Os Bolonistas


 
 

Daqui a pouco cerveja com o Renato...

 

Bolonistas, quando nos vemos...


Quando me disseram que ele viria, sinceramente, não acreditei. Tinha jogo na televisão. Era o time que poderia ser o campeão que tinha que ser secado. Enfim, achei que ele iria secar e esqueceria de nosso encontro. Duvidei e errei. No horário marcado ele estava lá. Sorriso no rosto e uma cara de contente, pontual.


As primeiras cervejas tiveram aquele gostoso gosto de nostalgia. De bola de papel no quintal da escola, da Copa de 82, de refrigerante e campeonato de arroto, das meninas e das saias das meninas no uniforme do colégio. O uniforme rendeu boa prosa. E outros tantos outros sorrisos. Lá pelas tantas, já devidamente acompanhados por pastéis e lingüiça, o papo enveredou pelos caminhos e descaminhos. Pelas opções, pelos arrependimentos, pelas certezas, pela vida que cada um de nós levou e leva. Sim, não fugimos da ausência prolongada e como vinho entendemos que a ausência pode ser saudade ou posse. Quando saudade é saudável e querida, como marmelada de que não se come todo dia, mas tem sabor que não se esquece. Quando posse é aquele monstrinho chato e irritante que se transforma em obrigação e, consequencia, puro fastio. A marmelada vira dietética. Ao fim desse papo, a velha promessa improvável de outro encontro, em breve tempo.


O que se seguiu foram as conversas sobre política, desencanto, um pouco de caderno de cultura, filmes, novelas, misturado com revista de fofoca e “Playboy”. Estranhamente ninguém falou do Nacional de Futebol. Entendi como um acordo sem palavras, ambos torcíamos pela mesma gente e estávamos definitivamente secando um outro time qualquer. As vezes é nestes momentos que mostramos o quanto gostamos do nosso time, sem dizer nada , revelando tudo.


Foi o garçom que entregando a conta deu a senha: “Foi quatro a zero. Eles ganharam.”. Ombros e pedimos a saideira, sagrada. “E aí, vamos ganhar mais esta?”. “Evidente!”. “Até, meu velho. Saudade.”.


30.10.2009



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 20h36
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Por uma Copa Representativa da Força da Nação

 

Bolonistas, um manifesto político necessário...

 

 

 

Creio que todos concordam que o Planalto Central precisa de um time na Libertadores de 2010. Sim, o país sede da Copa de 2014 precisa consolidar a geografia do futebol. É inadmissível que tenhamos a imensidão do Centro Oeste sem jogos internacionais em suas arenas esportivas num ano de Copa do Mundo.

 

 

Todos devem compreender a gravidade deste momento. Não há como admitir, tolerar, concordar e acreditar que no torneio sulamericano de clubes, o mais importante torneio do hemisfério sul, concebamos que o país sede do campeonato mundial de seleções, a maior paixão do Globo Terrestre, não haja um único representante da região onde está a capital da república federativa em que vivemos.

 

 

E hoje é um marco para esta luta necessária para o vigor pátrio. Nossa alma verde e amarela precisa de toda a força e comunhão neste momento difícil. Fosse o Vila Nova, o Brasiliense, o Gama, o Brasília, o Sobradinho, o Misto, o Operário, fosse o CEUB: Não é dia de bandeiras. É dia de luta!

 

Vociferem. Rezem. Praguejem. Mas não desistam.

 

E, se puderem, tenham na lembrança que o Fluminense não é só o time do Bóris. Telê Santana, Chico Buarque, Nélson Rodrigues e tantos outros não merecem lágrimas desta dor infinda, especialmente hoje. Não peço compaixão. Rogo compreensão.

 

29.10.2009



Escrito por Amaral às 12h51
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Nesses tempos de Fifa Soccer estou ensinando o meu pequeno a jogar o bom e velho futebol de botão



Categoria: Cacos de Existência
Escrito por Jubas às 23h10
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Quitutes do Bar Serafim e das Ladeiras

 

Bolonistas da Rua da Carioca...

