Os Bolonistas

A Nossa Copa do Mundo



 
 

Bigodes Prontos!

 

 

Enfim, a confraria nasceu foi por causa de um bolão e por causa de umas trocas de e-mail, com opiniões sempre sensatas sobre futebol e cousas do gênero conversa de boteco. E aquele bando de trintões calçavam o kichute e iam para o blogue lembrar infâncias.

 

Mas foi na Copa de 2006 que o negócio encontrou um fim. Sim, criamos uma copa do mundo imaginária. Uma copa muito melhor que a copa da Fifa. Teve coisas do arco da velha aquela copa da Alemanha. Lembro de um porre com Raí e Chico Buarque, lembro da cagada de medo num jogo da Inglaterra, lembro dos jogos do Brasil, das risadas, dos chopes tomados e da intensa alegria e energia. A confraria foi, de fato, válvula de escape, jogo de botão, tampa de garrafa, saudade e, mais que tudo, abraço e solidariedade entre cúmplices, parceiros, palpiteiros.

 

Mas as coisas vão, caminham, e contas, mudanças, responsabilidades, tecnicalidades e falta tempo, espaço, gaveta e o blogue esfriou, quase que só memória, resquício, foto de escola, bola de gude. Poeira. Mas o fato é que a confraria segue lá seus encontros, suas coisas, seus intermináveis torpedos e outros whatsapps da vida.

 

Pois que neste último final de semana tivemos o casamento do Pança, nosso arqueiro bolonista. E que puxa, que saudade, que legal, que festa. Sim, alguns não puderam comparecer físico, gravata, paletó, mas coração é um bicho que pulsa e voa solto por aí.

 

E teve tudo. Teve gente nova chegando, a Joselitada toda. Mais gente de Brasília, mais camaradas, barbas e bigodes. Fico aqui pensando, matutando, matando tempo que deveria ser dedicado aos prazos prescricionais, decadenciais, tais e tais e lousa e louça, pensando que estamos em véspera de Copa. Uma Copa no Brasil, sonho de todo mundo que algum dia já foi Valdir Peres, Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior, Falcão, Cerezo, Sócrates, Zico, Serginho, Éder, Careca, Leão, Zoff, Diego, Ronaldo, Bebeto, Muller, Pedro Rocha, Romerito, Dinamite, Reinaldo...

 

Sim, é impossível repetir receita. E já não são mais trintões, são quarentões ou quase quarentões. Mas comprei passagem para ver Uruguay e Jordânia, que copa no Maracanã sem os uruguaios é como paixão sem beijo, sexo sem lambuzação, festa de casamento sem buquê, porre e fofoca, amigo sem boteco, Calcanhoto sem Claudinho, Buxexa e Paula Toller.

 

O jogo é agora em novembro. E Lugano acaba de dar entrevista para Eulália...

 

23.10.2013

 



Escrito por Amaral às 21h56
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A Copa do Lucas

A Copa do Lucas é muito melhor que a Copa da África. A Copa da África é imperdível, afinal, é Copa. "Copa: nada mais importa", diz o canal de TV. Mas a Copa da África tem zeros demais. E resultados de menos.

Hoje, enquanto o Brasil ficava no seu dia de zeros de menos, eu e Lucas jogamos um partidaço entre o time de vermelho e o time de azul. Não importou o nome dos times. Nem o dos jogadores, se bem que o time de azul, o dele, veio com o reforço de Thomas, o trem amigo. Eu contei a ele que o Thomas é inglês e, por isso, ele assiste aos jogos da Inglaterra comigo. São jogos horríveis! Os da Copa da África, claro. Na Copa do Lucas, a Inglaterra ganha da Eslovênia por 3 a 2, e não de meio a zero, como na Copa da África. Na Copa do Lucas, a Itália vai para a segunda fase, mas apenas para ser eliminada por Camarões. E Camarões joga as quartas de final contra a Costa do Marfim, que elimina a Espanha. Vejam que jogo sensacional esse da Copa do Lucas: Espanha 2x2 Costa do Marfim, que se classifica nos pênaltis.

A África perdeu na Copa da África. Mas, na Copa do Lucas, ela, a África chega até as quartas de final. Vence a Nigéria nos pênatis. Só é eliminada porque enfrenta a Inglaterra do todo poderoso Thomas, o trem amigo.

Na Copa do Lucas, o Brasil ganha de quatro, de cinco gols. Faz apenas dois na Costa do Marfim, mas apenas porque esse é o time dos elefantes laranjas. E se o Brasil é eliminado, na Copa do Lucas, nas quartas de final, para os outros laranjas, os mecânicos, é so porque Lucas já entendeu que Dunga, o companheiro do Zangado, é o técnico da seleção.

Os laranjas mecânicos vencem a final. Antes, empatam com Camarões, afinal, eles vem do mesmo local das baleias, polvos e do peixinho Nemo.

E a Inglaterra de Thomas ganha a disputa do 3º lugar dos elefantes laranjas.

