não era dia para triunfos ou humilhações. Murici é como nós, um torcedor do São Paulo. É sempre bom, portanto, um período de resguardo antes das pilherias naturais que nascem com o futebol.

 

 

Temia por três situações no jogo de ontem: A primeira, a derrota. E como seria a reação de Murici. Se houve desapontamento no aceite, embora absolutamente compreensível, ao convite palestrino, seria desgostoso demais ver Murici comemorando algum gol, batendo no peito e tais coisas que a emoção descarrega. Seria uma adaga, um punhal, um coice. E seria constrangedor demais se ele não comemorasse, porque do lado de lá da força o sentimento também seria de traição. E Murici não é um traidor. Sem contar que perder para a SEP seria o fim de qualquer possibilidade de caneco, pois seria uma derrota indizível.

 

 

A segunda, se o São Paulo ganhasse com folga, jogando bem e dando espetáculo. Esta hipótese era remota, mas todo o torcedor sonha. Eu sonho, e muito, com goleadas contra o Palmeiras. Estes sonhos me divertem. Mas não seria divertido neste caso, pois do lado de lá um de nós sangraria.

 

 

E a terceira, e de maior probabilidade, seria a de que o jogo se definisse em algum erro de arbitragem, daqueles crassos, óbvios, solares. O pós jogo seria terrível ao ver as explicações sobre o fardo. No futebol os erros dos juizes sempre revelam nossa face oculta abominável, e por vezes deliciosamente perversa, de que a vitória vale mesmo três pontos.

 

 

Mas o juiz foi bem e o empate selou um armistício. Bola para frente, a punição acabou. Agora vamos atrás dos quatro pontos que ainda nos separam:  o caneco mais saboroso.

 

 

31.08.2009

 



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h27
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Alta Noite

A madrugada é um tempo imprevisível. Eu adoro a madrugada.

Tudo em silêncio. E tudo pode acontecer.

Outro dia, (ou melhor dizendo, outra madrugada), lá pelas três, ouvi um barulho no quarto ao lado e fui checar se estava tudo ok com o pequeno. Ele parecia apreensivo e levantou assim que pus a mão em sua testa suada. Olhou para mim bastante sério, com aquela cara de precisamos conversar e disse: “Você sabia, Ju: o  homem-aranha não é científico”.

Fiquei perplexo com aquela novidade. Nunca pude imaginar que o Aranha, Peter Parker para os íntimos, não teria nenhum grau de robustez científica em sua conformação morfológica.

“É mesmo, Lucas”, respondi com a voz cansada. Reuniões, um longo expediente e entrevistas coletivas me esperavam no dia seguinte. “Então, ponha a cabeça no travesseiro e volte a dormir.”

Ele me obedeceu meio que por inércia. Colocou a testa suada na imagem de um avião da década de 1910 que está estampada em seu travesseiro, voltou os olhos para o pingüim azul americano de nome espanhol em sua fronha e, dez segundos depois, pegou no sono novamente.

Fico imaginando de onde ele tira essas histórias. Claro que o Aranha, em ficção, é comprovadamente científico. Parker foi picado durante uma excursão de sua escola por uma aranha de laboratório. Daí, veio a sua força descomunal, capaz de levantar até 10 toneladas, a sua aderência, que lhe permite espionar os inimigos em arranha-céus, e o seu radar rastreador, que lhe avisa o perigo. Aranha, laboratório, é pura ciência. O que ele quis dizer com não-científico?

Então, veio outra madrugada. Outro barulho. Lá fui eu ver se estava tudo ok. A testa estava novamente suada e ele novamente levantou-se da cama arqueando a sobrancelha, um ar de “preciso te contar uma coisa”.

“Sabe, Ju: aquela montanha que sai fogo não é um vulcão.”

“Como não, Lucas?” (Novamente, ele estava errado e é dever de pai ensinar as coisas aos pequenos.) “Lucas, se é montanha e sai fogo, claro que é um vulcão.”

“Não, Ju. Aquela é a montanha do dragão.”

Um silêncio reinou no quarto por uns instantes. Pensei se deveria corrigi-lo. Explicar como funciona um vulcão ou se não seria melhor voltarmos a dormir, afinal, passava das duas e outro longo dia de trabalho me esperava assim que amanhecesse.