 

 

 

Outro dia mesmo estive a zanzar pelas ruas estreitas dos meus vagos pensamentos. Entre ruelas repletas de idéias que nunca se encontram, encontrei uma esquina com o seguinte pensamento: “Ganhar, vamos. Mas sem gol do Rogério é impossível.”. Fiquei matutando aquela aporrinhação. De fato era barbada a conclusão de que um caneco sem um mísero gol do Imortal era improvável. Nem gol de penalidade máxima, observei. Ruminando tais considerações decaí em profunda agonia.

 

 

De fato o ano não está muito bom para o arqueiro, capitão, imortal e recordista de goles da Galáxia. Contusões e lavanderia. E um ar macambúzio, de enfado, ouso até: triste. E nas outras ruas em que caminhei, pensamentos em vão, teria encontrado uma das razões para o ceticismo que tomou conta do Dileto nesta temporada. O Imortal estava cansado.

 

 

Todos merecem um descanso. Ainda mais quem tem no mural defesas épicas, goles heróicos e a taça de campeão do mundo. E com esta conclusão de quem está com sono decidi não mais pensar neste assunto.

 

 

Final de semana sem muitas preocupações terrenas, exceto as camisas do Flamengo anunciando o novo concorrente. Navegando pelas ruas do Rio de Janeiro, feijoada em Santa Tereza, depois de uns bolinhos de bacalhau nas Laranjeiras, teria sido uma estupidez atroz acompanhar ao jogo do São Paulo com ares de crítico de música. Resolvi só torcer.

 

Zero a um. Palavrão. Um a um. Golaço estupendo, magnífico. Um a dois, caçarolas múltiplas. Dois a Dois. Entusiasmo. Três a dois. O campeão voltou. Três a três, juras de ódio. A feijoada já encontrava com o bolinho, trocavam idéias com a pimenta, encontravam desculpas na água com gás, culpavam as geladas cervejas, a caipirinha de pinga e até os chopes da manhã. Era uma confusão daquelas aquela que se anunciava.

 

 

Olhar atento. Falta. O Imortal caminha. Batata. A pelota mansa. Escrito. Bola no canto da barreira, contrapé do goleiro alheio. Insisto. A bola encontra a morada, sorridente, faceira, feliz. Caneco. Quatro a três. Não há mais dúvidas. Previsto. As ruelas todas comemoram interditadas para acompanhar o passeio das alegrias infames. Nem um tiquinho de sal de fruta foi gasto no carnaval.

 

 

27.10.2009

 



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h46
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Bolonistas, a revolução começou! Vejam quem encontrei num evento da República em Brasília



Escrito por Jubas às 09h53
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Campeonato de Botão

Só para ilustrar o post do Pedrão logo ali abaixo, as fotos do grande evento supracitado foram tiradas pelo incorformado colorado vice-campeão (as usual), Zé Gotinha, do http://bolaetudo.blogspot.com/.

Tá tudo lá no álbum dele:

http://picasaweb.google.com/guilherme.goulart76/ITorneioFerraraDeFutebolDeBotaoSetembro2009#

Aproveito para indicar outro:

http://picasaweb.google.com/guilherme.goulart76/PedraoEmBrasilia2009#

 



Escrito por Fernando às 01h40
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Fim de semana porreta! GALO FORTE VINGADOR!



Escrito por Frank às 11h04
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Apesar de fazer quase um mês, só hoje vi o album de fotos da copa Ferrara de Futebol de Botão.

Fantástico. Entre um jogo e outro, é mesmo o futebol que nos une, seja no campo, na quadra ou na mesa.

Gotas, já jogamos isso de toda maneira possível! Gols inesquecíveis, campeonatos, simples peladas.

Moçada as fotos e o vídeo estão maravilhosos. Dei risadas sozinho, mas como se estivesse presente.

Demas, parabéns!! Mais uma vez o São Paulo lá...bosta...

Rapêize, me despeço com um grande beijo e muitas saudades sempre!!!



Escrito por Pedrão às 20h26
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J K Rowling

 

No creo em brujas..... pero que...