Essa é a Copa do Lucas, um torneio onde zero a zero é um resultado impossível.

 



Escrito por Jubas às 19h51
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Bolonistas, tomei a liberdade de ver a final de cada um.

Há jogos trágicos; outros heróicos. Será que esperamos muito dessa Copa ou ela será mais uma decepção?

Notem que há uma preferência por Brasil x Argentina, mas o resultado varia...

Zecão: Argentina 3x2 Holanda

Zecão 2: Brasil 3x2 Argentina

Demas: Brasil 1x0 Itália

Massoneto: Espanha 2x1 Brasil

Amaral científico: Inglaterra 2x1 Espanha

Amaral 2: Holanda 3x1 Uruguai

Fernando Melo: Espanha 2x1 Inglaterra

Fernando 2: Brasil 2x1 Portugal

Jubas: Argentina 3x2 Brasil

Lucas: Holanda 2x1 Argentina

Caubas: Inglaterra 3x2 Espanha

Renato: Brasil 3x2 Argentina

Pedro: Brasil 3x1 Argentina

Ogro 1: Argentina 3x1 México

Ogro2: Argentina 3x1 Inglaterra

PS: Não tive acesso a todos os palpites. Podem acrescentar outros, se quiserem.

 



Escrito por Jubas às 20h44
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A Copa tá chegando!

Vejam como serão as oitavas de final: 

 

ÁFRICA DO SUL 2x1 NIGÉRIA (Na prorrogação, Parreira consegue a inédita classificação para as quartas)

EUA 1x2 ALEMANHA (EUA adotaram o lema do México: jogam como nunca, perdem como sempre)

ARGENTINA 4x1 MÉXICO (O melhor ataque da Copa contra os mais derrotados em copas)

SÉRVIA 0x1 INGLATERRA (Gol de Rooney aos 43 do segundo tempo fura a retranca sérvia)

ITÁLIA 1X2 CAMARÕES (De virada! Webo faz o gol da classificação na prorrogação)

COSTA DO MARFIM 4x3 CHILE (El Loco técnico do Chile põe todo o time à frente, mas toma contra-ataques fatais)

PARAGUAI 0x3 HOLANDA (Com Cabañas baleado, o Paraguai já tinha ido longe demais)

ESPANHA 2x2 BRASIL (Brasil vence nos pênaltis com defesa de Julio César em chute de Fabregas e bola pra fora de Puyol. Gilberto Silva bate fraco e Casillas pega. Ao fim, 4x3 nos penais)



Escrito por Jubas às 11h44
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FAWKES

A situação na redação inspira cuidados. O desânimo é sufocante. Os únicos dois correspondentes sumiram. Nenhuma notícia há dias. Um, parece, está em plena segunda lua-de-mel. Outro, segundo rumores, entrou no Parque Kruger e nunca mais foi visto.

“Todos?”. “Todos”. “Todos!”. “Todos”.

Segue a cobertura exaustiva da Copa. Brasil, nas coxas. Argentina, devagar. Itália, rídicula. Alemanha, chatíssima. Espanha, risível. Inglaterra, francamente. Camarões, arrasador.

Eis os resultados da primeira fase e os cruzamentos de oitavas. Aguardo reforços da redação.

 

Grupo A: África do Sul 1 x 0 México; Uruguai 1 x 2 França; África do Sul 0 x 0 Uruguai; França 1 x 2 México; França 0 x 1 África do Sul; México 4 x 3 Uruguai

 

Grupo B: Argentina 2 x 3 Nigéria; Coréia do Sul 3 x 2 Grécia; Argentina 1 x 0 Coréia do Sul; Grécia 1 x 2 Nigéria; Grécia 0 x 2 Argentina; Nigéria 2 x 3Coréia do Sul

 

Grupo C: Inglaterra 1 x 2 EUA; Argélia 2 x 2 Eslovênia; Inglaterra 3 x 0 Argélia; Eslovênia 1 x 3 EUA; Eslovênia 2 x 4 Inglaterra; EUA 2 x 1 Argélia.

 

Grupo D: Alemanha 1 x 0 Austrália; Sérvia 3 x 0 Gana; Alemanha 1 x 3 Sérvia; Gana 4 x 2 Austrália; Gana 0 x 2 Alemanha; Austrália 1 x 2 Sérvia

 

Grupo E: Holanda 4 x 3 Dinamarca; Japão 2 x 3 Camarões; Holanda 2 x 3 Japão; Camarões 4 x 1 Dinamarca; Camarões 3 x 3 Holanda; Dinamarca 1 x 0 Japão

 

Grupo F: Itália 0 x 1 Paraguai; Nova Zelândia 3 x 4 Eslováquia; Itália 3 x 0 Nova Zelândia; Eslováquia 0 x 2 Paraguai; Eslováquia 0 x 0 Itália; Paraguai 2 x 0 Nova Zelândia

 