“Tudo bem, Lucas. É a montanha do dragão avermelhado. Agora, vá dormir!”

Às vezes, acho que Lucas me convence, nem que seja pelo cansaço. Eu é que estou errado. Nós, adultos alfabetizados, é que estamos errados. Lucas é que é científico. Afinal, o Aranha é mesmo uma ilusão. E a montanha é do dragão vermelho que vive no alto do Vale dos Dinossauros. Um picterodátilo à espreita. E nada de vulcão. São fatos claros como o ar que outra vez me acordou em meio a suspiros infantis na madrugada. Lá fui eu arrastando chinelos pelo quarto para vê-lo se levantar com uma paciência quase oriental e voltar-se para mim com toda a sua sabedoria.

“Sabe, Ju: aquela rocha não é a rocha voadora dos vikings. É a rocha de uma tempestade de verdade.”

“Lucas, vai dormir!”



Categoria: Cacos de Existência
Escrito por Jubas às 00h14
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Pausa para respirar: Quatro, sem asterisco.



Escrito por Amaral às 11h12
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Rubinho, um homem de fé!

Rafa Rivas/AFP
Barrichello celebra vitória em Valência


Escrito por Jubas às 17h50
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FODEU

Do site Globoesporte.com

Pelé aponta São Paulo e Atlético-MG como favoritos à 'final' do Brasileirão



Escrito por Ogro às 19h53
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Notas sobre um Brasileirão

Vão dizer que é cedo de mais, mas o Brasileirão terá as primeiras finais hoje e no outro domingo. São dois jogos do Palmeiras contra Inter e SP. Se perder os dois, perdeu o campeonato. Se ganhar, será difícil alcançá-lo. Isso porque o Muricy está armando um ferrolho no Palmeiras. O time está indo de um-a-uns e um-a-zeros. Vejam que ele colocou o Diego Sousa de atacante. Ainda não deu certo, pois o Diego perdeu até gol cara-a-cara contra o Botafogo. E o Obina voltou a murchar. Parece feio dizer que o Muricy é retranqueiro, mas a verdade é que ele fecha o time. Isola o jogo. Está longe de ser um Parreira, mas entope o meio-campo. Cria um xadrez para o adversário. Pode até dar certo. Deu nos últimos três anos. Só que ele tinha mais elenco.

 

Muricy deslocou o Hernanes para a direita no começo do ano. Deu certo por uns três jogos, inclusive num SP 1x0 Palmeiras em que ele cruzou da direita para o Washington fazer o gol. Só que, logo depois, Hernanes ficou irreconhecível. Curioso como Hernanes é volante que sabe passar a bola, e não meia armador. Cada jogador tem a posição que joga melhor e, muitas vezes, não precisa ser um grande treinador para escalar o time. Talvez, esse seja o simples mérito do Ricardo Gomes. Basta colocar cada um no seu lugar de preferência. Richarlysson era um lateral péssimo, mas é excelente marcador pela volância esquerda. E ganhou o motorádio na última quarta-feira acumulando essa função com o apoio à zaga e um golaço.

 

Falando em gol tem gol mais corintiano do que o tento do Chicão contra o Inter?

1) O gol surgiu de uma jogada tradicional do Timão: jogar a bola na área para ver o que acontece. Vale lembrar: o gol de 77 do Basílio surgiu assim. Não foi uma jogada ensaiada, mas um tento empurrado pelos olhos pela massa.

2) Vejam que não foi bem um chute a gol do Chicão. Foi uma sucessão de divididas que levou a um estouro desmedido para o gol rente a pés adversários em cima da linha. Foi um gol-dividida.

3) O gol foi do zagueiro raçudo capitão do time.

4) O gol estava impedido.



Escrito por Jubas às 17h05
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UM*.!!!

ps: Podem ser três. Mas quem, em sã consciência, duvida?



Escrito por Amaral às 00h24
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Escrito por Demas às 00h14
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  ?

  !



Escrito por Fernando às 10h06
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Quatro*.


PS.: Podem ser seis. Mas alguém duvida?



Escrito por Amaral às 02h17
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Escrito por Demas às 18h37
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Muito Boa!!

Sakiro Suzuki - a versão japonesa do Joãozinho!!
No primeiro dia de aulas numa escola secundaria dos EUA a professora
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.

A aula começa e a professora:
Vamos ver quem conhece a história americana.