Escrito por Amaral às 00h09
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No ataque: Freud, Jung e Raul Seixas

 

Bolonistas carentes ...

 

 

O pior cego é aquele que não quer ver: Trata-se esta de uma frase milenar, de conteúdo científico, que salta das páginas dos zilhares de compêndios de auto ajuda espalhados pelo planeta, ditas nos rincões da Mongólia e nos agitados convescotes das coberturas do Leblon. Mas a cegueira é voluntária, pergunto com um ar de desesperança?

 

 

Escrevo esta filosofia de liquidação para tentar compreender o que está a desmoronar as esperanças do São Paulo Futebol Clube neste campeonato nacional de futebol. Que a vaca foi para o brejo, não há dúvidas. Até os alpendres da sede social do clube reconhecem tal episódio. O time não consegue e é isso. Não há falta de vontade, inaptidão, técnica ou tática. O que tem acontecido é que simplesmente não mais podemos. A alma trancada em si mesmo. Depressão. O obituário do desejo.

 

 

Vejam nossos atacantes. Todos os três “titulares”. Dagoberto, Borges e Washinton retratam amiúde este painel de lágrimas densas que descrevo neste instante. Não vejo nessas três almas que perambulam vestindo o manto pelos jogos do Nacional falta de vontade ou caráter. O que percebo, nas entrelinhas dos passos, é que estas almas não podem mais, não suportam mais. Esgotamento. Fim. Acabou-se o que era doce.

 

 

A inexorável conquista do título de 2010, declamada em todos os panegíricos jamais escritos, é descrita com coragem, lucidez, bravura. A depressão é algo que nos acolhe, abraça, teima, seduz. Para a ponte que transpassa o vão entre este estado de letargia e a gana da conquista dependemos de esforços sobrenaturais, da benzedeira ao divã, do místico e da psiquiatria clínica.

 

 

Reconheçamos que o ciclo acabou com a demonstração de fé que nos tirou da zona do desterro para o grupo dos quatro. Naquele momento o time provou que era tricampeão. E esgotou ali a possibilidade.

 

 

Portanto, para o caneco transcendental que nos aguarda, precisamos de seres novos, sangue renovado, almas leves. Oscar, Henrique, Aislan, Diogo são necessários, vitais, essenciais.

 

 

Repito o que dito em alguma coluna perdida: não nos importa o título, já o temos. Temos é que sair da letargia e das ferragens que nos prendem a este futebol de desencanto.

 

 

Ao hepta, senhores.

 



Categoria: Coluna do Amaral
Escrito por Amaral às 18h55
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Mortal Kombat

 

 

Para um, que tão favorito que é até medrou as calças, é absoluta obrigação.

Outro, vingador, a mais pura redenção.

Outro, ainda, a sensacional recuperação das massas.

E um outro, para acabar com a fama de morrer na praia durante o centenário.

Os mortais são assim. Destes, o caneco desconfia.



Escrito por Amaral às 22h42
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Se puder escolher: derrotas aos sábados...

 

Sim, ainda não acabou.

Mas acabou, né?

Pelo menos para uma das bandas deste diário.

Duas bandas, creio.

Quer saber? Que venha o hepta. Pois os mortais nos querem.



Escrito por Amaral às 00h12
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TARDELI, HOMEM GOL!



Escrito por Frank às 12h09
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TODOS SABEMOS

TODOS SABEMOS QUE O SÃO PAULO É FREGUÊS DO GALO FORTE

VINGADOR. GALO CAMPEÃO 2009. TODOS SABEMOS!



Escrito por Frank às 11h45
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Horário de Verão: Franklin, aproveita.

 

O dia amanheceu tão cinzento e feio que constatei: Batata.

Era tanta noite em hora errada que foi óbvio. Não era hoje.

Fica aquele gosto de enxofre passado, evidentemente.

Mas nada que uma boa dose de despeito, que só aos imortais é sentimento, não resolva.

Aos que ficam, boa sorte. Vamos nós é dormir mais cedo.



Escrito por Amaral às 00h02
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Caneco? Batata.