Grupo G: Brasil 3 x 0 Coréia do Norte. Costa do Marfim 2 x 1 Portugal; Brasil 1 x 1 Costa do Marfim; Portugal 2 x 2 Coréia do Norte; Portugal 2 x 1 Brasil. Coréia do Norte 0 x 0 Costa do Marfim

 

Grupo H: Espanha 2 x 1 Suiça; Hondura 0 x 2 Chile; Espanha 4 x 0 Honduras; Chile 3 x 2 Suiça; Chile 1 x 2 Espanha; Suíça 0 x 1 Honduras

 

 

26/06: ÁFRICA DO SUL x NIGÉRIA

26/06: EUA x ALEMANHA

27/06: ARGENTINA x MÉXICO

27/06: SÉRVIA x INGLATERRA

28/06: ITÁLIA X CAMARÕES

28/06: COSTA DO MARFIM x CHILE

29/06: PARAGUAI x HOLANDA

29/06: ESPANHA x BRASIL

 



Escrito por Zecão às 18h00
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Dia de amor, manhã de guerra ?

“Abrem-se as cortinas. Começa o espetáculo”, como diria o saudoso Fiori Gigliotti.

            Após provocação de meu colega ítalo-brasileiro Juliano Basile, a redação resolveu me mandar para a assustadora Johannesburg para cobrir a estréia de “nuestros hermanos” argentinos contra as “super-águias” nigerianas, no infeliz horário de 8 e meia da manhã do dia 12 de junho. Lembranças de um jogaço em 94, decidido por um possuído Maradona e daquela final olímpica em que o scratch alvi-verde africano derrubou os favoritos platinos e ganhou a cobiçada medalha de ouro. Sinais de guerra em pleno dia 12, celebração brasileira do amor?

            Bom, naquela fria manhã do dia 11, desembarquei no caótico aeroporto de “Jo´burg” e logo de cara me deparei com olhares sisudos, uma interminável revista nas minhas bagagens e um processo de imigração burocrático. Seria este um prenúncio do avançado sistema de segurança que a África do Sul queria mostrar ao mundo?

            Após a minha chegada ao simpático hotelzinho num pacato subúrbio na região norte da cidade e uma rápida e insossa refeição (que saudade do meu “tour” gastronômico pela Alemanha em 2006), rumei para o centro da metrópole, no histórico bairro de Hillbrow, considerado o maior “risca-faca” da cidade. Com a soberba de um brazuca acostumado a toda sorte de violência, caminhei de peito aberto por três quarteirões, até o momento em que dois sujeitos armados me deixaram sem uma boa quantia de dólares e rands, me fazendo entrar no primeiro táxi disponível com a humildade de um turista sueco na favela do Jacarezinho. Acabou este fatídico dia e a sensação de guerra era mais do que iminente.

            Assim que o galo cantou na cidade eu já estava rumando para o prélio matutino (?!?!) no estádio de Ellis Park. Logo, estava acomodado junto a um grande e animado grupo de torcedores com camisas auri-negras do Kaizer Chiefs, o time mais popular do país, todos a fazer uma festa dançante e ruidosa, com coreografias e as famosas “Vuvuzelas” (que me lembraram as cornetonas de estádios da minha infância) e as infames “momozelas”, menores e tristemente agudas. Sinais auspiciosos?

            No centro do campo, perfiladas as seleções de Nigéria e Argentina.

            A seleção nigeriana parecia um conjunto de totens de ébano desconhecidos, gigantescos, mas sem as antigas presenças de Okocha, Kanu, Oliseh e Finidi. O técnico era, acreditem, Muricy Ramalho, contratado às pressas, exibindo sempre o seu notório bom-humor.

            Do outro lado, a seleção argentina parecia um catado, com um goleiro caído de pára-quedas (Romero), laterais idosos (Heinze e Zanneti), uma zaga com o decadente Samuel e Demichelis, um meio-campo com Mascherano, o desconhecido Jonás Gutiérrez e os famosos Juán Sebastián Verón, com abertura para a “pulga” Messi. Na frente o “pipita” Higuain e o cavalo-azarão Di Maria. No canto, o agora parrudo Maradona, o eterno “Diez”, com um ar fleumático. Estranho, muito estranho.

            Começa o jogo e a Nigéria, apoiada pela maioria do estádio, aperta de maneira furiosa, liderada por Victor Obbina (não é aquele). A defesa argentina, com sua imensa fragilidade, se defende como pode e os idosos laterais não conseguem deter o avanço dos rápidos alas nigerianos. O ataque platino, inerte, não consegue explorar a fragilidade da defesa africana enrolada com o 3-5-2 imposto de véspera pelo nosso velho Muricy.

            Água mole, pedra dura e o placar é inaugurado, aos 25 minutos do primeiro tempo, por um petardo de Idehen, da entrada da área, sem chance para Romero. Nigéria 1x0.

            Completamente atordoada, a Argentina não consegue tocar a bola e, aos 32 da primeira etapa, após um bate e rebate na área platina, Ezinoah toca com o bico da chuteira para o fundo da meta de Romero. Nigéria 2x0.