Quem disse:
'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala.
Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.

Muito bem, Suzuki.
E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se.'?
- Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha?
Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!

Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cú, japonês de merda!
- Quem foi? grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar responde:
- General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
 
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita: - Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tókio, em 1991.

Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora irritada! Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.

E outro aluno se levanta e grita: - Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.

A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em Dez/2006, Brasília.

E outro aluno, num sussurro que ecoou: - Ihhh... agora fudeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM.

O diretor fica estarrecido com a petulancia do japonês e da euforia da turma e diz:
- Cambada de viadinhos filhos da puta, vcs tem que virar homens de verdade!
Suzuki:
- Adilson Batista para o time do Cruzeiro depois da derrota da libertadores de 2009.

 

 

 



Escrito por Frank às 03h55
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Quinta Feira

Seis.



Escrito por Amaral às 11h20
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Clássicos para Ouvir Durante a Noite

 

Nesta semana de ode aos clássicos

Impossível esquecer que Jorge Aragão e Beth Carvalho já estiveram no espaço sideral.

Sim, a NASA botou numa dessas espaçonaves um robô que despertava ao som de Jorge Aragão...

Na voz da primeiríssima dama Beth Carvalho: "Coisinha do Pai" era a canção.

E a mesma pareceria rendeu outros clássicos...

Coloco aqui um deles, talvez o mais importante nesta quarta feira de agosto.

 

 

 

"Chora, não vou ligar
Chegou a hora
Vai me pagar
Pode chorar pode chorar (mais chora!)
É, o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer, o teu penar

Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

La laia, la laia
La la la"

autores: Jorge Aragão, Neoci e Dida.

 

Saravá!!!!



Escrito por Amaral às 11h54
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o atraso

    Bom, antes de mais nada, esclareço que sou são-paulino desde 1980.

    Nestes quase 30 anos de torcida, já vaiei o Raí e anos depois gritava o nome dele até perder a voz. O mesmo se deu com o Careca, o Pita, o Rogério Ceni e muitos outros. Acredito que o importante é a qualidade das partidas feitas pelo jogador, bem como o tanto que ele veste a camisa do time. Por esta razão, pouco gritei o nome do craque Kaká, que jogou de forma razoável no Tricolor e não vestiu a camisa do time por estar mais preocupado com a sua tranferência para a Europa.

    Por outro lado, já exaltei os nossos ídolos que jogavam muito, bem como jogadores limitados, como o Pintado, para dar um exemplo, que mostravam muita raça.

    Em síntese, acredito que os jogadores devem ser incentivados a jogar bem e mostrar raça e amor à camisa. Só isso.

    Pois bem, eu não consigo ficar quieto vendo um bando de imbecis, com bosta na cabeça, perseguindo o Richarlyson pela sua aparente orientação sexual.

    Eu não sou um defensor incondicional do Richarlyson, mas espero que ele seja avaliado como os demais jogadores; aplaudido nos momentos em que está jogando bem, como nas últimas partidas e vaiado, ou cobrado, quando joga mal, como recentemente, quando foi um ala ou zagueiro medíocre.

    De qualquer forma, merece lembrança os fatos de que ele sempre joga com raça e, segundo dizem, é um dos jogadores mais sérios, que levam mais a sério a missão de vestir o manto sagrado, treinando mais do que os demais jogadores e seguindo as ordens dos treinadores.

    Por esta razão, após ser derrubado, na década de 50, a discriminação racial no futebol , seja combatida a discriminação de orientação sexual e, inclusive, acabemos com a hipocrisia, já que sabemos que vários jogadores fazem pose de machões e gostam, na verdade, de outros machões. A HOMOFOBIA É ALGO TÃO NOJENTO QUANTO A DISCRMINAÇÃO RACIAL.

   Quanto aos "organizados" da Independente, meus desejo de que todos vão à merda e deixem os estádios para torcedores de verdade.

Atenciosamente

Ogro (Albaro)

Tricolor bambíssimo de coração



Escrito por Ogro às 19h31
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Clássicos para Véspera

 

A semana continua.

E como a semana anda nostálgica...

Nada melhor que um bom desenho para animar o dia.

O dia? Opa, animar a terça e a quarta feira, pela qualidade da película.

 

 

 

Película para assistir em estádio cheio, né não???!!!