 

Há quem diga que o Amaral é um chato de galochas.

Não refuto. A militância na chatice é algo que me cabe como tênis velho.

Amanhã serei chato ao extremo, se isso for possível.

Não que eu duvide. O Cícero estará cheio e será um dia de título.

Enfim, para ser chato é preciso ser realmente insistente...



Escrito por Amaral às 19h14
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Jogo de palavras

 

Há quem afirme, de pés juntos, que é improvável.

Improvável não é impossível, respondo.

Há quem responda, então, que é impossível.

Impossível é não ser o que é, na lata.

E nesta toada vou tocando a lida: Caneco, batata, escrito, previsto, insisto.



Escrito por Amaral às 16h20
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La Copa

 

Imaginem o mundo sem Diego Armando Maradona...

 

 

 

Narração de Victor Hugo Morales, uruguaio, que é uma espécime de José Silvério das transmissões esportivas argentinas....

"Barrilete cósmico"...

 



Escrito por Amaral às 21h41
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Say no more

 



Escrito por Fernando às 20h21
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Hoje é dia de torcer...

 

Em Montevidéu, intervalo. Empatam uruguaios e argentinos. Memórias...

Para entender Raí, sempre, temos que entender duas legendas: Sastre e Pedro Rocha.

Um, argentino, foi nosso Raí nos anos 40. Era o começo de vida do clube e as vitórias conquistadas nos deram força.

O outro, uruguaio, foi o melhor jogador do mundo e foi o cérebro do time que na década de 70 consolidou nossa história campeã.

Para reconhecer a imortalidade de Rogério Ceni, sempre, temos que olhar para o argentino arqueiro Poy.

Durante anos foi Poy o nosso recordistas de pelejas. Foi nosso treinador, campeão, coração.

Para compreender a força de nossa zaga, sempre e reiteradas vezes, temos que ter o uruguaio Dario Pereira na mente. Genial.

A raça militante de nossa camisa, para ser admirada e respeitada, sempre temos que recordar do lateral campeão uruguaio Pablo Forlan.

Por fim, e assim fica aqui a mais sincera torcida para este segundo tempo, há jogadores que transpiram nossa fé.

E aí é improvável encontrar um cruzado como o capitão da Celeste Olímpica: Diego Lugano.

Para ser sete vezes campeão nacional de futebol é preciso entender, reconhecer, compreender, admirar e respeitar nossa história.

O clube da fé.



Escrito por Amaral às 20h20
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Bolonistas, hoje é dia de eliminatórias para a Copa. Vejam quem já se classificou...



Escrito por Jubas às 11h45
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Outras linhas.

Todos, talvez tarde demais, sabemos que quando ela pergunta “você notou algo diferente em mim?”, já é tarde demais.

Todos sabemos que o apressado, ao menos em provas de atletismo, ganha.

Todos sabemos, desde sempre, que o Corinthians fará papelão na Copa que interessa.

Todos, quase intuitivamente, sabemos que L = L0 (1 + αΔθ).

Todos, alguns com uma nesga de ódio, sabemos que a sequência de triunfos que se avizinha será inalcançável.

 



Escrito por Demas às 11h09
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Coisas da vida e sua essência

 

Listas são essencias na vida de qualquer ser humano.

Listas de cinco coisas são mais essenciais ainda.

Cinco filmes, cinco livros, cinco músicas do Chico, cinco capas de disco, cinco goles do Raí.

E podemos cinco sonhos, cinco desejos, cinco mulheres, cinco goles de placa ou cinco matinês.

Em cinco linhas também, cinco palavras: Caneco, batata, escrito, previsto, insisto.



Escrito por Amaral às 17h37
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Bolonistas, o que foi mais emocionante?

a) O Peru empatar o jogo aos 45 do segundo tempo.

b) A Argentina fazer o gol da vitória aos 47, em impedimento.

c) Sob chuva torrencial e ventos espetaculares, Maradona faz sua imitação de free willie.

d) O peruano Palacios acerta o travessão num chutaço do meio campo, aos 48, na saída de bola, logo após o 2x1 porteño.