            No ápice de dramaticidade do jogo, o time argentino descontrolado inicia uma sucessão de jogadas duras que levam, aos 43 minutos, à expulsão de Gutiérrez e Ezinoah.

            Fim do primeiro tempo, os dois times com dez jogadores descem ao vestiário e Maradona escolta os seus comandados sem mover um único músculo da face. A guerra parecia deflagrada e tudo continuava estranho.

            Começa o segundo tempo e, logo de cara, eu percebo que, acima do sobrenatural de almeida, espírito moleque, estão outros fantasmas, muito mais poderosos.

            Logo nos primeiros dez minutos, o meio-campo argentino toca bola com a maestria e galhardia que seria de se esperar de qualquer um que vista aquela camisa alvi-celeste. Aos 12 minutos, num passe genial através da confusa zaga africana, Verón deixa Higuaín livre para fuzilar a meta nigeriana. Nigéria 2x1.

            Nesse exato momento, as coisas começam a voltar ao normal e aquele estranho catado de jogadores argentinos começa a assumir a sua história. Mascherano, recuado para cobrir a zaga, “com el cutillo entre los dientes” como o “cholo” Simeone anula Victor Obinna. O experiente Verón comanda como um maestro a armação do jogo, tal qual o eterno e longevo Labruna.

            Após uma eletrizante troca de passes, aos 29 minutos, o calouro Di Maria tabela com o “pipita” Higuaín, que, com a velocidade e oportunismo do velho Kempes, toca na saída do goleiro nigeriano. Tudo igual, Nigéria 2x2 Argentina.

            A apatia nigeriana cede lugar a um ímpeto suicida de seus atacantes e o monstruoso Mascherano cobre arduamente a débil zaga, agora ainda mais fraca com a entrada do desengonçado Schiavi no lugar do lesionado Demichelis. Faltavam ali um Passarela (o jogador) e um Ruggeri. Muricy Ramalho tinha plantado os dois alas na defesa, para tentar evitar surpresas.

            Aos 39 minutos, o maestro Verón toca para a “pulga” Messi, até então apagado em campo, que, numa jogada deslumbrante entorta dois zagueiros nigerianos e o atabalhoado goleiro, deslizando a bola suavemente com o peito do pé para o fundo das redes. O estádio em pé aplaudiu, em êxtase, a presença, no espírito daquele jogador nanico, genial e expatriado desde menino, do monumental e apátrida Di Stéfano. Argentina, de virada 3, Nigéria 2.

            Os minutos derradeiros foram simplesmente de comemoração da pequena legião de "hinchas" argentinos presentes ao estádio e admiração do restante da platéia, com direito a um discreto olé no finzinho.

            O juiz apita o fim do jogo e os jogadores se cumprimentam, com os nigerianos disputando entre si a camisa pequenina de Lionel Messi.

            Nesse momento, Maradona esboça um singelo sorriso. Tudo normal de novo e a anunciada guerra foi apenas mais uma partida histórica.

            Aliviado, estava me retirando do estádio quando um Atleticano completamente bêbado, chamado Roosevelt, me abordou dizendo “o nosso Obina é melhor que esse aí e que o Eto´o”, antes de se retirar em transe gritando “galo, galo”, sem parar. Tenho ainda a leve impressão de ter visto, no tumulto da saída, a nossa velha conhecida Eulália, de relance.

            Parti no mesmo dia, com a sensação de dever cumprido e o dinheiro que ainda me sobrava para um safári no parque Kruger.

             

Ps: à noite, Maradona disse para a imprensa argentina "que la sigan amando (la selección)".



Escrito por Ogro às 20h06
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"Ok! Você vai para a Cidade do Cabo e faz o jogo. Mas vê se faz uma cobertura imparcial!"

Não sei porque o meu editor-chefe daquela Copa, o Amaral, pensa que sou imparcial quando escrevo sobre o futebol italiano. Talvez, seja pelo fato de eu ter faturado o bolão da última Copa com a vitória da Azzurra ou porque sei de cor a escalação do time de 82. Ou mera questão de sobrenome. Mas a advertência estava feita e eu já estava no gramado para acompanhar a estréia dos atuais campeões do Mundo.

A Itália entrou em campo com olhares fixos, sem fleuma. Já os adversários tinham um certo desespero nos olhos. O principal craque do time, Cabañas, conseguiu vir para a Copa, mas, sob recuperação, estava no banco. Na verdade, o que todos falavam, nos corredores do Setor de Imprensa, é que o técnico Martino levou Cabañas para o Mundial mais como uma forma de agradecimento por tudo o que ele havia feito pelo Paraguai. Com isso, ele seria uma espécie de amuleto - uma imagem do banco de reservas para dar inspiração aos onze que jogariam cada partida.