Escrito por Amaral às 11h37
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PARA O AMARAL - notas da rodada

  Segunda-feira, com o sol fervilhante e o ar seco como areia. O campeonato brasileiro das séries A e B avança, próximo à virada de turno, com o prenúncio de recuperações emocionantes e tombos embaraçosos dos ditos "cavalos paraguaios" pela frente

  Nas séries C e D, aquelas com as equipes mais simpáticas do país, donas de seus pequenos caldeirões, terrões e suas centenas de fanáticos, inferno de alguns times de massa que nelas penam por algum tempo, a hora é de decisão.

  Destaco, em primeiro lugar, a série D, em fim de semana de definição da primeira fase. A manchete de impacto é o inferno da nação coral do Santa Cruz, que perdeu a passagem para a próxima fase diante de 30 mil torcedores no Arruda. O grupo A3 merece destaque, pela classificação do Ferroviário cearense e o Alecrim, duas das mais simpáticas equipes do país.

  Por fim, a série C já se encontra em fase decisiva, faltando apenas um jogo para conhecermos as equipes que jogarão a série B em 2010. No primeiro jogo, Guaratinguetá x Caxias, com uma vitória por dois gols a zero, a equipe do Vale do Paraíba está quase lá. No segundo jogo, entre o Brasil de Pelotas e o América Mineiro, tudo igual no sul e a minha aflição, já que eu gostaria que ambas fossem promovidas. No terceiro jogo, entre o ASA de Arapiraca e o Rio Branco do Acre, um empate em terras alagoanas e a minha torcida pela vitória do Rio Branco, neste conflito entre a selva eo sertão. Por último, o encardido Icasa, da terra do padim padre Cícero segurou heróicamente um empate diante do Paysandu e sua ensandecida torcida, no caldeirão da Curuzu.

  Pois é, o próximo fim de semana vai ser quente, seja úmido ou seco.



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Ogro às 18h44
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Clássicos para Segunda Feira

 

Segunda feira tende a ser um dia carrancudo...

Pois bem... hoje, em especial, não deveria...

Deveria ser um dia de "Vale a pena ver de novo", de Sessão da Tarde, de desenhos infantis na TV.

Deveria ser um dia de reflexão, também.

Gosto muito deste desenho.

 

O "Manda Chuva".

 

O dono do beco.





Escrito por Amaral às 09h08
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Clássicos Revisitados

 

Canções para um final de semana de agosto...

 

"Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto...

Tô voltando...

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama...

Tô voltando...

Leva o chinelo pra sala de jantar... Que é lá mesmo que a mala eu vou largar

Quero te abraçar, pode se perfumar, porque eu tô voltando...

 Dá uma geral, faz um bom defumador, enche a casa de flor...

Que eu tô voltando...

Pega uma praia, aproveita, tá calor, vai pegando uma cor...

Que eu tô voltando...

Faz um cabelo bonito pra eu notar que eu só quero mesmo é...

Despentear...

Quero te agarrar... pode se preparar... porque eu tô voltando!!!

Põe pra tocar na vitrola aquele som, estréia uma camisola...

Eu tô voltando!!!

Dá folga pra empregada, manda a criançada pra casa da vó...

Que eu tô voltando!!!

Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar

Telefone não deixa nem tocar... Quero lá... lá... lá... lá....

Porque eu tô voltando!!!!!!!!!!!"

 

do Tricolor, mas do outro, Chico Buarque.

Quando infante, assíduo fã de Canhoteiro e Pagão.

do Tricolor, o dileto.

 



Escrito por Amaral às 17h40
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Reprise.

"Ah, não. De novo não"

Pensamento de alguns bolonistas, que negarão.



Escrito por Demas às 09h05
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Clássicos para uma quinta feira clássica

 

Loas ao mestre.

Hoje, homenagem para Lupicínio Rodrigues.

Dor de cotovelo no talo. No fim. No começo.

Um letrista absurdo. Merece todas as homenagens.

E amanhã, quinta feira, que esta homenagem possa render boas e ótimas reflexões.

 

 

 

Programa de TV do Hermínio Bello de Carvalho, em 1983.

Linda Batista também é autora deste clássico, "Vingança".



Escrito por Amaral às 19h44
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"Hit" de sucesso nesta segunda feira... dica para fim de inverno:

"Outra vez".

 

 



Escrito por Amaral às 16h22
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