Que jogo!



Categoria: Por Una Cabeza
Escrito por Jubas às 14h21
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Mais linhas.

Senhores:

 

Todos sabemos que Severo Snape é a maior criação literária do Ocidente.

Todos, quando engravatados, sabemos que a última ligação da sexta-feira é sempre sobre um problema insolúvel.

Todos, em especial os candangos, sabemos que a cidade-satélite mais próxima de Brasília, embora não seja a mais charmosa, é a Asa Norte.

Todos, ainda que com uma ponta de melancolia, sabemos que o Flamengo é um time pequeno.

Todos, todos sabemos que o maior goleiro da história emplacará a mais impressionante sequência de vitórias nacionais.



Escrito por Demas às 12h53
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Primeiro, 1977.

 

Olvidar, esquecer.

Existem os fatos, o sol.

Cinco pontos, pouco. Muito pouco.

Caneco, batata, espeto. Escrito, previsto, insisto.

Enfim, sete vezes. Em cinco linhas.



Escrito por Amaral às 22h57
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5 linhas.

Senhores:

 

Todos sabemos o que Hitchcock queria quando revelava o assassino ao abrir o filme.

Todos sabemos, às vezes de forma dolorida, o quanto é inevitável a fidelidade aos nossos princípios.

Todos, todos mesmo, sabemos que o sucesso é uma maldição cruenta, que nos empurra à ganância irrestrita.

Todos sabemos, como ensina Ivan Lessa, que os homens que não fazem listas preferem farofa de ovos ao sexo.

Todos, ainda que secretamente, sabemos que o Atlético Mineiro é comovente como a sina de Sísifo.

Por isso, senhores, não temo afirmar: todos nós sabemos, depois de hoje, quem será o campeão deste surpreendente 2009.

Escreverei sobre esse fato diariamente – e não estarei só, mas monitorado e acompanhado pelo chefe.

Até o dia 6 de dezembro.



Escrito por Demas às 21h31
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Brasil 3x0 Uruguai, Final da Copa América de Botão

Luís Fabuloso leva a marcação de Lugano, enquanto Elano encobre o goleiro.

É dura a vida de uma seleção que tem dois goleiros no Botafogo.



Escrito por Jubas às 23h12
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Por isso seremos campeões em 2009.

A torcida merece.

Confira os cinco times com maior média de público do Brasileirão 2009:

 

1º - Atlético (14 jogos) - 37.257
2º - Flamengo (15 jogos) - 31.275
3º - São Paulo (13 jogos) - 23.020
4º - Corinthians (14 jogos) - 20.484
5º - Grêmio (14 jogos) - 19.795



Escrito por Frank às 19h47
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Olímpico

02 de outubro, Itaim Bibi, restaurante, almoço.

Negócios interrompidos por uma salva de palmas. No geral, sorrisos de aprovação. Alegria genuína mesmo, só a dos garçons. A executiva ao lado acha tudo um absurdo, típica indignação da burguesia paulistana.

O garçom mais eufórico simplifica a história: "Este Lula não é brincadeira não".

É isso mesmo. Que preguiça de 2010.

 

 

 



Escrito por Luís às 11h08
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Domingo Animado

O Você Tubo é uma inovação supimpa.

Com paciência encontra-se episódios de Sancho e Toro, da cobrinha azul, Savamu.

Há goles também. Muitos goles. Para um saudosista é um boteco cheio.

Achei um vídeo bem legal.

1978. Um dos times que arrancaram as primeiras lágrimas e impropérios desferidos contra o radinho de pilha.

Este time era uma máquina. No botão era um rival árduo de vencer: Nilton Batata, Juari, João Paulo.

E um camisa dez impressionante. Este Dez viria a ser maestro de um dos times mais espetaculares do Tricolor Paulista.

E reparem na narração de Carlos Eduardo Leite, da TV Cultura. Sóbria, sem gritaria, pontuada. Muito legal.

Que sirva de inspiração para o final de semana. Taí:

 




Escrito por Amaral às 21h30
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