Bola rolando e só dava Itália. Gilardino acertou a trave com um minuto de jogo. Aos seis minutos, Di Natale bateu falta tirando tinta do gol guarani. Aos 10, Luca Toni furou na pequena área e perdeu um gol feito (daqueles que daria para fazer até de bunda).

A superioridade italiana estava clara, mas os gols não saiam. E o primeiro tempo acabou assim, com todos se perguntando quando sairia o primeiro gol que permitiria aos italianos fazerem dois, três, quatro, quem sabe cinco a zero. Bastava abrir a porteira. Quem seria o artilheiro da partida?

No segundo tempo, Martino pediu mais marcação e jogadas de contra-ataque para Cardozo e Santa Cruz. Mas a bola mal passava do meio campo, e quando isso acontecia lá estava Camoranesi, o ítalo-argentino, para barrar o ataque guarani com entradas duras e carrinhos. Toni perdeu mais dois gols feitos, aos 20 e 25 minutos. Aos 30, Del Piero driblou três guaranis pela esquerda, tirou do goleiro e deu de calcanhar para o gol. A bola ia entrando mansa, quando Cáceres salvou em cima da linha, chocou-se com a trave e fraturou a perna. Martino teria de substituí-lo. Numa decisão capital, resolveu chamar o Salvador.

Salvador Cabañas voltaria a campo naquela tarde em Cape Town. Passavam-se quatro meses desde que ele sofrera um tiro na cabeça. Desde então, o Paraguai viveu um drama nacional com o seu camisa 10 entre a vida e a morte.

"Dane-se a bala na cabeça", pensou Martino. "Se ele está relacionado entre os 23, pode jogar."

Entrou em campo, ovacionado. Estádio inteiro aplaudindo de pé.

O fato é que Cabanãs era o homem de ligação que faltava para servir os atacantes. O problema era que a bola simplesmente não ficava nos pés guaranis. A Itália tinha 85% de posse de bola.

O jogo caminhava para o zero, quando Camoranesi deu um passe errado. Bola interceptada por Santa Cruz. Ele toca para Cabañas que, em sua primeira participação no jogo, faz um lançamento de 40 metros para Cardozo na ponta direita. Cardozo dribla Gattuso e cruza da linha de fundo para Roque Santa Cruz. Muito marcado por Materazzi, Santa Cruz não consegue alcançar a bola. Ela faz uma parábola e vai para o bico da área, onde está Cabañas. Ali, acontece o lance fatal. Salvador acerta um cabeçazo de fora da área que encobre o goleiro Buffon e a bola morre no âgulo. Gol guarani. Gol de Cabañas. Paraguaios correm para todos os lados, se abraçam e levantam o gordito. O carrasco do Flamengo e da seleção brasileira, enfim, afunda os campeões do Mundo. Bate no peito e mostra o brasão guarani!

Um a zero aos 44 do segundo tempo. Na saída do jogo, o terrível acontece. Completamente tonto, Cabañas cai que nem uma vara no gramado. Estatelado. Os paraguaios chamam os paramédicos. Os italianos colocam as mãos na cabeça. Desespero no gramado. Tentam reanimá-lo várias vezes. Mas Cabañas, o herói, o carrasco, o matador, sai de campo sangrando pelos olhos numa desesperada ambulância. O jogo termina, pois, diante dos fatos, já não tinha a menor importância.

Cidade do Cabo - 14 de junho. Itália 0x1 Paraguai

                                                  (Cabañas aos 44 do segundo tempo)

 



Escrito por Jubas às 12h14
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Bolonistas, entrei em férias e não tenho nada pra escrever, então, vou mandar esses joguinhos toscos da Copa...

Ninguém sabe nada sobre a Eslovênia. Nem eu. Mas alguém tinha que cobrir esse jogo e lá estava eu em Polokwane, outra cidade que ninguém sabe nada a respeito. Eu e poucas centenas de jogadores. Era o pior público da história das copas desde o Mundial do Chile, em 1962. Dava para ouvir o técnico esloveno berrando com os jogadores, quando o time perdia a bola: “Prokletstvo!”*

O time esloveno não dava liga, apesar de todos os jogadores parecerem irmãos. Dedic, Jokic, Stevanovic... nomes que davam rima, mas não um bom futebol.

Do outro lado, a Argélia voltava a uma Copa – coisa que não acontecia desde 1986, no México, quando Careca fez um gol solitário e livrou-nos de um zero a zero que se avizinhava.

Fora alguns endinheirados eslovenos que lotavam a curva atrás de um dos gols, o estádio era bem mais argelino. Nada de vuvuzelas. Mas falava-se árabe naquela tarde, em Polokwane. Eram os árabes animados falando o tempo todo e, de repente, um “Prokletstvo!” do técnico esloveno. Aí, os árabes retomavam a torcida, erravam o gol e novo “Prokletstvo!” lá do banco de reservas.

No começo do segundo tempo, finalmente o zero saiu do placar. Ziani acertou um sem pulo na entrada da área. Lindo gol e novo “Prokletstvo!”

Pecnik empatou de cabeça cinco minutos depois. “Jebi ga, ja ne!”**, gritava aliviado o técnico esloveno.

Saifi colocou os argelinos em delírio num chutaço de fora da área. “Prokletstvo!”, novamente, mas foi a alegria do estádio! E tudo terminaria assim se o brasileiro naturalizado esloveno César não pegasse a bola na lateral esquerda, driblasse dois argelinos, corresse até a linha de fundo e cruzasse para Novakovic acertar... a trave. Na volta, a bola sobrou livre para o capitão esloveno Koren que chutou embaixo de dois zagueiros que quase se beijaram tentando tirar a bola do gol. Dois a dois. “Kurvin sin! Na Kraju ovog Brazilian hit.”***

Será que não tem um jogo melhor para eu cobrir?

 

* “Porra!” em croata. A Eslovênia é tão desconhecida que não existe no google tradutor.

** “Caralho, não acredito!”

*** “Filho da puta! Finalmente esse brasileiro acertou uma jogada.”

 

Polokwane – 13 de junho, Eslovênia 2x2 Argélia

                                           (Ziani, Pecnik, Saifi e Koren)



Escrito por Jubas às 21h00
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Segue um jogo periférico da Copa...

É duro ser visto como se você fosse o culpado por tudo e devesse estar fora da equipe, do país, do continente. Os gregos chegaram assim ao Mundial, pois estão sendo tratados na Europa como se fossem de outro lugar. Está na conta deles a possível crise do Euro, e o posto principal na sigla PIGs (Portugal, Itália, Irlanda e Grécia).

Jogador de futebol não entende nada de economia, mas lê jornal e sabe que, antes das páginas esportivas, está lá uma foto da Acrópole e a figura da Vênus de Milo mandando um dedo médio para o resto dos países europeus.

Foi com esse sentimento que Karagounis deu a saída para a estréia grega na Copa. Ele tocou a bola rapidamente para Gekas que devolveu-a. Na seqüência, bola na ponta-direita para Vyntra que adianta para Salpingidis. Ele inverte para Karagounis que cruza de primeira para Charisteas usar a cabeça e meter no alto do gol. Um a zero Grécia, com um minuto de jogo.

O adversário mal entrava em campo. Nem tocou na bola. Na ressaída do jogo, Ahn se perguntava: O que aconteceu?

“Tomamos um gol e nem tocamos na bola”, reclamou Young Lee.

“Como isso foi acontecer?”, disse Yueng Lee.

“Eu não entendo”, completou Keun Ho Lee.

“Ahn?!”, continuou Ahn.

O time sul coreano estava literalmente perdido em campo e tomou três bolas na trave antes de o juiz apitar o fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, o técnico trocou Yueng Lee, Young Lee e Keun Ho Lee por Jin Kim, Gil Kim e Jung Woo Kim.

Incrível, como, após três alterações, nada mudou no time asiático.

Os gregos trocaram o futebol defensivo por mais agressividade e, aos 25 minutos, Karagounis finalmente marcou o seu gol numa linda jogada de Gekas pela direita.

Depois, foi só tocar a bola entre os Kins e Lees, e, quando soou o apito final em Port Elizabeth, os gregos se sentiam raçudos e africanos em plena Nelson Mandela Bay.

 

Port Elizabeth, 12 de junho, Grécia 2x0 Coréia do Sul

                                              (Charisteas a 1 minutos do 1º tempo e Karagounis aos 25                

                                                do 2º.)



Escrito por Jubas às 20h19
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Bolonistas, está chegando a hora...

(Dedico esse texto ao Deco. E não é porque ele inventou a Nossa Copa e tampouco porque foi o autor de um dos gols mais bonitos aqui já descritos - Figo no Mundial alemão, lembram? Mas sim porque Helena nasceu! Parabéns, companheiro!)

O frio em Johanesburgo havia dado lugar a um indescritível calor naquela tarde, mas as ideias do treinador se mantinham intactas. Ele faria um jogo de paciência. Não importava se as vuvuzelas soassem mais alto. Se Mandela pedisse gols com a mesma veemência que pedira o fim do aparthaid. Nem que o mundo inteiro estivesse vendo e pedindo um mísero gol naquele jogo. Ao menos uma bola na trave. Uma mísera pedalada já valeria.

Era a estréia da Copa e Parreira armou o time num curioso 5-4-1. Fechou o time com três zagueiros e um líbero que não avançava. Dois laterais marcavam e pouco iam ao ataque. Quatro meias faziam a marcação antes dos zagueiros e um solitário atacante, McCarhty, esperava alguma chance de gol que não aparecia.

O México se portou igualmente atrás. Nada de Vela nem de Giovani em campo. Os dois jovens craques eram banco no time de Javier Aguirre. Ele despachou o veterano Blanco e suas tentativas pífias de drible-canguru (aquele em que o sujeito prende a bola com os calcanhares e sai pulando). A cada tentativa, nova vaia da torcida.

Resultado: um jogo morno que só fazia sentido assistir porque era estréia de Copa do Mundo. As arquibancadas tinham mais animação do que os gramados.

O primeiro tempo acabou como começou. A Copa da África anunciava o seu primeiro zero a zero, como se fosse um mundial europeu.

O segundo tempo começou como o primeiro. O México estudava o adversário, que, fechado e disciplinado, quase não passava do meio campo. McCarthy corria muito em campo numa tentativa desesperada de roubar a bola. Aos 25 minutos do segundo tempo, foi sacado para a entrada de Masilela, outro zagueiro. Vaias. Vuvuzelas voltaram a soar. Parreira pediu para Piennar se adiantar, mas só um pouco. O México mantinha as tentativas de drible-canguru de Blanco e Aguirre não esboçava nenhuma modificação. Estava gostando do jogo, como dizem os cariocas.

Aos 40 minutos, Parreira quis ganhar o apoio da torcida e anunciou: Piennar sairia para a entrada de outro ídolo local: Doctor Khumalo, um veterano do time bafana bafana, que jogaria de zagueiro. Mokoena, o capitão do time, não se conteve. Começou a discutir com Parreira no banco. O técnico mandou ele voltar para a marcação, mas Mokoena se adiantou até o meio campo. “Do not pass this line!”, gritava Parreira. O zagueiro pôs o pé em cima da linha do meio campo, deixando o técnico enfurecido.

A torcida delirava e Mokoena pediu a bola. Recebeu um passe de Khumalo e Parreira desesperado mandou-o atrasar até o goleiro.

Mas Mokoena deu dois dribles nos mexicanos e, agora, se aproximava da área. “Don´t go ahead!”, berrava Parreira.

Vuvuzelas ensurdecedoras ajudaram o capitão a entrar na área, driblar mais um mexicano e tocar para o Doctor Khumalo. Esse se adiantou a um zagueiro e devolveu a bola de calcanhar para um chute preciso de Mokoena. No ângulo. Um a zero.

Um constrangido Parreira aplaudia das arquibancadas.

Gol do zagueiro capitão do time. Golaço!

Mandela aos prantos acenava com as mãos pra cima.

Aguirre finalmente colocou Vela e Giovani em campo, mas o excesso de zagueiros africanos impediu qualquer um de entrar na área.

Ao fim, Parreira disse que foi a sua marcação que definiu o resultado. E a África do Sul lavou a alma de um continente inteiro naquele dia.

 

Johanesburgo: África do Sul 1x0 México

                       (Mokoena, aos 42 minutos do segundo tempo.)

 



Escrito por Jubas às 15h38
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Austrália

Bolonistas...


Entusiasmado pela exuberante campanha australiana na Copa Afro Asiática, inicio os trabalhos da Copa.

Austrália é uma das favoritas.

Ou alguém duvida?

A imagem “http://wlrangelnet.files.wordpress.com/2009/11/nicole-kidman02-768232.jpg” contém erros e não pode ser exibida.



Escrito por Amaral às 10h04
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Começou

Alguns vão discordar, mas o Brasileirão acabou. É fato como o governo da capital federal. Acabou. Não tem mais campeonato. O último a sair apaga a luz. Recolhe as bolas do gramado. Pede ajuda dos gandulas para retirar as traves. O ano já era. Chegou dezembro e, com ele, as esperanças, promessas e dívidas para o 2010.

E 2010 terá vários torneios que interessam. Um com duas finais em outubro. Será bem disputado, com certeza. Afinal, é um torneio que só acontece a cada quatro anos. As chances de revidar a derrota passada são mínimas. Em 2006, tivemos a chance de revidar a derrota vexaminosa para a França. Tivemos, mas não soubemos aproveitá-la. Ajeitamos a meia e tomamos um único gol. Nada fizemos depois disso naqueles agonizantes minutos que passaram tão rápido, enquanto jogadores de amarelo tomavam chapéu em campo. Voltamos para casa cabisbaixos. E ainda assim faltaram uns tomates e mais vergonha na cara.

E, agora, a capital federal saberá dar o troco? Respostas só em 2010. Mas o ano novo começa agora. O futuro já começou, diz aquela musiquinha que toca todos os dezembros. Já são nove pedidos de impeachment. São nove quem-sabes. E já já tem o sorteio para o grande torneio de junho/julho. A Copa. Sonhada. Almejada. A glória. A estrela na camisa. Na camisa de quem vai ter uma estrela?

Estão falando que o Brasil deveria cair num grupo fácil. Aqueles de feijão com arroz. Brasil, Nova Zelândia, Eslovênia e Argélia. Um troço assim. Bico. Passeio. Pois eu faço aqui a campanha pelo grupo mais difícil. Algo como Brasil, França, Estados Unidos e Costa do Marfim. Quero algo difícil, quase impossível. Uma estréia contra a França para ver se temos vergonha na cara. Já são três derrotas inexoráveis para os franceses em Copas. Vexames atrás de vexames. Por isso, quero a França na estréia. Temos de aprender a encarar as nossas vergonhas. Não queriam a abertura da Copa no DF? Pois que na África seja a França. Vamos encarar nossas derrotas de frente. Jogar contra o time que se classificou com a ajuda da mão do Henry e a cegueira do juiz. Conseguiremos perder para a seleção mais envergonhada do momento?

Depois, a Costa do Marfim e, de preferência, com o estádio todo alaranjado e as vuvuzelas tocando pela equipe negra. Quero gols de Drogba, mas também quero o revide, o suor, a garra e as pedaladas. Para completar, os americanos no último jogo do grupo. Americanos são aqueles que não podemos perder nunca no futebol. Imagine num jogo decisivo. Final do grupo da morte. E tomara que eles saiam com dois gols de lambuja, como já aconteceu na África. Dois a zero para eles no primeiro tempo. Depois, veremos se temos vergonha na cara para reverter o resultado.

E se formos eliminados precocemente da África que o nosso próximo jogo em Copas seja no DF. Estréia no Mané Garrincha repaginado, sabe-se lá como, em 2014. São apenas mais quatro anos. O tempo entre uma vergonha e a chance de mudar tudo.

 



Escrito por Jubas às 22h26
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Vai começar!

Bolonistas, o campeonato que motivou este site, a atenção de todos os nossos domingos, a nossa Copa do Mundo, enfim, vai começar.

O site da ESPN Brasil abriu hoje o seu bolão. Se todos se cadastrarem, podemos montar um grupo lá mesmo e o site faz as contas automaticamente (evitando as reclamações de cálculos errados de todas as segundas-feiras).

Além disso, eles dão prêmios semanais: iPods, mochilas, etc. (Nada que se compare ao guaraná Jesus, mas está valendo!)

Aos que viram o time cair para a segundona, a grande chance: estes e apenas estes poderão apostar sem o coração. (Por isto, para mim, o Zecão seria o favorito absoluto.)

Aos que estão com saudades dos palpites clássicos do Amaral, do espírito Nostradamus do Renato, do cientificismo do Demas, e do "Pedro, francamente", basta entrar no site e cadastrar...

 

1ª RODADA
Sábado, 10 de maio
18h10 São Paulo 1x0 Grêmio Morumbi (gol de Aloísio Chulapa)_ -
18h10 Náutico-PE 1x0 Goiás Aflitos Recife -
18h10 Vitória 1x3 Cruzeiro Barradão (Marcelo Moreno 2 gols) -
Domingo, 11 de maio
16h00 Ipatinga-MG 1x2 Atlético-PR Ipatingão -
16h00 Coritiba 2x3 Palmeiras Couto Pereira (Valdívia expulso) -
16h00 Internacional 2x1 Vasco Beira-Rio (Alex, Nilmar e Edmundo) -
16h00 Botafogo 3x1 Sport Engenhão (Wellington Paulista 3 gols) -
18h10 Atlético-MG 1x0 Fluminense Mineirão (danilinho) -
18h10 Flamengo 2x3 Santos Maracanã (vaias, vaias e mais vaias) -
18h10 Portuguesa 2x0 Figueirense Canindé São Paulo -



Escrito por Jubas às 18h21
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Vejam como está a briga pelo Guaraná Jesus

1º Juliano Basile 198
2º Daniel Machado 171
3º Fernando Melo 168
4º renato parente costa 162
5º pedro sahlit 120
6º Fernando Garcia C. do Amaral 87
7º Ricardo Sartori 69

 

Aos que só jogaram uma rodada: nada mais emocionante do que dar uma colher de chá para os outros competidores e passar na frente de todos na final. Imaginem se o Caubas, que liderou a primeira rodada, fatura no final...

Ao Amaral: aqui o adepto do bolão-arte pode fazer os chutes históricos que quiser, pois vale uma camisa oficial por rodada. (Ou seja, não precisa ficar pondo 2x1 para não cair na média final do bolão. Pode cravar São Paulo 7x3 Goiás no jogo deste domingão!)

Aos que estão na frente: podemos aumentar a aposta. Que tal o vencedor levar a Playboy de dezembro para casa. Seria emocionante, afinal, ainda não sabemos quem será a coelhinha daquele mês.

Aos que não entraram: vale uma camisa oficial da ESPN por rodada e uma garrafa de Guaraná Jesus entre os bolonistas. Guaraná Jesus - aquele com o sabor maçã, direto do Maranhão. Tão bão quanto um chopp Kaiser cremoso...

 

 

 



Escrito por Jubas às 15h18
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Tá faltando gente nessa lista!!

1º Juliano Basile 114
2º Fernando Melo 114
3º Daniel Machado 105
4º renato parente costa 99
5º pedro sahlit 84
6º Ricardo Sartori 69
7º Fernando Garcia C. do Amaral 45



Escrito por Jubas às 18h51
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